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iOS 15 e Android 12: veja o que vai mudar nos sistemas para celulares


Apple e Google anunciaram mudanças na interface e novos recursos para os softwares dos smartphones. Confira os detalhes e quando as atualizações chegarão nos aparelhos. iOS 15 ganhou SharePlay, Texto ao Vivo e mudanças nas notificações. Divulgação/Apple Todos os anos a Apple e o Google demonstram as novas versões dos seus sistemas operacionais para celulares, o iOS e o Android, respectivamente. A fabricante do iPhone anunciou suas novidades na última terça-feira (7) em sua conferência global para desenvolvedores (WWDC, na sigla em inglês). O Google, por sua vez, fez a sua apresentação em 18 de maio, durante o Google I/O. Confira todas as novidades do iOS 15 e do Android 12: iOS 15 A nova versão do sistema do iPhone já está disponível na versão de testes para desenvolvedores, mas, a Apple informou que a versão estável só será liberada no outono do hemisfério Norte, isto é, entre setembro e dezembro (veja ao fim da reportagem quais celulares serão compatíveis). Novas notificações As notificações do iOS 15 foram redesenhadas: elas passarão a exibir fotos de quem enviou uma mensagem e ícones maiores de aplicativos. Novo sistema de notificações do iOS 15. Divulgação/Apple O sistema também terá uma coletânea de notificações que considera de pouca urgência. Ela é entregue uma só vez de manhã ou à noite ? serviços de mensagens continuarão alertando em tempo real. Foco O modo Foco é uma tentativa da Apple de reduzir distrações de acordo com o momento do dia. Funcionará como uma espécie de "perfil de uso": será possível configurar o modo de trabalho e o modo pessoal, por exemplo. Ao alternar entre os perfis, o celular vai bloquear notificações de determinados apps e priorizar de outros. Modo Foco do iOS 15. Divulgação/Apple A tela inicial também poderá ser configurada de forma personalizada, com aplicativos de trabalho na primeira página durante o expediente, por exemplo. O iOS irá sugerir o modo Foco automaticamente com base nos horários pessoais, de trabalho e de dormir. O perfil de uso selecionado poderá ser sincronizado entre todos os aparelhos da Apple. FaceTime O FaceTime, serviço de videochamadas da Apple, vai ficar mais aberto: usuários do Windows ou do Android poderão entrar nas ligações. Até agora, a ferramenta era restrita para quem tinha produtos da empresa. FaceTime poderá ser acessado pelo navegador no Windows e no Android. Reprodução Os usuários de iPhone ou de outros dispositivos da Apple poderão enviar o link da chamada para outros participantes, como já acontece com ferramentas como o Google Meet e Zoom. O FaceTime também terá opções para melhorar a qualidade de áudio e para desfocar o fundo da imagem. SharePlay Função SharePlay no iOS 15. Divulgação/Apple O serviço de chamadas da Apple ganhou ainda o SharePlay, que permitirá assistir séries e vídeos simultaneamente com amigos que também tiverem um iPhone (ou iPad ou Mac). Quem estiver assistindo pode pausar, avançar ou voltar e o outro participante ficará sincronizado. Texto ao Vivo O iOS 15 ganhou recursos de inteligência artificial que se assemelham ao do Google Lens, aplicativo do concorrente. Ferramenta no iOS 15 vai permitir copiar texto de foto. Divulgação/Apple Ao acessar as fotos no rolo da câmera, será possível tocar e segurar sobre um objeto para obter informações como a raça de um cachorro ou a localização de um estabelecimento. Esse recurso também permitirá copiar da foto um texto escrito à mão. Outras novidades O navegador Safari vai liberar um novo visual; O aplicativo Notas permitirá criar hashtags para categorias e marcar outros usuários; O aplicativo Fotos tem nova interface e integração com Apple Music para criar automaticamente vídeos com colagens; O aplicativo de e-mail ganhará uma proteção de privacidade para esconder seu endereço de IP e localização, além de bloquear serviços que avisam se o usuário abriu uma mensagem; O aplicativo Apple Maps terá interface repaginada com novo modo noturno; Relatório de Privacidade de Apps, que irá mostrar como cada aplicativo acessou informações, dados e sensores como câmera e microfone; A Siri, assistente de voz do sistema, vai processar todas as informações localmente, o que, segundo a Apple, vai deixá-la mais ágil; O iCloud ganhou um recurso de "herança", no qual será possível definir um contato que poderá solicitar acesso aos seus dados. Android 12 O Android 12 já disponibilizou sua versão de testes, mas, por enquanto, ela está disponível apenas para alguns celulares. A expectativa do Google é que o sistema chegue à sua versão estável no terceiro trimestre de 2021. No entanto, a maior parte dos usuários deverá levar mais tempo para receber a atualização. Isso porque cabe a cada fabricante definir quando os seus smartphones receberão a nova geração do sistema operacional (veja no fim da reportagem quais celulares já suportam o Android 12). Novo visual O Android 12 ganhou nova linguagem visual, considerada pelo Google como a maior mudança desde a criação do sistema. O padrão, batizado de "Material You", é mais colorido e personalizável, de acordo com a empresa. Novo visual do Android 12. Reprodução/Google Entre as novidades, está a mudança automática nas cores dos botões para deixá-los mais parecidos com o papel de parede na tela inicial. A plataforma identifica as cores predominantes da imagem e, então, utiliza tons semelhantes em suas telas. A alteração poderá ser observada em áreas como tela de notificações, tela de bloqueio, controles de volume e widgets. Nova tela de notificações O Google afirmou que a área de notificações do Android 12 foi modificada para ajudar usuários a concluírem suas tarefas mais rapidamente. Novo tela de notificações do Android 12. Divulgação/Google A tela facilitará o acesso a configurações como Wi-Fi e Bluetooth. Quando uma delas for selecionada, o sistema abrirá uma janela rápida para fazer os ajustes, sem precisar abrir as configurações. Além disso, os botões com acesso rápido poderão ser personalizados. Recursos de privacidade O sistema ganhou uma lista para indicar quais aplicativos têm acesso a permissões como microfone, câmera e localização. O Painel de Privacidade, como é chamado, informará o que cada serviço pode acessar e qual a frequência com que eles utilizam essas informações. Além disso, a seção permitirá remover permissões aos apps. A plataforma exibirá ainda um ícone no topo direito da tela, que aparecerá quando a câmera ou o microfone estiverem sendo utilizados. O objetivo é garantir que você saiba quando os componentes estão ativos para evitar gravações sem o seu conhecimento. Android 12 sinalizará quando microfone ou câmera do celular estão sendo usados. Divulgação/Google Quem preferir pode desativar os componentes em todo o sistema e liberá-los quando eles precisarem ser usados pelos aplicativos. Neste caso, os apps deverão pedir permissão a cada vez que precisarem usar microfone ou câmera. Outras novidades: O Google Assistente poderá ser acionado ao apertar e segurar botão de liga/desliga; Em sites compatíveis, o Google Assistente pode realizar no Chrome todo o processo de mudança de senhas para os usuários; O Google Lens permitirá pesquisar por produtos que aparecem em capturas de tela; O Google Maps mostrará informações sobre circulação em bairros, e não apenas em determinados estabelecimentos; O smartphone poderá ser usado para destrancar carros com Android Auto. Celulares que receberão iOS 15 e Android 12 De acordo com a Apple, o iOS 15 será liberado para os seguintes aparelhos: iPhone 6s e 6s Plus; iPhone SE e SE 2ª geração; iPhone 7 e 7 Plus; iPhone 8 e 8 Plus; iPhone X; iPhone XR iPhone XS e XS Max; iPhone 11, 11 Pro e 11 Pro Max; iPhone 12, 12 mini, 12 Pro, 12 Pro Max. Já a disponibilidade do Android 12 será definida por cada fabricante. Mas, o Google informou que a versão de testes do sistema já está disponível nestes celulares: Asus Zenfone 8; Google Pixel 3, 3 XL, 3a, 3a XL, 4, 4 XL, 4a, 4a (5G) e 5; OnePlus 9 e 9 Pro; Oppo Find X3 Pro; Realme GT; Aquos Sense 5G; Tecno Camon 17; TCL 20 Pro 5G; Vivo iQOO7 Legend; Xiaomi Mi 11, Mi 11 Ultra, Mi 11i e Mi 11x Pro; ZTE Axon 30 Ultra 5G.

'O crescimento não virá sozinho pela força da gravidade', diz Gustavo Franco, ex-presidente do BC


Economista afirmou que país não está sendo capaz de avançar e que sensação é de "tempo perdido". Ele lançou o livro ?Lições Amargas: Uma História Provisória da Atualidade?. Ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco afirma que Brasil ficou para trás A coleção de indicadores recentes apontando a recuperação da economia brasileira não anima o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco. Segundo o economista, a melhora representa apenas o retorno para onde estávamos antes da pandemia e onde estávamos nos últimos 20 anos. Além disso, o país está há muitos anos debruçado sobre o tema do desenvolvimento econômico, com um cardápio de reformas à sua frente. PIB do Brasil cresce 1,2% no 1º trimestre e volta ao patamar pré-pandemia Veja 5 fatores que explicam a surpresa com o PIB do 1º trimestre e 5 pontos de preocupação Na contramão do PIB, renda do brasileiro cai 10% com inflação em alta e desemprego recorde Não fazemos as reformas, não saímos do lugar e estamos esperando uma recuperação conjuntural. O crescimento não virá sozinho pela força da gravidade. Virá dos esforços reformistas bem-sucedidos que formos capazes de empreender. A normalização agora nos põe de volta ao ponto de partida do jogo. Mas não estamos sendo capazes de avançar, infelizmente?, disse Franco. A analogia entre o curto prazo marcado pela pandemia e as últimas décadas é feita pelo economista no recém-lançado livro ?Lições Amargas: Uma História Provisória da Atualidade?. Gustavo Franco foi presidente do Banco Central e ficou conhecido pela implantação do Plano Real Fiesc/Divulgação ?As duas trajetórias são frustrantes. A sensação é de tempo perdido. Todos tínhamos anos atrás a expectativa de que o Brasil seria um país rico e isso não aconteceu. É frustrante?. Ele ressalta que países que deram certo nas últimas décadas em matéria de desenvolvimento econômico, que transitaram de uma situação de renda média e se tornaram ricos, colocaram em prática muitas ações que estão consagradas nos livros de economia. ?Se a gente não adotar as melhores práticas internacionais em economia, em meio ambiente, em contabilidade, as coisas não vão funcionar. E, no entanto, por serem práticas internacionais, a gente acha que é uma submissão ao imperialismo adotar o que o resto do mundo adotou e deu certo. É mais ou menos o que acontece nessa discussão sobre a ciência. Aqui no Brasil, nós temos um ambiente muito amistoso para as visões alternativas sobre economia. A gente quer sempre fazer diferente. E não funciona?, avalia. Segundo o economista, as recuperações no Brasil não são mais do que conjunturais e efêmeras. Ele cita o caso da Coreia do Sul, que nos anos 80 tinha o mesmo nível de renda do Brasil e hoje é três vezes mais rica do que nós. ?Nós ficamos para trás. E não vamos sair do buraco se não reconhecermos que estamos no buraco. Temos toda a capacidade de sair e criar uma economia dinâmica. Mas não fazendo tudo o que temos feito?. Ele diz que a pandemia talvez tenha nos ensinado o valor da medicina convencional, assim como de outras áreas do conhecimento, onde se acumulou experiências e sabedorias que podem ser aproveitadas. "Isso não é mau. Mau é fingir que isso não existe. É o negacionismo.?

Preço do diesel fecha semana estável nos postos do Brasil; gasolina e etanol sobem


Em nota, estatal afirmou que evita o repasse imediato para os preços internos. Abastecimento em posto de combustível no Distrito Federal TV Globo/Reprodução O preço médio do óleo diesel nos postos de combustíveis do Brasil fechou a semana estável em relação à anterior, enquanto os valores de etanol e gasolina tiveram alta no período, mostrou pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (11). De acordo com o levantamento da reguladora, o preço médio do diesel nas bombas atingiu R$ 4,492 por litro, após ter encerrado a semana anterior cotado a R$ 4,49. O combustível mais consumido do Brasil tem se mantido próximo à estabilidade desde meados de maio, tendo acumulado uma alta discreta de 0,22% entre a pesquisa referente à semana finalizada em 22 de maio e a publicada nesta sexta (11). O movimento ocorre depois de um salto visto no início do mês passado, quando chegou ao fim o período de dois meses de isenção do PIS/Cofins incidente sobre o produto ? medida tomada pelo governo federal para conter uma escalada dos preços. A gasolina, enquanto isso, apurou leve aumento de 0,35% ao longo da última semana, atingindo valor médio de R$ 5,676 por litro. Esta foi a oitava semana consecutiva de alta no preço do combustível, segundo dados da ANP. Já o etanol, concorrente direto da gasolina nas bombas, teve variação positiva de 1,2% na semana, para R$ 4,388 o litro. A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (11) que vai reduzir o preço da gasolina em suas refinarias em 2% a partir de sábado, no primeiro reajuste de valores desde o início de maio. Já o diesel ? cujo valor também foi alterado pela última vez em 1º de maio ? seguirá no mesmo patamar atual. "Importante reforçar o posicionamento da Petrobras que busca evitar o repasse imediato para os preços internos causado por eventos conjunturais", disse a empresa, em nota. Os preços nos postos, no entanto, não acompanham necessariamente e de imediato os valores nas refinarias, e dependem de uma série de fatores, incluindo impostos, mistura de biocombustíveis e margens de distribuição.

Indústria de bebidas ganhou bilhões com consumo ilegal de álcool por menores nos EUA, diz estudo


Percentual do valor arrecadado com a venda de bebidas a menores caiu de 2011 a 2016. Ainda assim, pesquisadores consideram que autoridades devem formar políticas para que as fabricantes revertam o lucro com esse comércio irregular para a prevenção do uso do álcool por crianças e adolescentes. Pessoas brindando copos com cerveja Giovanna Gomes / Unsplash / Divulgação Fabricantes de bebidas alcoólicas ganharam US$ 17 bilhões com o consumo de álcool por menores de idade nos Estados Unidos em 2016, mostrou um estudo publicado na quinta-feira (9) por quatro pesquisadores na revista científica "Journal of Studies on Alcohol and Drugs". Esse valor representa cerca de 7,4% dos mais de US$ 237 bilhões arrecadados pela indústria das bebidas naquele ano. É um percentual significante, mas já foi maior: em 2011, o montante ganho pelas fabricantes com venda ilegal de bebidas para menores chegava a 10% (US$ 20,9 bilhões) do total. Leia também: Consumo de cerveja 'migra' para dentro de casa com a pandemia Em 7 anos, brasileiro passou a beber mais e a fumar menos Pesquisa indica mais consumo de álcool como efeito do isolamento VÍDEO: veja como saber se você é dependente do álcool Alcoolismo: como saber se você é dependente do álcool? O estudo também mostrou que o consumo de álcool por jovens chegou a 8,6% de toda a bebida colocada à venda em 2016 ? menos do que os 11,73% registrados em 2011. Os autores criticam, no artigo, a contradição entre as campanhas contra o uso de álcool por menores de idades e o fato de as fabricantes lucrarem com esse público. "Isso mostra uma oportunidade para criar e fazer cumprir políticas para que as empresas usem esses lucros da indústria para ajudar a atingir uma meta de prevenção do consumo de álcool por jovens", dizem os autores. Vale lembrar que, nos Estados Unidos, a idade mínima para a compra de bebidas alcoólicas de acordo com a lei é 21 anos ? diferentemente do Brasil, onde essa idade mínima é de 18 anos. Em parte da Europa, autoriza-se o consumo de alguns tipos de bebidas, com menor teor alcoólico, a partir dos 16. Veja no VÍDEO abaixo: misturar álcool com energético pode acelerar batimentos cardíacos Combinar bebida alcoólica com energético pode acelerar os batimentos e aumentar a pressão Venda de álcool a menores é crime no Brasil O Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe a venda ou fornecimento de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, e prevê prisão e multa aos infratores. Veja abaixo o que diz a lei: Art. 243. Vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar, ainda que gratuitamente, de qualquer forma, a criança ou a adolescente, bebida alcoólica ou, sem justa causa, outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica: Pena - detenção de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa, se o fato não constitui crime mais grave. VÍDEOS: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
08:00 Escola Dominical
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: