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Consumo de gás natural cai 8,7% em 2020 com efeitos da pandemia


Maior queda na demanda foi do setor comercial, que teve um consumo de gás 25,8% menor. Gás natural: país consumiu, ao todo, 59,03 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia) no ano. Divulgação/Cigás O consumo de gás natural em 2020 teve queda de 8,7% na comparação com o ano anterior devido aos efeitos da pandemia de Covid-19. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), o país consumiu, ao todo, 59,03 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia) no ano. ?Entre março e junho, as distribuidoras foram fortemente impactadas pela pandemia. Em abril, por exemplo, tivemos o menor volume não térmico do setor desde 2005?, disse o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon. Diretoria da Petrobras contribuirá para troca de comando "suave e eficiente", diz Castello Branco No ano, a maior queda na demanda foi do setor comercial, que teve um consumo de gás 25,8% menor do que em 2019, seguido pelo setor automotivo, com retração de 17,7%. Por outro lado, a adoção do trabalho remoto ajudou o consumo residencial a crescer 9,6% em 2020. Ao final do ano, no entanto, os números apresentaram recuperação. Somente em dezembro, o consumo total de gás natural no país foi de 78,1 milhões de m³/dia, alta de 21,4% em relação a dezembro de 2019. O crescimento foi fruto principalmente do aumento da geração termelétrica e da retomada industrial. No entanto, Salomon ressalta que 2021 ainda traz incertezas. ?As possibilidades de crescimento do consumo de gás natural podem ser abaladas pelo eventual aumento de restrições, em função das novas variantes da pandemia, e, principalmente, da falta de perspectivas de celeridade da vacinação, inibindo investimentos?, afirma. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Anatel estima em R$ 35 bilhões o valor do leilão 5G e diz que maior parte serão investimentos obrigatórios

Agência aprovou o edital do leilão na noite de quinta-feira (25). Entre os investimentos previstos está a instalação de fibra ótica e a transferência do sinal de parabólicas para evitar interferência. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estima em até R$ 35 bilhões o custo das faixas de frequência do leilão do 5G. A maior parte desse valor, afirmou o presidente da agência Leonardo Euler de Morais, será destinado para obrigações de investimentos. Ou seja, a maior parte desse valor não deve ir para o caixa da União. A Anatel aprovou na noite de quinta-feira (25) o edital do leilão de 5G que agora segue para análise do Tribunal de Contas da União (TCU). A previsão do governo é fazer o leilão até o final de julho deste ano. ?Estamos refinando esses dados, mas digamos que a maior parte vai ser destinada a compromissos de investimentos?, disse. ?O ministro [da Economia, Paulo] Guedes sempre entendeu a importância de que nós destinássemos esses recursos para mais compromissos de investimentos e não tivéssemos uma abordagem arrecadatória?, completou. Entre as obrigações de investimentos, destacou o ministro das Comunicações, Fábio Faria, em coletiva nesta sexta-feira (26) estão a destinação de recursos para levar fibra ótica para localidades do Norte e Nordeste, cobertura de rodovias federais com internet móvel e a migração do sinal de TV por antena parabólica para outra faixa de frequência, para garantir acesso à TV gratuita a quem só recebe o sinal por parabólica. ?Fibra óticas para Norte e Nordeste, com conexão de 10 milhões de pessoas. Cobertura para rodovias federais, que também colocamos no leilão, levar internet para todas as localidades acima de 600 pessoas. A migração em vez da mitigação [no caso das parabólicas] para ter uma solução eterna e efetiva. Se a gente pode realmente realizar um serviço que vai resolver de uma vez por todas porque colocar um filtro para mitigar? Eu acho que é importante, com o tempo vamos conseguir limpar a faixa e será mais um ativo da Anatel?, afirmou Faria. Transferência de parabólicas O edital aprovado determina que o sinal das TVs por parabólicas passe da faixa de 3,5 GHz, que será usada no 5G, para a banda Ku. Essa solução era defendida pelas emissoras comerciais de TV, que entendem ser uma medida mais permanente, garantindo que o sinal da TV gratuita continue chegando a brasileiros que só tem acesso ao sinal por parabólica, como os que vivem no interior do país. A transferência do sinal das parabólicas inclui a distribuição e instalação de kits que permitam a recepção do sinal das parabólicas transmitido na Banda Ku. Essa solução é parecida com a adotada no leilão do 4G, que levou à desocupação da faixa de 700 MHz, e exigiu a distribuição de kits de TV digital para parte da população.

É #FAKE que 300 funcionários da Petrobras foram demitidos logo após anúncio de troca na presidência


Cartazes e áudios veiculam mensagens falsas após o anúncio da troca da diretoria da petrolífera feita por Bolsonaro. Empresa diz que mensagens são falsas e sem fundamento. Circula pelas redes sociais uma mensagem que fala sobre demissões na Petrobras logo após Bolsonaro anunciar que um general será o novo presidente da estatal. "Nesse momento, mais de 300 funcionários ligados a José Dirceu foram demitidos da Petrobras. Um andar inteiro do prédio foi esvaziado para acomodação de militares e Polícia Federal". É #FAKE. G1 Procurada pelo G1, a Petrobras informa que "as informações que constam neste cartaz, e em áudios com informações semelhantes que circulam em redes sociais, não procedem e não possuem qualquer fundamento". A Polícia Federal, por sua vez, afirma que "não há qualquer informação nesse sentido no âmbito da PF" e que "eventuais solicitações de cessão de servidor para qualquer entidade da administração direta ou indireta são sempre avaliadas nos termos da lei". Mensagens com teor similar ao do cartaz passaram a circular após o presidente Jair Bolsonaro indicar o general Joaquim Silva e Luna para assumir a presidência da Petrobras. O anúncio da troca no comando da petrolífera ocorreu depois de Jair Bolsonaro fazer críticas à gestão da Petrobras e às sucessivas altas no preço dos combustíveis. A Petrobras convocou na terça-feira (23) uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para destituir Roberto Castello Branco da presidência da estatal. Em comunicado, a companhia disse que a AGE vai ser realizada antes da Assembleia Geral Ordinária (AGO) deste ano. A data ainda será definida. É #FAKE que 300 funcionários da Petrobras foram demitidos Reprodução Vídeo: Veja como identificar se uma mensagem é falsa Como identificar se uma mensagem é falsa VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Initial plugin text

Número de brasileiros com carteira assinada é o menor desde 2012, mostra IBGE


Em 2020, média anual ficou em 30,6 milhões de pessoas, com queda de 7,8% (menos 2,6 milhões) em relação a 2019. O número de trabalhadores com carteira assinada caiu em 2020 para o menor contingente já registrado pela série histórica da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, iniciada em 2012. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a média anual ficou em 30,6 milhões de pessoas, uma queda de 7,8% (menos 2,6 milhões) em relação a 2019, quando o número de empregados formais somou 33,2 milhões. Em 2014, chegou a 36,4 milhões. No 4º trimestre, o número de pessoas com carteira de trabalho assinada no setor privado foi estimado em 29,9 milhões de pessoas, o que corresponde a uma alta de 1,8% (mais de 519 mil) frente ao trimestre anterior, mas tombo de 11,2% (menos 3,8 milhões de pessoas) na comparação com o mesmo período de 2019. Taxa média de desemprego em 2020 é a maior já registrada pelo IBGE Falta de trabalho atinge 32 milhões de brasileiros no final de 2020 Em 2020, país registrou o menor contingente tanto de carteira assinada quanto não assinada no mercado de trabalho Economia/G1 O número de empregados sem carteira assinada também foi o menor da série. A média anual foi de 9,7 milhões de pessoas, queda 16,5% (menos 1,9 milhão) em relação a 2019. Já o contingente de trabalhadores por conta própria somou 22,7 milhões na média anual de 2020 e caiu 6,2% (menos 1,5 milhão de pessoas) na comparação com o ano anterior. O total de empregadores também caiu em 2020. A média anual recuou 8,5% frente a 2019, passando de 4,4 milhões para 4 milhões. 7,3 milhões perderam a ocupação em 2020 Economia G1 Na média anual, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas, para 86,1 milhões, chegando também ao menor número da série anual. ?Pela primeira vez na série anual, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%?, destacou a analista da pesquisa do IBGE, Adriana Beringuy. Governo fala em 'retomada vigorosa' A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia avaliou, em nota, que os dados do Caged e do IBGE mostram uma "retomada vigorosa do emprego" no último trimestre do ano passado, principalmente no setor informal. "À medida que a atividade se recupera ao longo de 2021, principalmente o setor de serviços, o total de trabalhadores informais se elevará, reduzindo o contingente de pessoas sem emprego na força de trabalho ampliada", afirmou. Brasil criou 142 mil postos formais de trabalho em 2020, segundo governo Brasil fecha o ano com maior taxa média de desemprego desde 2012

Falta de trabalho atinge 32 milhões de brasileiros no final de 2020; destes, 5,8 milhões desistiram da procura, diz IBGE

Na comparação com o mesmo trimestre de 2019, aumentou em 5,9 milhões o número de brasileiros afetados pela falta de trabalho. No ano, o número de desalentados bateu recorde - foram 5,5 milhões de trabalhadores que desistiram de procurar emprego. Dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, no quarto trimestre de 2020, faltava trabalho para 32 milhões de brasileiros. Dentre eles, 5,8 milhões desistiram de procurar uma oportunidade no mercado de trabalho. Este contingente forma o que o IBGE classifica como trabalhadores subutilizados. Ele reúne os desempregados, os desalentados (que desistiram de procurar emprego), aqueles que estão subocupados (trabalham menos de 40 horas semanais), e os que poderiam estar ocupados, mas não trabalham por motivos diversos. Desemprego cai para 13,9% no 4º trimestre, mas taxa média em 2020 é a maior já registrada pelo IBGE País perde 1,5 milhão de trabalhadores domésticos em 1 ano, aponta IBGE Na comparação com o quarto trimestre de 2019, aumentou em 5,9 milhões o número de trabalhadores subutilizados, o que corresponde a um crescimento de 22,5%. Já na média anual, esse contingente chegou a 31,2 milhões, o maior já registrado pelo IBGE, com alta de 13,1% em relação à média do ano anterior, que equivale a 3,6 milhões de pessoas subutilizadas a mais. Veja o que são considerados trabalhadores subutilizados, para os quais faltava trabalho, e quantos estavam nessa condição no 4º trimestre de 2020: 13,9 milhões de desempregados: pessoas que não trabalham, mas procuraram empregos nos últimos 30 dias; 6,8 milhões de subocupados: pessoas que trabalharam menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais; 11,3 milhões de pessoas que poderiam trabalhar, mas não trabalham (força de trabalho potencial), grupo que inclui: - 5,8 milhões de desalentados (que desistiram de procurar emprego) e - 5,5 milhões de pessoas que podem trabalhar, mas que não têm disponibilidade por algum motivo, como mulheres que deixam o emprego para cuidar os filhos. Brasil fecha o ano com maior taxa média de desemprego desde 2012 Com este contingente, a taxa composta de subutilização ficou em 28,7%, 5,8 pontos percentuais a mais que a registrada no 4 trimestre de 2019, que foi de 23,0%. Já a taxa média anual de subutilização ficou em 28,1% - a maior já registrada pelo IBGE - 3,9 p.p. acima do ano anterior, que foi de 24,2%. Desalento bate recorde no ano A crise no mercado de trabalho em 2020 fez com que o desalento batesse recorde no país. Na média anual, chegou a 5,5 milhões o número de brasileiros que desistiram de procurar emprego, número 16,1% maior que o de 2019 e o maior já registrado pelo IBGE. Para a analista da pesquisa do IBGE, Adriana Beringuy, pandemia está diretamente relacionada com o aumento do desalento. ?Com os impactos econômicos da pandemia, muitas pessoas pararam de procurar trabalho por não encontrarem na localidade em que vivem ou por medo de se exporem ao vírus", disse. Segundo a pesquisadora, o mesmo foi observado entre a população na força de trabalho potencial, que também cresceu ao longo do ano. "Esse processo causado pela pandemia, somado às dificuldades estruturais de inserção no mercado de trabalho, podem ter reforçado a sensação de desalento?, enfatizou.

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto de Libertação
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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08:00 Escola Dominical
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
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