Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

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Brasil volta ao grupo das 10 maiores economias do mundo com resultado do PIB de 2023


Levantamento mostra que o país ultrapassou o Canadá e a Rússia em termos de valores correntes, com um PIB de US$ 2,17 trilhões. O Brasil voltou ao grupo das 10 maiores economias do mundo, depois de registrar um crescimento de 2,9% no Produto Interno Bruto (PIB) de 2023. Um levantamento da consultoria Austin Ratings ? com base nos dados preliminares de PIBs em valores correntes que já foram divulgados por 54 países ? mostra que o Brasil ultrapassou o Canadá e a Rússia, para ocupar a 9ª posição do ranking, com um PIB de US$ 2,17 trilhões no ano passado. Em 2022, o país foi a 11ª maior economia do mundo, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Os Estados Unidos continuam liderando o ranking. No ano passado, os EUA chegaram a um PIB de US$ 26,9 trilhões, seguidos pela China, com US$ 17,7 trilhões, e Alemanha, com US$ 4,4 trilhões. Confira, abaixo, a lista das 10 maiores: Estados Unidos: US$ 26,9 trilhões China: US$ 17,7 trilhões Alemanha: US$ 4,4 trilhões Japão: US$ 4,2 trilhões Índia: US$ 3,7 trilhões Reino Unido: US$ 3,3 trilhões França: US$ 3 trilhões Itália: US$ 2,18 trilhões Brasil: US$ 2,17 trilhões Canadá: US$ 2,11 trilhões Além do Brasil, o próximo país latino-americano na lista de maiores economias do mundo é o México, na 12ª posição, com um PIB de US$ 1,81 trilhão. LEIA MAIS PIB do Brasil cresce 2,9% em 2023, diz IBGE Haddad comemora PIB de 2,9% e diz que país precisa de mais investimento para crescer Evolução do PIB ano a ano Arte g1 Maiores crescimentos percentuais Já em relação ao crescimento percentual do PIB, o Brasil fica na 14ª posição do ranking, com a alta de 2,9%. O país que mais cresceu percentualmente de 2022 para 2023 foi a Mongólia, com alta de 7,10%, seguido por Índia (6,70%) e Irã (6,40%). Veja a lista abaixo: Mongólia: 7,1% Índia: 6,7% Irã: 6,4% Filipinas: 5,6% Malta: 5,6% China: 5,2% Indonésia: 5% Vietnã: 5% Turquia: 4,5% Islândia: 4,2% Malásia: 3,7% México: 3,4% Hong Kong: 3,2% Brasil: 2,9% Os Estados Unidos, apesar do maior PIB em valores correntes, ficam apenas na 18ª posição em termos de crescimento percentual, com alta de 2,5% em 2023. PIB do Brasil cresce 2,9% em 2023, diz IBGE O PIB do Brasil em 2023 agro, economia, pib, agronegócio Rodolfo Buhrer/Reuters Apesar do crescimento anual de 2,9%, o PIB brasileiro teve comportamento diferente no primeiro e no segundo semestre. Na primeira parte do ano, a economia cresceu com mais força do que era previsto, registrando alta de 1,3% no primeiro trimestre e de 0,8% no segundo, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse crescimento foi puxado, sobretudo, pela agropecuária, que viveu um ano recorde em 2023, com uma alta de 15,1%, e impulsionou outros setores, como as exportações e a indústria de alimentos, por exemplo. Já nos terceiro e quarto trimestres, o PIB ficou no zero a zero, nem cresceu nem subiu. Apesar da estabilidade, o setor de serviços se mostrou resiliente neste período, mesmo com os impactos dos juros altos da economia. Expectativa era maior, mas resultado do PIB foi acima da média, diz Ana Flor

Haddad comemora PIB de 2,9% e diz que país precisa de mais investimento para crescer


Ministro da Fazenda comentou os resultados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (1º). A atividade econômica teve alta de 2,9% em 2023. Olhando para inflação e mercado de trabalho, temos bom espaço para crescer esse ano', diz Haddad O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou nesta sexta-feira (1º) os resultados do Produto Interno Bruto (PIB), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A atividade econômica teve alta de 2,9% em 2023. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. O indicador serve para medir a evolução da economia. Haddad comentou que o resultado fechado do ano surpreendeu até mesmo ao governo, que esperava algo em torno de 2% no início do mandato. ?Muita gente imaginava que, em virtude da política monetária muito restritiva, o PIB do 2º semestre do ano passado ia cair. Muita aposta de que haveria uma desaceleração a ponto de nós termos uma pequena retração na economia?, disse. ?A economia desacelerou. Taxa de juro, vocês estão acompanhando, continua das mais altas do mundo. O PIB desacelerou, mas não o suficiente para nos tirar do entorno ali dos 3%?, afirmou Haddad, reforçando que, dada a permanência das boas condições econômicas, sua equipe projeta um crescimento de 2,2% para 2024. O ministro reforçou que o resultado traz confiança dos agentes para a economia brasileira, mas reconhece que há um processo de desaceleração em curso e o primeiro trimestre de 2024 ainda deve sofrer com os impactos. LEIA TAMBÉM: PIB do Brasil cresce 2,9% em 2023, diz IBGE Evolução do PIB ano a ano Arte g1 Haddad lembra que o consumo das famílias e o ano excepcional da agropecuária tiveram papel fundamental para o resultado do ano passado. O ministro afirma que, agora, o país precisa de investimentos para ter um crescimento sustentável. ?Uma coisa boa que aconteceu no quarto trimestre é que teve uma ligeira melhora na formação bruta de capital e isso é bastante importante porque nós precisamos de investimento para fazer a economia rodar?, disse o ministro. De fato, o recuo mais relevante do ano foi dos Investimentos (-3%). O segmento de máquinas e equipamentos teve queda de 9,4%. Mas, no último trimestre, houve uma reversão dos três períodos de queda que se acumulavam no ano. Houve alta de 0,9%, vinda de um recuo de de 2,2% entre julho e setembro. Com taxas de juros ainda em patamares bastante altos, os empresários seguram investimentos e deixam de renovar infraestrutura, promover ampliações e contratações. São fatores que prejudicam o potencial de crescimento para a economia nos próximos anos. ?Nós queremos criar um ambiente de negócio necessário para que o empresário invista fortemente, porque esse investimento é que realmente melhora as condições econômicas. Com investimento, você cresce sem risco inflacionário?, disse o ministro. Míriam Leitão vê resultado favorável do PIB de 2023: 'Boas notícias e pontos de preocupação' Volta da agenda de reformas Como motivador do apetite para investimentos, o ministro Fernando Haddad reforça que o país passa por um ciclo de queda na taxa de juros com indicadores sustentáveis que será possível ter melhores condições para investidores nos próximos meses. Ele cita ainda que há toda uma agenda de reformas que deve retornar ao centro dos debates, que melhorarão o ambiente de negócios. Sobre a Selic, Haddad diz que a política monetária permanece apertada, mas as perspectivas dão conta de que o ritmo de queda da taxa Selic poderá ser mantido pelo Banco Central (BC). ?Já são 2,5 pontos percentuais abaixo do que no começo do ano passado, então nós temos espaço ainda, um bom espaço, para política monetária em virtude dos indicadores. Não estou falando aqui de desejo pessoal?, afirmou. ?Olhando para inflação e olhando para o mercado de trabalho, olhando para todas as variáveis, nós temos um bom espaço para crescer esse ano?, disse Haddad. ?Organizando as contas públicas por um lado e a política monetária atuando na mesma direção, nós temos condição de manter a projeção de 2,2% de crescimento. Já tem gente falando em mais, mas nós estamos sendo comedidos aqui nas nossas contas.? Por fim, Haddad reforçou que a equipe econômica não pode se descuidar, e que nesta semana voltará a atuar nas negociações com o Congresso Nacional para retomar sua agenda de reformas microecônomicas e de medidas fiscas para equilíbrio das contas públicas. ?Desde o começo, o meu mantra é o mesmo: a política fiscal e monetária tem que andar juntas, na mesma direção. Se isso continuar acontecendo, eu acredito piamente de que nós, quando nós voltarmos a crescer, vai ser um crescimento mais estrutural. E não conjuntural.? ?Vamos conjugar os esforços domésticos que foram feitos em um ano e meio para arrumar a casa aqui, que estava totalmente desorganizada, e os bons ventos que devem começar a soprar da economia internacional ? sobretudo no que diz respeito à política monetária, que deve começar a se afrouxar em algum momento ali pelo meio do ano.? Variac?a?o trimestral do PIB brasileiro Arte g1 Projeções da equipe econômica A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda estimou nesta sexta-feira (1º) que o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano deverá registrar um crescimento de 2,2%. Se confirmado, haverá nova desaceleração do ritmo de expansão da economia. Em 2023, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB brasileiro avançou 2,9% na comparação com o ano anterior. O resultado final foi muito próximo ao de 2022, quando a atividade econômica brasileira teve alta de 3%. Para o mercado financeiro, segundo pesquisa conduzida pelo Banco Central na última semana, o ritmo de atividade do país crescerá menos do que o estimado pelo Ministério da Fazenda, com 1,75% de alta. De acordo com a SPE, do Ministério da Fazenda, a projeção de crescimento de 2,2% para a economia neste ano se baseia nos seguintes pressupostos: menor contribuição do setor agropecuário comparativamente a 2023; recuperação da atividade na Indústria ? guiada pela retomada dos investimentos produtivos e continuidade da expansão da produção extrativa mineral; estabilidade no ritmo de expansão dos Serviços, com a menor contribuição de benefícios fiscais sendo compensada pelo avanço do crédito e resiliência do mercado de trabalho. "A perspectiva é de crescimento mais homogêneo entre atividades cíclicas ? impulsionadas pelo patamar menos contracionista dos juros [juros menores do que em 2023] ? e não cíclicas", acrescentou o Ministério da Fazenda. Pelo lado da demanda, ainda segundo a Secretaria de Política Econômica, a perspectiva deve se refletir em "aumento da contribuição da absorção doméstica para o crescimento, com destaque para a retomada dos investimentos".

FGTS Digital, que promete facilitar vida de empregadores, começa a valer nesta sexta; veja o que muda

Plataforma aproveitará dados do e-Social, onde débitos já são informados de forma individual. Também será possível fazer pagamentos usando PIX. A plataforma do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) Digital começa a operar nesta sexta-feira (1º), com a promessa de facilitar e simplificar a vida dos empregadores ? obrigados mensalmente a recolher o tributo de seus funcionários. Segundo o governo, a nova plataforma vai aproveitar os dados de remuneração inseridos no e-Social ? que já trata os débitos de forma individualizada. Com isso, ao interligar os sistemas, o empregador poderá unir os dados dos contratos e das folhas de pagamento e gerar guias personalizadas. Entenda como vai funcionar o FGTS Digital A plataforma está disponível no site do Ministério do Trabalho ? é possível acessar com a conta gov.br do empregador. Segundo o governo, o sistema permite calcular indenizações compensatórias, obter extratos detalhados por trabalhador e emitir um "resumo consolidado" do empregador. A ferramenta também oferecerá opções de estorno e parcelamento dos valores a serem depositados nas contas dos funcionários. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta semana que os empregadores irão economizar 36 horas por mês de tempo gasto com rotinas de recolhimento do tributo, além de poderem contar com redução de custos operacionais em R$ 144 milhões por ano. "Traz economias de modernização, transparência, eficiência para as empresas. Traz economia de horas trabalhadas. Se somar milhões de empregadores, quantos meses dá no ano? Estamos falando de custo Brasil. Isso é uma resposta de como devemos trabalhar o custo Brasil em termos de eficiência da gestão pública", afirmou Luiz Marinho. De acordo com o Ministério do Trabalho, o FGTS digital permitirá: maior facilidade para emissão e personalização de guias; mais agilidade no processo de individualização (depósitos dos valores recolhidos nas contas vinculadas dos trabalhadores); celeridade no pagamento de FGTS em atraso, com a possibilidade de recolhimento de vários meses em uma única guia; cálculo automático da multa do FGTS com base no histórico de remunerações do eSocial; ferramenta automática para recomposição de salários de períodos anteriores e pagamento da indenização compensatória. ?Os empregadores poderão fazer uso de uma plataforma web com um conjunto de serviços digitais disponíveis, por meio do qual conseguirão, de forma simples, ágil e intuitiva, cumprir sua obrigação de recolhimento do FGTS?, avaliou o coordenador-Geral de Gestão e Fiscalização do FGTS, Virgílio Saraiva Valente. O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), responsável pela viabilização técnica do FGTS Digital, destacou a segurança da plataforma, que, além das ferramentas existentes, também está regido pelas regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). "A nova plataforma apoiará cerca de 4,5 milhões de empregadores na gestão dos mais de 50 milhões de trabalhadores? com vínculos empregatícios emitindo, todos os meses, sete milhões de guias para recolhimento da obrigação", afirmou o diretor-presidente do Serpro, Alexandre Amorim. Vantagens Veja outras vantagens do FGTS Digital, segundo o governo: Automatização de Informações: com o FGTS Digital, haverá atualização automática de informações que precisam ser fornecidas à Caixa e que serão transmitidas pelo FGTS Digital. "Por exemplo, mudanças cadastrais ou contratuais do trabalhador registradas no eSocial. Isso elimina a necessidade de uma chave de liberação do saque do FGTS, em situações de desligamento que dão direito ao saque", explicou o Ministério do Trabalho. Substituição do PIS pelo CPF: adoção do CPF como identificador único do trabalhador, substituindo o uso do PIS. "Essa mudança resolve diversos problemas relacionados à utilização do PIS: como um trabalhador possuir mais de um número PIS que pode estar associado a mais de um trabalhador. Inconsistências dessa natureza podem afetar o recolhimento dos valores devidos nas contas vinculadas dos trabalhadores e dificultam o processo de individualização e de fiscalização", informou o governo. PIX: adoção do PIX como método de pagamento para o FGTS Digital elimina pagamentos duplicados. "Essa inovação elimina problemas da atual sistemática e promove a rapidez na arrecadação e no depósito dos valores recolhidos nas contas vinculadas dos trabalhadores. A adoção do PIX proporcionará expressiva redução de custos com tarifas pagas à rede arrecadadora do FGTS, o que resultará em economias financeiras substanciais para o Fundo", acrescentou o Ministério do Trabalho. Aumento da Rede Arrecadadora: governo diz que haverá um "aumento significativo" da rede arrecadadora do FGTS, que saltará de cerca de 16 instituições conveniadas para mais de 800, ampliando consideravelmente as opções de pagamento.

Bitcoin acima de US$ 60 mil: o que tem impulsionado a criptomoeda?


Os preços do ativo avançaram mais de 43% em fevereiro, na maior alta mensal desde 2020. Criptomoedas / Bitcoin / Ethereum Reuters O bitcoin encerrou o mês de fevereiro no maior ganho mensal em três anos. A criptomoeda saiu de algo em torno de US$ 42,6 mil (R$ 212,3 mil) no final de janeiro para cerca de US$ 61,2 mil (cerca de R$ 305 mil) no último dia do mês passado, segundo cotações da CoinDesk. O número representa um aumento de 43,7% no período. Neste 1º de março, o ativo já chegou a ultrapassar os US$ 62 mil (aproximadamente R$ 309 mil). O movimento tem sido impulsionado pelo fluxo de dinheiro para fundos negociados em bolsa de valores. Isso porque o lançamento, neste ano, de fundos de bitcoin à vista negociados em bolsa nos Estados Unidos abriu a classe de ativos para novos investidores e reacendeu um entusiasmo do mercado que tinha evaporado quando os preços despencaram após a série de colapsos de empresas do setor em 2022. A alta do ativo também chegou a impulsionar outras criptomoedas. O Ethereum, por exemplo, saiu de aproximadamente US$ 2.281 (R$ 11.367) no final de janeiro para algo em torno de US$ 3.340 (R$ 16.644) ? um avanço de 46,4%. Segundo o analista da corretora IG Markets Tony Sycamore disse à Reuters, o impulso no bitcoin sugeriu "um teste e provável quebra" de US$ 69 mil (R$ 343,8 mil). "Se este fosse qualquer outro mercado, provavelmente estaria na categoria 'topo de explosão - não se aproxime dessa bolha'", disse Matt Simpson, analista de mercado sênior do City Index à agência de notícias. "Mas o bitcoin está de volta à sua fase de rali parabólico, sem sinais imediatos de um topo", acrescentou. O presidente da Coinbase Global disse que a corretora está lidando com um aumento no tráfego e os dados da LSEG mostram que cerca de US$ 612 milhões (R$ 3,1 bilhões) fluíram para os 10 maiores ETFs de bitcoin à vista na última quarta-feira (28), o maior fluxo desde 14 de fevereiro. O iShares bitcoin trust, da BlackRock, foi o maior beneficiário do movimento, com US$ 550 milhões (R$ 2,7 bilhões) em entrada de recursos ? o maior valor em um único dia para o fundo desde sua criação em janeiro. Atenções para o 'halving' Os operadores também estão investindo no bitcoin antes do evento de "halving" previsto para abril, um processo que ocorre a cada quatro anos no qual a taxa de liberação de bitcoins para os mineradores é cortada pela metade.  O fornecimento de bitcoin é limitado a 21 milhões moedas, das quais 19 milhões já foram mineradas. Além disso, a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve realizar uma série de cortes nas taxas de juros este ano reduziu os rendimentos disponíveis dos títulos e aumentou o apetite dos investidores por ativos mais arriscados, incluindo ações de tecnologia de rápido crescimento.

Banheiros, Wi-Fi e capacidade para 860 passageiros: como será o trem que ligará Campinas a São Paulo


Modelo ainda não foi definido, mas deve atender exigências. Leilão foi realizado na quinta-feira (29) e terá investimento de R$ 14,2 bilhões em 30 anos. Modelos de trens exportados pela CRRC, empresa chinesa que venceu o leilão do Trem Intercidades CRRC O consórcio C2 Mobilidade Sobre Trilhos, que venceu o leilão para operar o Trem Intercidades (TIC), o Trem Intermetropolitano (TIM) e a linha 7-Rubi, informou que estudará qual modelo de vagão será usado no TIC após a assinatura do contrato com o governo estadual. A assinatura ocorrerá em até quatro meses. O Trem Intercidades (TIC) ligará Campinas (SP) à capital paulista com única parada em Jundiaí (SP). O edital prevê que o modelo dos vagões atenda a algumas exigências em sua estrutura. A fabricante de trens chinesa CRRC, que compõe o consórcio C2 com a empresa brasileira Comporte, exporta modelos para países como Emirados Árabes e Argentina. O material de divulgação da empresa indica, ainda, a utilização de trens no metrô de Chigado (EUA). O consórcio afirma que não há definição sobre qual dos modelos atuais pode inspirar o do TIC. A C2 completa que novos estudos e modernizações das composições devem ser feitos até que o trem entre em operação. Consórcio vence leilão para construir e operar trem entre São Paulo e Campinas Modelos de trens exportados pela CRRC, empresa chinesa que venceu o leilão do Trem Intercidades CRRC Confira como deve ser a estrutura do TIC de acordo com o edital: ? a composição deve ter capacidade para 860 passageiros por viagem; ? nos vagões devem constar banheiros, incluindo os acessíveis; ? deve haver oferta de sinal de internet (Wi-Fi); ? a estrutura também prevê tomada e porta USB para passageiros; ?? haverá telas pelos vagões, com detalhes sobre viagem e trajeto, que poderão ser explorados para publicidade. Detalhes do TIC: Trajeto: Barra Funda - Campinas Tempo de trajeto: 1 hora e 4 minutos Velocidade do trem: até 140 km/h Preço da passagem (previsão): R$ 64 Início da operação: 2031 LEIA TAMBÉM Próximos passos, tarifas, prazos: tudo que você precisa saber sobre linhas de trens leiloadas em SP Modelo de trem da CRRC, empresa chinesa que compõe o consórcio vencedor do leilão do Trem Intercidades CRRC Consórcio vencedor do leilão O consórcio composto pela brasileira Comporte e pela chinesa CRRC, vencedor do leilão promovido pelo governo paulista nesta quinta-feira (29), vai ter a concessão, com investimentos de R$ 14,2 bilhões em 30 anos, de três grandes linhas de trens no estado de São Paulo. Trem Intercidades (TIC): construção e operação da linha que vai ligar, com trens de média velocidade, Campinas (SP) a Estação da Barra Funda, em São Paulo (SP). Trem Intermetropolitano (TIM): implantação da linha que vai atender passageiros em Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Valinhos e Campinas, no interior de São Paulo. Linha 7-Rubi: operação de São Paulo a Jundiaí, hoje nas mãos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O consórcio foi o único a apresentar proposta, que o ofereceu desconto de 0,01% na contraprestação -- valor a ser pago pelo Estado, de R$ 8,06 bilhões. O edital previa que o vencedor seria quem oferecesse o maior desconto. Já o investimento do governo de SP foi mantido, de R$ 8,98 bilhões. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante o leilão do Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte, que vai ligar a cidade de São Paulo à Campinas, realizado na sede da B3, bolsa de valores de São Paulo, nesta quinta-feira (29). BRUNO ESCOLASTICO/E.FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO O início das operações, modernizações e obras, no entanto, não é imediato. Com o leilão nessa quinta, a documentação do consórcio vencedor deve ser analisada e então, no prazo de 120 dias, o contrato assinado. Após a assinatura, o consórcio acompanhará a administração da CPTM na linha 7-Rubi por seis meses. Ao fim desse período, é o consórcio que assume a operação, mas sob supervisão da CPTM por mais 12 meses. Ao fim dos 18 meses, o consórcio passa a operar a linha sem a supervisão. Veja cronograma operacional a partir da assinatura do contrato: 6 meses: início da fase de pré-obra (desapropriações, licenças e projetos) do TIC e do TIM 6 meses: início da fase pré-operacional (transição com a CPTM) da linha 7-Rubi 18 meses: início da concessão com a operação da linha 7-Rubi 2 anos: início das obras do TIC e TIM 5 anos: início da operação do TIM 7 anos: início da operação do TIC expresso entre São Paulo e Campinas Infográfico mostra trajeto previsto e detalhes do projeto do Trem Intercidades, que vai ligar Campinas à Estação da Luz, na capital de SP Arte/g1 Abaixo, confira também: Como foi o leilão O pedido de recuperação judicial da Gol Histórico do projeto O leilão O prazo para recebimento dos envelopes de empresas interessadas, nacionais ou estrangeiras, foi encerrado às 15h17, e houve a abertura das propostas comerciais. A sessão pública do leilão teve início às 15h38 com a leitura das regras. Às 15h56 houve a batida simbólica do martelo pelo consórcio vencedor. Em seu discurso, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), brincou sobre o ato de bater o martelo e fez alusão ao momento de outro leilão, do Rodoanel, quando derrubou o símbolo da B3 durante as marteladas. Tarcísio aproveitou a ocasião para falar sobre a possibilidade de desenvolver projetos com outras ligações por linha férrea. "Emblemático, inovador. É o primeiro com três serviços, a Linha 7, o trem intermetropolitano, e o nosso trem expresso, que vai sair de Campinas, com uma parada em Jundiaí e até São Paulo. Isso vai descomprimir as nossas rodovias, e nos dá oportunidade de sonhar. Por que não fazer Sorocaba a São Paulo? Por que não fazer o São Paulo a Santos? Vamos pensar em outras ligações", disse o governador. O governador ainda afirmou estar confiante na operação do serviço expresso em 2031, tratando o prazo como "factível", apesar da complexidade do projeto. "Aquilo que nós colocamos no estudo, confere com a realidade. A empresa faz, porque tem penalização por descumprimento de prazo, então ela vai lá e verifica se aquele prazo é possível". Documentos são conferidos durante o leilão do Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas (SP), nesta quinta (29), na B3 Arthur Menicucci/g1 "Estabelecemos os mecanismos de compartilhamento de risco, risco de demanda, ou seja, é um projeto que está redondo do ponto de vista de execução e agora também vai caber a nós fazer todo o esforço possível para ajudar, para acelerar esse processo, para fazer com que esse processo possa ocorrer até em antecipação", disse Tarcísio. Para Guilherme Naves, sócio da consultoria Radar PPP, o leilão do projeto pode ser avaliado como um sucesso, apesar de ter apenas uma proposta. "Talvez seja o maior projeto da América Latina em curto prazo, com investimento superior a R$ 13 bilhões. Um projeto bastante específico, complicado. O fato de aparecer um interessado é uma vitória". Do lado de fora da B3, Bolsa de Valores de São Paulo, onde foi realizado o leilão do Trem Intercidades Eixo Norte, o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo fez um protesto contra a privatização da Linha 7-Rubi, prevista no projeto. LEIA TAMBÉM: Entenda como proposta de ligar SP a Campinas por trilhos mudou nas últimas décadas Expectativa por trem rápido anima quem leva mais de 3h até a capital: 'Vou usar com certeza' Recuperação judicial da Gol Batida simbólilca do martelo pelo consórcio que venceu o leilão do Trem Intercidades (TIC) entre Campinas (SP) e São Paulo Reprodução/B3 Responsável por 60% do Consórcio C2 Mobilidade sobre Trilhos, a brasileira Comporte pertence à família Constantino, que fundou a Gol. A empresa entrou em janeiro com um pedido de reestruturação financeira nos Estados Unidos, em processo semelhante à recuperação judicial brasileira. Questionado se o fato poderia atrapalhar o projeto, José Efrain, diretor do consórcio, destacou que estão "preparados para enfrentar essas situações e os assuntos da Gol são tratados apartados do leilão." Efrain aproveitou para destacar que o grupo brasileiro atua no ramo de mobilidade, e que está ampliando o portfólio sobre trilhos. "Nós do grupo Comporte somos uma holding 100% voltada para a mobilidade. Então, está no nosso escopo e no nosso DNA o atendimento aos usuários quer seja sobre pneus, ou trilhos. E nesse caso nós fomos vencedores já no ano passado do Metrô BH e também já temos a experiência do VLT da baixada santista. E, com isso, nós estamos ampliando o nosso portfólio sobre trilhos". Histórico do projeto O Trem Intercidades é discutido pelo governo de São Paulo pelo menos desde 2013, quando foi anunciado para 2014 o prazo para publicação do edital que previa uma Parceria Pública Privada (PPP) para ligar a capital tanto ao interior quando à Baixada Santista. À época, a proposta previa 430 quilômetros de extensão, com início por Campinas, mas teria dois eixos, um indo de Americana até o litoral, e outro entre Sorocaba e Taubaté. O projeto chegou a ser usado, em 2014, como promessa em campanha de reeleição de Geraldo Alckmin ao governo do estado. Quatro anos depois, o então candidato ao governo de São Paulo, João Doria, garantiu que iria, se eleito, tocar o projeto do antecessor, ainda com previsão de ligação entre Americana e a capital, em uma PPP sem uso de dinheiro público na implantação. A discussão pelo Trem Intercidades ganhou um novo personagem quando, em dezembro de 2018, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) defendeu o prolongamento do sistema até Limeira (SP), por entender que o trecho poderia acrescentar um movimento maior ao transporte por trilhos. Viagem teste percorreu trajeto do futuro Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas Reprodução/EPTV Em 2019, o então ministro da Infraestrutura e atual governador de SP, Tarcísio de Freitas, disse em audiência na Comissão de Transportes da Câmara dos Deputados que o governo federal pretendia atrelar a implantação do trem intercidades, ainda previsto para chegar até Americana (SP), à renovação da concessão das linhas férreas, sob responsabilidade das empresas de carga. É em 2019 que é dado início a sondagem de mercado do projeto, tendo sido realizadas audiência e consulta pública no ano de 2021, e depois uma sondagem de mercado pública em setembro do mesmo ano. Em 2022, sob a gestão do governador Rodrigo Garcia, o projeto do TIC Eixo Norte, que já previa a ligação que vai a leilão atualmente, entre Campinas e São Paulo, ganhou uma nova etapa com a assinatura de convênio com prefeituras por onde o trem rápido virá a percorrer. O Trem Intercidades Eixo Norte (TIC) foi incluído no Programa de Parceria e Investimentos do governo paulista em fevereiro de 2023, e a expectativa era de que o leilão fosse realizado em novembro do mesmo ano, mas uma atualização do edital, com revisão do valor de investimento e com mudanças para ficar "mais atrativo" aos interessados, culminou com a marcação da sessão pública para 29 de fevereiro de 2024. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região na página do g1 Campinas.

Programação IEQ

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