Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

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'Se for querer especular, nós buscamos de outro lugar', diz ministro da Agricultura após suspensão de leilão de compra do arroz do Mercosul


Países vizinhos aumentaram em 30% o preço grão depois que o Brasil anunciou aquisição do cereal. Reação do governo à alta também incluiu zerar imposto de importação do cereal vindo de fora do bloco. Carlos Fávaro, ministro da Agricultura. Reprodução/ redes sociais "Nós demos uma demonstração ao Mercosul de que, se for querer especular, nós buscamos de outro lugar", disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro ao g1, na segunda-feira (20), pouco depois de o governo federal zerar o imposto de importação do arroz para países de fora do Mercosul. A intenção do ministério era comprar toneladas do cereal dos vizinhos que pertencem ao bloco, para aumentar a oferta no mercado interno e evitar altas de preços ao consumidor após a tragédia no Rio Grande do Sul, maior estado produtor do grão. Mas o leilão de compra, marcado para esta terça-feira (21), foi suspenso depois de, segundo o ministro, o Mercosul elevar em até 30% o preço do cereal. "Nós íamos comprar 100 mil toneladas, mas, pelos preços que eles [o Mercosul] estavam anunciando, nós íamos comprar só 70 mil", disse Fávaro. "Certamente, eles vão voltar para a realidade porque não é justo", acrescentou o ministro. Fávaro contou que, após saber da especulação de preços no Mercosul, fez uma reunião de emergência, na quinta-feira (16), com o presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa. "A decisão foi do presidente", disse Fávaro, ao se referir à suspensão do leilão e à isenção do imposto de importação do arroz. O leilão de compra do grão seria feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e, até o momento, não há uma nova data para acontecer. Os parceiros do Brasil no Mercosul (Paraguai, Uruguai e Argentina) são os principais fornecedores externos de arroz para o mercado nacional. E, como o bloco é uma zona de livre comércio, eles não pagam imposto para vender ao Brasil. Agora, com as taxas zeradas para o restante do mundo, outros países podem competir em maior igualdade com o Mercosul. Existem outras opções no mercado. Há quase duas semanas, por exemplo, a indústria anunciou a intenção de importar 75 mil toneladas de arroz da Tailândia. Três tipos de arroz tiveram as taxas de importação zeradas. A isenção tem validade até 31 de dezembro de 2024. A situação no RS Os produtores nacionais vêm se opondo às medidas de importação do grão. Na semana passada, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Fedearroz) chegou a solicitar ao governo que cancelasse o leilão da Conab. 'Arroz que está colhido garante abastecimento', diz federação de agricultura do RS Fávaro reforçou que a medida não tem o objetivo de prejudicar os produtores, mas, sim de garantir estabilidade de preços no país. "Nós estamos com um problema de logística. [O arroz] não consegue sair de lá, não consegue emitir nota [fiscal]", disse o ministro. Segundo ele, mesmo que haja rotas alternativas, o custo logístico também se tornou um problema. "Vai você contratar um frete agora? Vai lá buscar o arroz no Rio Grande do Sul sabendo que vai ter dificuldade? Filas, o frete 20%, 30%?", afirmou. "Então nós precisamos tomar medidas de apoio para abastecer o mercado e garantir estabilidade. Não é em detrimento dos produtores", reafirmou o ministro. Leia também: Prejuízos na agropecuária no RS ultrapassam R$ 2,5 bilhões Destruição de lavouras de soja no RS pode encarecer frango e porco, além do óleo 'Arroz colhido garante abastecimento', diz presidente de federação do RS Venda de arroz é limitada e preços sobem em São Mateus Camex aprova isenção de imposto de importação para três tipos de arroz

Mega-Sena pode pagar R$ 37 milhões nesta terça-feira


As apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 5 e apostas podem ser feitas até as 19h Marcelo Brandt/G1 O concurso 2.727 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 37 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h desta terça-feira (21), em São Paulo. No concurso do último sábado (18), nenhuma aposta levou o prêmio máximo. A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser realizada também pela internet, até as 19h ? saiba como fazer. A Mega soma três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados. Entenda como funciona a Mega-Sena e qual a probabilidade de ganhar o prêmio Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal ? acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Governo pode antecipar recursos à Fraport para custear operação da Base Aérea de Canoas


Capacidade financeira da companhia para arcar com custos da operação emergencial da base aérea preocupa Anac. Empresas poderão vender passagens a partir desta terça-feira. O governo federal pode antecipar recursos para custear a operação comercial da Base Aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul ? que vai substituir de forma emergencial o aeroporto internacional Salgado Filho, interditado desde 3 de maio. As companhias aéreas poderão começar a vender, a partir desta terça (21), passagens para voos com destino à base. Aeroporto de Porto Alegre fechado por tempo indeterminado: veja como está o local com o Fantástico A base será operada temporariamente pela Fraport, que tem o contrato de concessão do aeroporto de Porto Alegre. Na sexta-feira (17), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou uma norma que permite a operação comercial, pela Fraport, da Base Militar de Canoas. Contudo, há uma preocupação em relação à capacidade financeira da companhia para arcar com os custos da operação emergencial da base aérea. ?Cumpre-nos ponderar que a situação de caixa da empresa Fraport Brasil S/A Aeroporto de Porto Alegre, dadas as perdas no Aeroporto Salgado Filho, preocupa esta SRA [Superintendência de Regulação Econômica] quanto ao seu fôlego financeiro para fazer frente à operação emergencial?, diz nota técnica da Anac à qual o g1 teve acesso. Por isso, a agência incluiu na norma aprovada a possibilidade de o governo antecipar recursos à Fraport, do Orçamento da União, para que a empresa possa ?fazer frente imediata à transferência das operações do Aeroporto Salgado Filho para a Base Militar?. Crédito extraordinário Outro parecer técnico, este do Ministério de Portos e Aeroportos, cita a possibilidade de se utilizar crédito extraordinário para ressarcimento à Fraport. Questionada sobre a possibilidade de adiantamento e o montante estimado, a pasta afirmou que ainda não há definição. "Ainda estamos trabalhando na estratégia para indenização à Fraport. Assim que houver uma definição será amplamente divulgada", disse. Base aérea em Canoas é utilizada para transporte de voluntários e doações desde as enchentes. MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO Todos os custos da operação emergencial da Base Aérea de Canoas serão ressarcidos pelo governo federal à Fraport. No decorrer da atividade em Canoas, a empresa vai enviar ao governo informações de receitas e custos. Ao término da operação, a Anac vai verificar o que foi gasto em termos de custo e o que foi recebido pela empresa, para ressarcimento da diferença entre receitas e despesas. Entre as receitas da Fraport no período está a cobrança de taxa de embarque dos passageiros, no mesmo valor que a taxa cobrada em voos domésticos no aeroporto Salgado Filho, de R$ 53,14. A operação emergencial da base deve se encerrar quando os voos puderem ser retomados no aeroporto de Porto Alegre.

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Polishop


Empresa tem R$ 395 milhões em dívidas e enfrenta dificuldades desde a pandemia de Covid-19. Interior de loja Polishop Reprodução/Polishop/Instagram A Justiça de São Paulo aceitou nesta segunda-feira (20) o pedido de recuperação judicial da Polishop. A varejista de eletrodomésticos havia protocolado o pedido no início do mês, reportando dívidas de R$ 395 milhões. Na decisão, o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, confirmou que a empresa preenche os requisitos legais para o processo. Após o pedido ser aceito, a companhia tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação, e as execuções (cobranças de dívida) contra ela são suspensas por 180 dias. (entenda mais abaixo como funciona uma recuperação judicial) Conforme a decisão desta segunda, caberá à Polishop comunicar aos credores sobre a suspensão das dívidas e informar que "as divergências e habilitações devem ser feitas diretamente à administradora judicial". A administradora judicial Cabezón terá agora 48 horas para apresentar um termo de compromisso e 15 dias para entregar uma proposta de trabalho e remuneração. Na decisão, juiz Paulo Filho também determinou que a Polishop apresente suas contas até o dia 30 de cada mês, sob pena de afastamento de seus controladores e substituição de seus administradores. "Todas as contas mensais deverão ser protocoladas diretamente nos autos principais," definiu o magistrado. Procurada pelo g1, a Polishop não havia se manifestado sobre a decisão até a última atualização desta reportagem. Dívidas e dificuldades pós-pandemia A varejista, que tem R$ 395 milhões em dívidas, vinha tentando negociar seus débitos com credores, mas já apresentava dificuldades, ainda em reflexo da pandemia de Covid-19. Desde o ano passado, várias de suas lojas começaram a receber ações de despejo de shoppings por inadimplência ? apenas entre 2022 e 2024, por exemplo, pelo menos 50 ações de despejo foram ajuizadas em face da rede de varejo. A empresa vinha passando por dificuldades desde a pandemia quando, em meio à queda de faturamento, a varejista chegou a fechar mais da metade de suas lojas físicas e a demitir aproximadamente 2 mil colaboradores. Em abril, a Polishop chegou a anunciar um plano de reestruturação, no qual lançava um modelo de franquias da marca. O projeto previa mais de 300 franquias abertas até 2028. ?Nos últimos anos, a elevação da taxa Selic e a restrição ao crédito, principalmente para o varejo, tornou o custo do dinheiro altíssimo, aumentando também o endividamento das famílias. Além disso, o aumento do custo de ocupação dos shoppings, regulado pelo IGP-M [Índice Geral de Preços - Mercado] [...] pressionou ainda mais os custos operacionais?, afirmou o presidente e fundador da Polishop, João Appolinário, em nota na época. Como funciona a recuperação judicial O que é a recuperação judicial? A recuperação judicial serve para evitar que uma empresa em dificuldade financeira feche as portas. É um processo pelo qual a companhia endividada consegue um prazo para continuar operando enquanto negocia com seus credores, sob mediação da Justiça. As dívidas ficam congeladas por 180 dias e a operação é mantida. A recuperação judicial foi instituída no Brasil em 2005 pela lei 11.101, que substituiu a antiga Lei das Concordatas, de 1945. A diferença entre as duas é que, na recuperação judicial, é exigido que a empresa apresente um plano de reestruturação, que precisa ser aprovado pelos credores. Na concordata, era concedido alongamento de prazo ou perdão das dívidas sem a participação dos credores. Quem pode pedir recuperação judicial? Empresas privadas de qualquer porte e com mais de dois anos de operação podem recorrer à recuperação judicial. Porém, a lei não vale para estatais e empresas de capital misto, bem como para cooperativas de crédito e planos de saúde. Também não podem pedir recuperação judicial as empresas que já tenham feito outro pedido há menos de cinco anos e as comandadas por empresários que já foram condenados por crime falimentar (relacionados a processos de falência). Como é feito o pedido de recuperação judicial? O pedido é feito à Justiça por meio de uma petição inicial que contém, entre outras informações, o balanço financeiro dos últimos três anos, as razões pelas quais entrou em crise financeira, e a lista de credores. Depois que o pedido é aceito, a empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação e as execuções (cobranças de dívida) contra ela são suspensas por 180 dias. A lei determina que a assembleia de credores aconteça em até 150 dias após o deferimento do processo pela Justiça, mas na prática, esse prazo costuma ser ultrapassado. *Com informações de Isabela Bolzani Número de empresas em recuperação judicial sobe no país

Auxílio Reconstrução: famílias do RS terão que confirmar dados no Gov.br a partir do dia 27

Na primeira etapa, governo federal vai receber dados das prefeituras sobre áreas afetadas. Lula anunciou PIX de R$ 5,1 mil por família que perdeu bens nas chuvas históricas no estado. O governo federal informou nesta segunda-feira (20) que começou a montar o banco de dados que levará ao pagamento do "Auxílio Reconstrução" ? um PIX de R$ 5,1 mil para as famílias que perderam bens pessoais e renda em razão das chuvas históricas que atingem o Rio Grande do Sul. Segundo o ministro da Integração Regional, Waldez Góes, nesta semana a tarefa cabe às prefeituras ? a partir de quarta (22). Elas terão que enviar ao governo federal uma lista das áreas atingidas. A partir do dia 27, as famílias atingidas terão que acessar o portal gov.br e confirmar os dados passados pelas prefeituras. G1 em 1 Minuto: Famílias improvisam casa no RS e Adolescente mata família em SP Apenas quando esses dados forem confirmados e validados, segundo o governo, a parcela será transferida. O cadastramento para o Auxílio Reconstrução vai acontecer da seguinte maneira: As prefeituras realizam o cadastro das famílias desalojadas ou desabrigadas, com informações pessoais e de endereço, no sistema do governo federal; Responsável pela família beneficiária confirma informações pela conta do gov.br; Caixa Econômica Federal realiza o pagamento em uma conta já existente ou abre uma nova conta para o beneficiário, que acessará o dinheiro com o aplicativo Caixa TEM Atualmente, são 369 os municípios habilitados para que famílias recebam o benefício criado pelo governo federal. Confira perguntas e respostas sobre o processo de pagamento dos benefícios, segundo o governo: 1. Quando vou receber? A data do pagamento depende do envio das informações pelos municípios, o processamento dos dados, e a confirmação dos dados pela família. Quanto antes a prefeitura enviar os dados e a família confirmar no sistema, mais rápido o dinheiro entra na conta. O sistema para recebimento das informações das prefeituras começa a operar dia 22/05 e o sistema para confirmação das informações pelas famílias entra no ar dia 27/05. 2. Preciso abrir conta bancária? Não. A Caixa Econômica abrirá uma conta poupança social digital automaticamente em nome do beneficiário. Se a pessoa já tiver conta na Caixa, o dinheiro será depositado nessa conta. 3. Sou beneficiário do Programa Bolsa Família. Vou receber o auxílio reconstrução? O auxílio reconstrução é voltado para famílias que tiveram que sair de suas casas e buscar abrigos ou ir para casa de amigos e parentes devido às chuvas e perderam parte ou todos seus bens. Beneficiários do Beneficiários do Bolsa Família que estiverem nessa situação poderão receber o auxílio. Beneficiários do Bolsa Família que não estiverem nessas situações, não são elegíveis para o auxílio reconstrução. 4. Estou recebendo seguro-desemprego. Posso receber o auxílio reconstrução? Sim. Se for morador de área atingida informada pela prefeitura, teve que sair de sua casa e perdeu bens com a chuva, você poderá receber o auxílio reconstrução. 5. Preciso estar no Cadastro Único para receber o auxílio reconstrução? Não. Para receber o auxílio, basta a prefeitura informar os dados das famílias desalojadas ou desabrigadas das áreas atingidas, com endereço completo comprovado. 6. Moro na mesma casa com minha esposa e filhos. Nós dois temos direito de receber o auxílio reconstrução? Não. Cada família pode receber apenas um auxílio reconstrução. O recebimento de mais de um auxílio reconstrução por família constitui fraude, sujeito a sanções penais e cíveis cabíveis, além de ressarcir à União o valor do Apoio Financeiro recebido. 7. Como vou saber se a prefeitura enviou dados da minha família? A partir do dia 27/05, você poderá acessar o sistema usando login e senha do GovBr e neste sistema você será informado se os dados de sua família já foram enviados. 8. Serei avisado para entrar no sistema para confirmar os dados? Recomendamos que acesse o sistema periodicamente. Além disso, sugerimos que baixe o aplicativo do GovBr em seu celular e o mantenha atualizado. 9. Existe alguma regra para uso do dinheiro? Não. O Auxílio Reconstrução é uma ajuda do Governo Federal para que as famílias possam retomar suas vidas, para quem perdeu geladeira, fogão, televisão, sofá, colchão possa comprar esses bens, para quem teve a casa parcialmente destruída possa fazer uma pequena reforma. Cada família sabe a melhor forma de utilizar o recurso.

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
REDE DE CASAIS
Local: QUARTO ANDAR
Obs: 19H30
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
08:00 Escola Dominical
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: