Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

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Aneel elimina cobrança adicional na conta de luz em dezembro para famílias de baixa renda


Com bandeira verde, famílias de baixa renda não precisarão mais pagar cobrança adicional. Valor extra em novembro foi de R$ 1,87 para cada 100 kWh consumidos no mês. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (26) que em dezembro a conta de luz das famílias de baixa renda incluídas na Tarifa Social de Energia Elétrica terá bandeira tarifária verde. Com isso, a conta de luz da tarifa social não terá mais nenhuma cobrança adicional. De acordo com o comunicado divulgado pela agência, a bandeira verde "indica condições favoráveis de geração de energia". G1 Em novembro, a Aneel havia acionado a bandeira amarela para a tarifa social, com adicional na conta de luz de R$ 1,87 para cada 100 kWh consumidos no mês. Até outubro, estava acionada a bandeira vermelha e as famílias de baixa renda tinham que pagar um extra de R$ 9,49 para cada 100 kWh. Diante das chuvas verificadas em outubro e esperadas para novembro, o que eleva o nível dos reservatórios das hidrelétricas, a Aneel decidiu reduzir a bandeira para amarela a partir de novembro. Início da época de chuvas melhora nível de água dos reservatórios A bandeira vermelha é a mais cara que pode ser aplicada aos consumidores da tarifa social porque as famílias de baixa renda são isentas de pagar a bandeira escassez hídrica. Em vigor para os demais consumidores, a bandeira escassez hídrica é a mais cara do sistema, com adicional de R$ 14,20 por 100 kWh consumidos ao mês. O sistema de bandeiras tarifárias é uma cobrança aplicada às contas de luz quando o custo de produção de energia aumenta. É o que aconteceu neste ano, devido à crise energética. O país tem acionado as usinas termelétricas (mais caras e poluentes) e importado energia da Argentina e do Uruguai para garantir o fornecimento de eletricidade aos consumidores. Desconto A Aneel informou, ainda, que as famílias de baixa renda continuam tendo direito ao desconto nas tarifas, que varia de 10% a 65% de acordo com a faixa de consumo. O desconto é concedido nos primeiros 220 kWh consumidos mensalmente por clientes residenciais. A exceção são as famílias indígenas e quilombolas inscritas no Cadastro Único, que têm desconto de 100% até o limite de consumo de 50 kWh/mês. Inclusão automática O presidente Jair Bolsonaro sancionou, no início de setembro, uma lei que determina a inscrição automática de famílias de baixa renda como beneficiárias da tarifa social. A intenção é facilitar as inscrições no programa a partir do compartilhamento das informações do Cadastro Único pelo Executivo. Antes da lei, interessados precisavam solicitar a inscrição por telefone ou dirigir-se à distribuidora para pedir o benefício. Segundo a Aneel, o número de beneficiários da tarifa social pode dobrar em 2022 e chegar a quase 24 milhões. Atualmente, 12,3 milhões de famílias são beneficiárias da tarifa social, programa que custa cerca de R$ 3,6 bilhões por ano. Esse valor é pago por todos os consumidores de energia elétrica por meio de cobrança de encargo nas contas de luz. Há outras 11,5 milhões de famílias que se enquadram nos critérios para participar do tarifa social e que podem ser incluídas no programa a partir do ano que vem, quando as distribuidoras de energia terão que implantar o cadastrado automático de beneficiários. O cadastro automático entra em vigor em 11 de janeiro de 2022 e será feito pelas próprias distribuidoras de energia, com base nos dados do CadÚnico e do BPC. Quem tem direito Têm direito à tarifa social: famílias inscritas no Cadastro Único do governo federal, com renda per capita menor ou igual a meio salário mínimo; idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC); famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal de até três salários mínimos com um integrante que, devido a uma doença ou a uma deficiência, faça uso contínuo de aparelhos médicos que consomem energia elétrica.

Black Friday 2021: vendas pela web movimentam R$ 4 bilhões; veja como foi o dia no país


Até as 17h desta sexta, número de vendas pela internet atingiu 5,6 milhões, praticamente a mesma quantidade registrada em 2020. Black Friday nos EUA marca a volta dos consumidores às lojas físicas. A poucas horas do fim, a Black Friday 2021 no Brasil teve lojas com pouca movimentação e descontos mornos no e-commerce. Entre as justificativas, estão o alto índice de inflação do país e a desvalorização do real frente ao dólar. Levantamento realizado pela Neotrust aponta que o número total de compras realizadas pela internet desde o primeiro minuto de quinta-feira (25) até às 17h desta sexta (26) chegou a 5,6 milhões ? praticamente a mesma quantidade registrada em 2020. 2019 x 2021: Compare movimento da Black Friday; FOTOS Black Friday 2021: veja imagens pelo Brasil Tudo sobre a Black Friday 2021 Ao todo, o valor faturado até às 17h foi de R$ 4 bilhões ? um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Pela primeira vez, a categoria de alimentos apareceu na lista dos 10 itens mais procurados pelos brasileiros na data, segundo pesquisa da Ebit/Nielsen. O número de pedidos de alimentos e bebidas no comércio online cresceu 10%, e o volume de vendas, 17%. O g1 acompanhou a movimentação das vendas pelas principais cidades do país. Confira abaixo: Recife Grávida de 8 meses, Laisa Santana esperava encontrar promoções maiores nesta sexta (26) no Recife Suzana Souza/g1 Em Recife, Pernambuco, as primeiras horas do dia começaram com pouco movimento, mesmo com o comércio abrindo mais cedo. Ainda assim, algumas pessoas chegaram nas primeiras horas da manhã em busca de promoções de televisões, fraldas e outros itens. Grávida de oito meses, a dona de casa Laisa Santana, de 21 anos, contou que reservou a data para procurar os últimos itens do enxoval da filha em shoppings da capital. ?Viemos atrás de fralda, mas estou vendo que não está valendo a pena. Ano passado, eu vi a mesma marca por R$ 4 a menos. Tudo está mais caro. Só vou levar porque já estou aqui?, relatou. A dona de casa costuma frequentar as promoções da Black Friday e percebeu uma diminuição na quantidade de pessoas nas lojas. ?Está tudo calmo demais. Acho que o pessoal está sem dinheiro e as coisas estão caras demais. Não tem para que acordar cedo e vir atrás", disse. Campina Grande Mulher madruga em fila de loja na PB para comprar doces para os netos na Black Friday TV Paraíba/Reprodução Em Campina Grande, Paraíba, um grupo de pessoas resolveu chegar cedo em uma loja de departamento para aproveitar as promoções. Uma delas é uma trabalhadora que madrugou e, por volta das 5h50, já estava na frente do estabelecimento. ?Acordei cedo pra ver se tinha alguma promoção. Só [vou comprar] coisa doce para os netos?, revelou. A cliente explicou que a preferência pelos doces nas compras tem a finalidade de garantir um ?Natal adocicado? na hora de presentear as crianças da família. Alagoas Consumidoras pesquisam preços de geladeiras na Black Friday, no centro de Maceió Ana Clara Pontes/g1 A Black Friday no centro de Maceió, em Alagoas, não foi como os consumidores esperavam. Os clientes ouvidos pela reportagem do g1 nesta sexta-feira (26) relataram que os descontos nos preços dos produtos não estavam tão expressivos, o que os deixou decepcionados. Já os lojistas relataram que o movimento estava abaixo do registrado no período em anos anteriores. As lojas abriram em horário antecipado, por volta das 6h. O horário de fechamento também deve ser estendido em até duas horas, ficando abertas para os clientes até por volta de 19h. Ana Paula, grávida de oito meses, disse que esperou a Black Friday para comprar itens do enxoval porque achou que encontraria preços melhores. "Eu comprei fraldas, ainda vou comprar lençol, coisas para o bebê, mas os preços estão mais ou menos". Santos A dona de casa Elizete Aparecida Santos Vieira foi até a loja com a intenção de comprar uma caixa de som em São Vicente Matheus Croce/g1 Dezenas de clientes foram logo cedo para as lojas do Centro de São Vicente, no litoral de São Paulo, com a intenção de aproveitar os descontos da 'Black Friday'. A tradicional data de descontos do varejo deve movimentar as lojas e sites nesta sexta-feira (26). Em uma das lojas, os itens mais procurados eram fritadeiras e liquidificadores. Os descontos chegam até 80% nos estabelecimentos comerciais da cidade. Para atender os clientes, alguns estabelecimentos decidiram abrir as portas mais cedo, às 8h. A auxiliar de limpeza Graça Lima estava na fila para entrar na loja logo cedo. "Eu não tinha o objetivo de comprar nada, mas estava saindo do médico e vi os preços. Na verdade, mesmo, eu fiquei namorando uma televisão. Pelo que eu vi, os preços estão razoáveis. Dá pra comprar, pelo menos, em várias vezes", disse ela. A dona de casa Elizete Aparecida Santos Vieira foi até a loja com a intenção de comprar uma caixa de som. "Meu marido que gosta e eu vim ver o preço. Para mim, os preços são todos iguais. Poucas coisas estão em conta. Mas, mesmo assim eu vou comprar o som", falou. Belo Horizonte Loja cheia em um shopping no Centro de Belo Horizonte Flávia Ayer/TV Globo Na capital mineira, consumidores foram às compras em busca de descontos. Foi o caso da coordenadora administrativa Poliane Dias. "Saí de casa cedo hoje. Comprei roupas. Usei o dinheiro das férias". Já a assistente administrativa Rafaela Lanzetta pesquisou por meses o preço do aspirador de pó e vai aposentar a vassoura. "Estou pesquisando há dois meses. A gente esperou a Black Friday e conseguiu o desconto que a gente estava esperando". Para os lojistas, a Black Friday é sinônimo de alívio e movimento nas vendas. "Pra gente principalmente porque vem Natal. A expectativa é muita alta, representa uns 20% da nossa meta mensal. Já é Natal", fala a gerente de loja de calçados Cristina Moreira. No momento em que o dinheiro está curto, a sorte é um desconto a mais, mesmo quando ainda se tem um pouco de dúvida, como o corretor de imóveis Leonardo Evangelista. "O ano não está muito propício para as compras, mas acaba que a gente compra alguma coisa". Teresina Teresinenses buscam preços baixos neta sexta-feira (26) Ilanna Serena/g1 Vendedores, gerentes e lojistas da capital não registraram o movimento esperado para a Black Friday, em Teresina. Uma das consumidoras no Centro da cidade foi Beatriz Pimentel, que trabalha com confecções e destacou a necessidade de planejamento e atenção na hora das compras. Ela comprou cerca de 500 unidades de cabide, nesta sexta (26). "Estou comprando esses cabides porque estou precisando, mas não encontrei tantos preços baixos como imaginava. O segredo é pesquisar, muitas pessoas não pesquisam por falta de tempo, mas é a minha dica. Muitos lugares aumentam os preços pra depois diminuir e acaba sendo uma fraude com quem não tem atenção", disse. Esta também é a dica do Procon do estado do Piauí. O assessor técnico do órgão, Ricardo Alves, explicou que o ideal era fazer uma pesquisa de preços dias antes do Black Friday para não cair na maquiagem de preços. No início deste mês de novembro, uma equipe do Procon foi em vários lojas da cidade de Teresina, onde colheu os preços de vários produtos e criou uma tabela que pode ser acessada pela população, no site da instituição. Macapá A aposentada Gilda Ribeiro, 64 anos, comprou uma televisão e vários itens que estavam em promoção, em Macapá Laura Machado/g1 Em Macapá, no Amapá, as lojas e centros comerciais tiveram grande movimentação nesta Black Friday. A aposentada Gilda Ribeiro, 64 anos, entrou nas lojas sem pretensão e acabou abastecendo o carrinho. Ela conta que passou alguns meses guardando dinheiro, mas não tinha um objetivo específico. "Comprei uma televisão por um bom preço, fiz pesquisa e onde está mais em conta e eu estou comprando. É o primeiro ano que participo das promoções, guardei um dinheiro para isso. Enchi o carrinho com tudo que estava barato", contou a aposentada. A economia também fez parte da rotina de Cleia Souza no último ano. A dona de casa de 47 anos conta que o filho guardou dinheiro para comprar o próprio videogame, mas os pais também deram uma ajuda para realizar esse sonho. ?Estou achando ótimo, tudo muito barato. Viemos comprar o videogame do meu filho, guardamos dinheiro o ano todo e agora 'estouramos o cofrinho'?, contou, com felicidade.

Após renúncia de CEO, Telecom Italia indica presidente da TIM como novo diretor-geral


Luigi Gubitosi entregou o cargo após uma batalha com o principal investidor no grupo, a Vivendi, afirmou a companhia, em comunicado. Pietro Labriola, presidente-executivo da TIM no Brasil Reprodução A Telecom Italia perdeu seu quarto presidente-executivo em seis anos nesta sexta-feira (26), depois que Luigi Gubitosi entregou o cargo após uma batalha com o principal investidor no grupo, a Vivendi, afirmou a companhia, em comunicado ao mercado. A empresa nomeou para o posto de diretor-geral Pietro Labriola, atual presidente-executivo da TIM no Brasil e que acumulará a função. Ele vai substituir Gubitosi na função. Gubitosi, porém, não renunciou como membro do conselho de administração da Telecom Italia, impedindo que Labriola se juntasse ao colegiado e fosse indicado para o posto de presidente-executivo. Gubitosi abdicou de suas responsabilidades como presidente-executivo na quinta-feira (25), afirmando em uma carta que não queria ficar no caminho para que o conselho de administração aprove a oferta de aquisição feita pela empresa de private equity norte-americana KKR, de US$ 12 bilhões. No comunicado desta sexta-feira (26), a Telecom Italia afirmou que o conselho de administração iniciou a análise da oferta da KKR. As ações da TIM fecharam em baixa de 2,4%, em meio a uma queda generalizada do Ibovespa causada por temores de investidores sobre a nova variante, "ômicron", do Covid-19.

Black Friday registra aumento de procura por alimentos em promoção, revela levantamento


Pela primeira vez, segundo pesquisa da Ebit/Nielsen, a categoria apareceu na lista dos 10 itens mais procurados pelos brasileiros na data. Consumidor analisa presos em gôndola de supermercado Reprodução/EPTV Uma pesquisa da Ebit/Nielsen mostra que 14% dos entrevistados estão procurando promoções de alimentos na Black Friday deste ano; o índice é dois pontos percentuais maior do que o de 2020. Pela primeira vez, a categoria de alimentos apareceu na lista dos 10 itens mais procurados pelos brasileiros na data. O número de pedidos de alimentos e bebidas no comércio online cresceu 10%, e o volume de vendas, 17%. Em tempos de inflação alta e orçamento curto, promoção serve para garantir o básico: abastecer a geladeira com o que anda em falta no prato. Loreta Andrade Silva, dona de casa, saiu do Campo Limpo, na Zona Sul, e veio até um mercado da Zona Oeste para comprar carne. ?Frango está 12 reais o quilo, aqui está 6,99, e a coxa e sobrecoxa, R$ 7,79. Então o preço está maravilhoso, vale a pena.? Durante o ano todo, o preço dos alimentos não deu trégua. Pressionou mês a mês o bolso das famílias, principalmente das mais pobres, que têm o orçamento quase todo comprometido com os gastos mais básicos. É por isso que, neste ano, produtos do dia a dia entraram na Black Friday dos supermercados. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor da Fipe, os preços dos alimentos subiram, na média, 8,81% na capital de janeiro a outubro. Segundo Marcelo Osanai, líder de e-commerce da Ebit/Nielsen, ?a inflação é um dos motivadores dessa nova tendência que a gente observa?, mas não o único. ?O crescimento de alimentos e bebidas, ou seja, esses produtos mais comuns dos supermercados, ele é uma tendência que veio com o crescimento do e-commerce durante a pandemia. O consumidor foi obrigado a buscar o comércio eletrônico para se abastecer e agora essa tendência continua e principalmente concentrada na Black Friday, com as promoções.? Em nota, a Associação Paulista de Supermercados (Apas) disse que a Black Friday já é a segunda data em que os supermercados mais vendem no ano, perdendo apenas para o Natal. Informou também que, no terceiro e no quarto trimestres, as redes costumam elevar os estoques de 30% a 40% para atender o crescimento na data. VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana

Empresas perdem R$ 140 bilhões na bolsa de valores com preocupação sobre nova variante do coronavírus

Nesta sexta-feira, o principal índice de ações da B3 recuou 3,39%, a 102.224 pontos. Petrobras teve a maior perda e encolheu R$ 16,3 bilhões em valor de mercado. As empresas brasileiras perderam R$ 140 bilhões em valor de mercado nesta sexta-feira (26), segundo um levantamento realizado pela provedora de informações financeiras Economatica. Nesta sexta, o principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, recuou 3,39%, a 102.224 pontos, acompanhando o nervosismo no mercado internacional com a descoberta de uma nova variante do coronavírus. As bolsas da Europa, dos Estados Unidos e da Ásia também registram perdas elevadas. Ao fim do pregão de quinta-feira (25), as ações das empresas listadas na B3 somavam R$ 4,531 trilhões. Nesta sexta, passaram a valer R$ 4,391 trilhões. A maior perda de valor de mercado foi registrada pela Petrobras (R$ 16,340 bilhões), seguida pela Vale (R$ 9,099 bilhões) e Ambev (R$ 8,498 bilhões). A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta a B.1.1.529 como uma "variante de preocupação" e escolheu como nome "ômicron". Mundo em alerta com a ômicron: OMS classifica nova cepa como ?variante de preocupação? A ômicron foi originalmente descoberta na África do Sul. Ela é considerada de preocupação pois tem 50 mutações, sendo mais de 30 na proteína "spike" (a "chave" que o vírus usa para entrar nas células e que é o alvo da maioria das vacinas contra a Covid-19).

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
08:00 Escola Dominical
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: