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Número de brasileiros com carteira assinada é o menor desde 2012, mostra IBGE


Em 2020, média anual ficou em 30,6 milhões de pessoas, com queda de 7,8% (menos 2,6 milhões) em relação a 2019. O número de trabalhadores com carteira assinada caiu em 2020 para o menor contingente já registrado pela série histórica da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, iniciada em 2012. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a média anual ficou em 30,6 milhões de pessoas, uma queda de 7,8% (menos 2,6 milhões) em relação a 2019, quando o número de empregados formais somou 33,2 milhões. Em 2014, chegou a 36,4 milhões. No 4º trimestre, o número de pessoas com carteira de trabalho assinada no setor privado foi estimado em 29,9 milhões de pessoas, o que corresponde a uma alta de 1,8% (mais de 519 mil) frente ao trimestre anterior, mas tombo de 11,2% (menos 3,8 milhões de pessoas) na comparação com o mesmo período de 2019. Taxa média de desemprego em 2020 é a maior já registrada pelo IBGE Falta de trabalho atinge 32 milhões de brasileiros no final de 2020 Em 2020, país registrou o menor contingente tanto de carteira assinada quanto não assinada no mercado de trabalho Economia/G1 O número de empregados sem carteira assinada também foi o menor da série. A média anual foi de 9,7 milhões de pessoas, queda 16,5% (menos 1,9 milhão) em relação a 2019. Já o contingente de trabalhadores por conta própria somou 22,7 milhões na média anual de 2020 e caiu 6,2% (menos 1,5 milhão de pessoas) na comparação com o ano anterior. O total de empregadores também caiu em 2020. A média anual recuou 8,5% frente a 2019, passando de 4,4 milhões para 4 milhões. 7,3 milhões perderam a ocupação em 2020 Economia G1 Na média anual, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas, para 86,1 milhões, chegando também ao menor número da série anual. ?Pela primeira vez na série anual, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%?, destacou a analista da pesquisa do IBGE, Adriana Beringuy. Brasil criou 142 mil postos formais de trabalho em 2020, segundo governo Brasil fecha o ano com maior taxa média de desemprego desde 2012

Falta de trabalho atinge 32 milhões de brasileiros no final de 2020; destes, 5,8 milhões desistiram da procura, diz IBGE

Na comparação com o mesmo trimestre de 2019, aumentou em 5,9 milhões o número de brasileiros afetados pela falta de trabalho. No ano, o número de desalentados bateu recorde - foram 5,5 milhões de trabalhadores que desistiram de procurar emprego. Dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, no quarto trimestre de 2020, faltava trabalho para 32 milhões de brasileiros. Dentre eles, 5,8 milhões desistiram de procurar uma oportunidade no mercado de trabalho. Este contingente forma o que o IBGE classifica como trabalhadores subutilizados. Ele reúne os desempregados, os desalentados (que desistiram de procurar emprego), aqueles que estão subocupados (trabalham menos de 40 horas semanais), e os que poderiam estar ocupados, mas não trabalham por motivos diversos. Desemprego cai para 13,9% no 4º trimestre, mas taxa média em 2020 é a maior já registrada pelo IBGE País perde 1,5 milhão de trabalhadores domésticos em 1 ano, aponta IBGE Na comparação com o quarto trimestre de 2019, aumentou em 5,9 milhões o número de trabalhadores subutilizados, o que corresponde a um crescimento de 22,5%. Já na média anual, esse contingente chegou a 31,2 milhões, o maior já registrado pelo IBGE, com alta de 13,1% em relação à média do ano anterior, que equivale a 3,6 milhões de pessoas subutilizadas a mais. Veja o que são considerados trabalhadores subutilizados, para os quais faltava trabalho, e quantos estavam nessa condição no 4º trimestre de 2020: 13,9 milhões de desempregados: pessoas que não trabalham, mas procuraram empregos nos últimos 30 dias; 6,8 milhões de subocupados: pessoas que trabalharam menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais; 11,3 milhões de pessoas que poderiam trabalhar, mas não trabalham (força de trabalho potencial), grupo que inclui: - 5,8 milhões de desalentados (que desistiram de procurar emprego) e - 5,5 milhões de pessoas que podem trabalhar, mas que não têm disponibilidade por algum motivo, como mulheres que deixam o emprego para cuidar os filhos. Brasil fecha o ano com maior taxa média de desemprego desde 2012 Com este contingente, a taxa composta de subutilização ficou em 28,7%, 5,8 pontos percentuais a mais que a registrada no 4 trimestre de 2019, que foi de 23,0%. Já a taxa média anual de subutilização ficou em 28,1% - a maior já registrada pelo IBGE - 3,9 p.p. acima do ano anterior, que foi de 24,2%. Desalento bate recorde no ano A crise no mercado de trabalho em 2020 fez com que o desalento batesse recorde no país. Na média anual, chegou a 5,5 milhões o número de brasileiros que desistiram de procurar emprego, número 16,1% maior que o de 2019 e o maior já registrado pelo IBGE. Para a analista da pesquisa do IBGE, Adriana Beringuy, pandemia está diretamente relacionada com o aumento do desalento. ?Com os impactos econômicos da pandemia, muitas pessoas pararam de procurar trabalho por não encontrarem na localidade em que vivem ou por medo de se exporem ao vírus", disse. Segundo a pesquisadora, o mesmo foi observado entre a população na força de trabalho potencial, que também cresceu ao longo do ano. "Esse processo causado pela pandemia, somado às dificuldades estruturais de inserção no mercado de trabalho, podem ter reforçado a sensação de desalento?, enfatizou.

Bovespa opera em alta nesta sexta-feira


Na quinta-feira, principal índice da bolsa caiu 2,95%, a 112.256 pontos - a menor pontuação de fechamento do ano. A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta sexta-feira (26). Às 11h32, o Ibovespa subia 0,80%, a 113.152 pontos. Veja mais cotações. Na quinta, a bolsa recuou 2,95%, a 112.256 pontos ? a pior pontuação do índice em 2021. Na parcial do mês, a bolsa passou a acumular queda de 2,40%. No ano, porém, tem queda de 5,64%. Variação do Ibovespa em 2021 G1 Economia Entenda o que é o Day Trade ? e saiba se é possível enriquecer com essa modalidade Cenário Por aqui, permanecem os receios de maior risco fiscal e político após as turbulências provocadas pela decisão do presidente Jair Bolsonaro de trocar o comando da Petrobras. No radar dos investidores também estão as discussões no Congresso sobre a volta do Auxílio Emergencial. O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou nesta quinta-feira que um eventual fatiamento da chamada PEC emergencial, separando o auxílio emergencial das contrapartidas de corte de gastos exigidas, é "pior para todos". Auxílio emergencial: Bolsonaro fala em pagar quatro parcelas de R$ 250 na nova rodada Mais cedo, o IBGE divulgou que desemprego no Brasil teve a terceira queda seguida e ficou em 13,9% no trimestre encerrado em dezembro. No entanto, 13,9 milhões de brasileiros ainda estavam desempregados. Já a taxa média de desemprego no ano de 2020 foi de 13,5%, a maior da série iniciada em 2012. Em 2019, foi de 11,9%. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x

Renda domiciliar per capita caiu em 2020, para R$ 1.380, diz IBGE


Valor é 4,1% menor que o rendimento médio nacional nominal registrado em 2019, sem considerar os efeitos da inflação. O rendimento domiciliar per capita do Brasil ficou em R$ 1.380 em 2020, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios ? Contínua (Pnad Contínua). O valor é 4,1% menor que o rendimento médio nacional nominal registrado em 2019, de R$ 1.439 , sem considerar os efeitos da inflação. De acordo com o levantamento, o maior rendimento per capita foi observado no Distrito Federal (R$ 2.475) ? quase o dobro da média nacional. Já o menor foi registrado no Maranhão, onde foi de apenas R$ 676, menos da metade que a média nacional. Em São Paulo e no Rio de Janeiro foi de R$ 1.814 e R$ 1.723, respectivamente. Em 2020, 13 estados brasileiros registaram média da renda domiciliar per capita menor que o salário mínimo nacional vigente no ano, que foi de R$ 1.045. Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é o resultado da soma da renda recebida por cada morador, dividido pelo total de moradores do domicílio. O cálculo inclui pensionistas, domésticos e seus familiares. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios ? Contínua (Pnad Contínua). Essas estimativas servem para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013. Rendimento médio domiciliar per capita 2020 Economia G1 Veja o rendimento nominal mensal domiciliar per capita em 2020, por estado: Rondônia: R$ 1.169 Acre: R$ 917 Amazonas: R$ 852 Roraima: R$ 983 Pará: R$ 883 Amapá: R$ 893 Tocantins: R$ 1.060 Maranhão: R$ 676 Piauí: R$ 859 Ceará: R$ 1.028 Rio Grande do Norte: R$ 1.077 Paraíba: R$ 892 Pernambuco: R$ 897 Alagoas: R$ 796 Sergipe: R$ 1.028 Bahia: R$ 965 Minas Gerais: R$ 1.314 Espírito Santo: R$ 1.347 Rio de Janeiro: R$ 1.723 São Paulo: R$ 1.814 Paraná: R$ 1.508 Santa Catarina: R$ 1.632 Rio Grande do Sul: R$ 1.759 Mato Grosso do Sul: R$ 1.488 Mato Grosso: R$ 1.401 Goiás: R$ 1.258 Distrito Federal: R$ 2.475 Dados divulgados mais pelo cedo IBGE mostraram que o rendimento médio real habitual caiu 4,2% na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2020, em R$ 2.507. Já a média anual ficou em R$ 2.543, com crescimento de (4,7%) em relação a 2019. Taxa de desemprego fica em 13,9% no quarto trimestre de 2020, diz IBGE

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
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19:30 Culto de Libertação
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19:30 Culto da Noite
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09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
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19:30 Culto da Noite
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17:00 Culto da Tarde
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08:00 Escola Dominical
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09:00 Culto da Manha
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17:00 Culto da Tarde
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19:00 Culto da Noite
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