Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

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Ministro do Trabalho quer mesa de negociação entre trabalhadores e controladores das Americanas

As centrais querem preservar empregos na varejista, que têm mais de 44 mil trabalhadores, além de "centenas de milhares" na rede de fornecedores. Luiz Marinho questionou nesta terça onde estavam as regras de boa gestão e de governança da empresa. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta terça-feira (31) que quer estabelecer uma mesa redonda entre os trabalhadores das lojas Americanas e os controladores da empresa. A declaração acontece um dia após as maiores centrais sindicais do país terem divulgado comunicado conjunto defendendo a participação direta do Ministério do Trabalho no processo de recuperação judicial da Americanas, ocorrido após a revelação no início do mês de pelo menos R$ 20 bilhões em problemas contábeis. As centrais querem preservar empregos na varejista, que têm mais de 44 mil trabalhadores, além de "centenas de milhares" na rede de fornecedores. "Vamos providenciar mesa redonda das Americanas com representantes dos trabalhadores para buscar compreender o que aconteceu. Se houve fraude, vamos acionar os órgãos responsáveis pelas fraudes. Não posso afirmar que houve fraude, mas que tem cheiro tem cheiro", declarou o ministro. A Americanas tem entre os principais acionistas os bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Sicupira e Marcel Telles. Luiz Marinho questionou nesta terça-feira onde estavam os "compliances" das lojas Americanas, ou seja, as regras de boa gestão e de governança da empresa. "Então é o momento de a gente colocar em dúvida alguns valores do chamado mercado, que é o senhor da razão. Dita regra para lá e para cá, e a regra sagrada não foi observada, que é cuidar da saúde de uma empresa que tem 1.790 lojas espalhadas pelo Brasil e tem 44 mil trabalhadores e trabalhadoras", disse ele. O ministro do Trabalho avaliou, ainda, que a Americanas "pode dar calote no Estado brasileiro, pode dar calote nos credores, nos que estavam de boa fé. E acrescentou que os "espertalhões provavelmente não têm problema". "Quem estava no comando, provavelmente já se livrou", disse. "Os acionistas provavelmente vão poder se locupletar, é possível que tenham se locupletado. Os controladores né. Os acionistas minoritários, coitados, estão na mesma situação dos trabalhadores", concluiu.

Como economia do Brasil se compara a outros países, segundo projeções do FMI para 2023

Economia global vai desacelerar em 2023, mas deve retomar fôlego no ano que vem, segundo o Fundo Monetário Internacional. Uma economia global ainda afetada pela alta generalizada da inflação e dos juros, pela guerra na Ucrânia e pela nova onda de covid na China ? com crescimento econômico menor do que no ano passado. E, para o Brasil, um crescimento ainda lento, porém levemente melhor do que o esperado. É isso o que diz a primeira projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global divulgada neste ano. A riqueza mundial continuará crescendo ? mas em um ritmo menor do que o de 2022 e de 2021, quando o planeta se recuperava do período mais intenso da pandemia de covid. Para 2023, o FMI prevê crescimento global de 2,9% ? inferior aos 3,4% e 6,2% dos dois anos anteriores. "A economia global deve desacelerar este ano e ter uma retomada no ano que vem", disse Pierre-Olivier Gourinchas, principal economista do FMI. LEIA TAMBÉM: FMI eleva projeção para PIB brasileiro em 2023, mas desempenho esperado é um dos piores entre emergentes PIB vem abaixo do que o esperado com piora do agro e sinais de desaceleração O relatório do FMI desta semana trouxe uma pequena revisão para cima da economia global ? e também da economia brasileira: ambas na ordem de 0,2 ponto porcentual. O FMI afirma que apesar de todas as dificuldades enfrentadas no ano passado, houve algumas surpresas que melhoraram o desempenho mundial. Entre as surpresas positivas estão o aumento do consumo das famílias e dos investimentos privados. Initial plugin text Brasil e o mundo O Brasil é citado no trecho do relatório do FMI que fala sobre inflação e juros. Um dos maiores riscos que pairam sobre a economia global ainda é a inflação alta, que foi combatida por diversos países com aumento na taxa básica de juros. Taxas de juro mais altas ajudam a conter a inflação ? por tornarem empréstimos mais caros e reduzirem o consumo geral de bens e serviços. Mas, por outro lado, juros muito altos podem impedir o crescimento econômico e a geração de empregos e renda. Os bancos centrais buscam um equilíbrio ? qual taxa de juros é a melhor para controlar os preços, mas sem afetar o crescimento da economia. Mas 2022 foi um ano difícil para a economia mundial. Os preços subiram muito rapidamente ? em parte pela guerra na Ucrânia e em parte ainda pelos efeitos econômicos da pandemia dos anos anteriores. Por isso, muitos países elevaram rapidamente suas taxas de juros ? o que comprometeu o seu crescimento econômico. No relatório divulgado esta semana, o FMI afirma que há sinais de que essas políticas estão começando a fazer efeito para controlar os preços. E o Fundo destaca o Brasil como um exemplo disso. "O núcleo da inflação está caindo em algumas economias que concluíram seu ciclo de aperto, como o Brasil", diz o texto. O Brasil foi uma das primeiras economias a começar a elevar os juros ? no começo de 2021. Desde então, os juros subiram de 2% para 13,75%, que é o patamar atual. Os EUA, por exemplo, começaram esse ciclo ? que é conhecido como "aperto monetário" ? um ano depois, em março de 2022. Em um ano, o juro subiu de uma faixa de 0,25% para uma de 4,5%. Na quarta-feira (01/02), analistas acreditam que o banco central americano elevará o juro mais uma vez. Ou seja, enquanto no Brasil esse ciclo de alta do juro já acabou, outros países seguem elevando suas taxas básicas. No caso dos EUA, os efeitos da subida dos juros são sentidos no mundo todo ? pois eles influenciam também no valor do dólar e no comportamento das ações. O FMI sugere que o efeito maior dos juros altos nos preços se dará em 2024. O Brasil também é citado no relatório por ajudar ? junto com o México ? a revisar para cima a projeção de crescimento da economia da América Latina e Caribe ? de 1,7% para 1,8%. Os motivos para a projeção levemente superior se dão a "resiliência inesperada da demanda doméstica, crescimento acima do esperado em principais economias parceiras comerciais e, no caso do Brasil, medidas de apoio fiscal acima do esperado". O relatório do FMI indica que o Brasil segue o mesmo padrão das economias globais ? uma forte queda no crescimento em 2023 depois de dois anos seguidos de altos índices. Mas o crescimento de 2021 e 2022 ? que no Brasil foi de 5% e 3,1% respectivamente ? ainda era uma recuperação da economia depois do tombo de 2020, ano em que estourou a pandemia de coronavírus. Para 2023, a previsão é que a economia brasileira crescerá 1,2% ? índice inferior ao de EUA (1,4%), Canadá (1,5%), México (1,7%), China (5,2%) e Índia (6,1%), mas superior a Reino Unido (contração de 0,6%), Rússia (crescimento de 0,3%) e países da Zona do Euro (0,7%). Alerta Um dos pontos ressaltados no relatório foram medidas de "apoio fiscal" dos países. No Brasil, uma dessas medidas foi o Auxílio Brasil, que está ajudando famílias mais frágeis durante a pandemia de covid. No entanto, sem citar o Brasil diretamente, o FMI agora faz um alerta sobre políticas desse tipo. "Muitos países responderam à crise do custo de vida apoiando pessoas e empresas com políticas amplas e não direcionadas que ajudaram a amortecer o choque", diz o relatório. Além do Brasil, diversos outros países tomaram medidas semelhantes. "Muitas dessas medidas se mostraram caras e cada vez mais insustentáveis. Em vez disso, os países devem adotar medidas direcionadas que conservem o espaço fiscal, permitam que os altos preços da energia reduzam a demanda por energia e evitem estimular excessivamente a economia." Riscos Em um blog no site do FMI, o economista-chefe Pierre-Olivier Gourinchas disse que a previsão para a economia global é "menos pessimista" hoje em comparação com o relatório divulgado há quatro meses. Ele enumerou alguns riscos que ainda persistem para a economia global em 2023: A China vem se recuperando da recente onda da pandemia de covid, mas os efeitos da última onda podem ser maiores do que o esperado; A inflação pode demorar a cair em países que elevaram suas taxas de juros, com impacto na geração de empregos; As bolsas no mundo todo podem cair, caso a inflação siga em patamar elevado; A guerra na Ucrânia pode ter uma escalada de tensões, aumentando ainda mais os preços globais de comida e energia.

Quase 400 mil pequenas empresas solicitaram a adesão ao Simples Nacional; veja o balanço


Solicitação é realizada pela internet e pode ser feita tanto por empresas já em atividade como para as que estão em início de funcionamento. Portal Simples Nacional Reprodução A Receita Federal informou que 393.337 microempresas e empresas de pequeno porte solicitaram adesão ao Simples Nacional até esta terça-feira (31), último dia do prazo para optar pelo regime tributário. O resultado final será divulgado na segunda quinzena de fevereiro, mas já há 125.173 aprovações. Foram canceladas 21.383 solicitações. Outras 246.781 ainda dependem de algumas pendências com entes federados para regularização. Desde 2 de janeiro, os empresários poderiam optar pelo Simples Nacional. Quem perdesse o prazo desta terça, só poderá aderir em janeiro de 2024. Como aderir ao Simples Nacional? Para os negócios que já estão em atividade, a solicitação de opção também deveria ser feita até dia 31. Caso aceita, valerá a partir de 1° de janeiro deste ano, de forma retroativa. Já para as empresas em início de atividade, o prazo para a solicitação é de 30 dias do último deferimento de inscrição ? seja municipal ou estadual, desde que não tenha passado 60 dias da data de abertura do CNPJ. Quando aprovada, a opção passa a valer a partir da data da abertura do CNPJ. Para aderir ao sistema, a empresa precisa ter a inscrição no CNPJ e, quando necessário, a inscrição estadual, exigida para empresas com atividades sujeitas ao ICMS. Confira o passo a passo: Acesse o Portal do Simples Nacional; O acesso é feito com certificado digital ou código de acesso; Na aba Simples ? Serviços, clique em Opção e depois em Solicitação de Opção pelo Simples Nacional. Uma verificação automática de pendências é feita logo após a solicitação. Não havendo pendências, a opção será aprovada. Se tiver alguma pendência, a opção ficará ?em análise?. É possível acompanhar o andamento do processo dentro do Portal do Simples Nacional, na opção Acompanhamento da Formalização da Opção pelo Simples Nacional. A verificação é feita pela Receita Federal, estados e municípios, em conjunto. Portanto, a empresa não pode possuir pendências cadastrais ou fiscais, nem débitos. Quem tiver o pedido negado, pode fazer uma contestação, que deve ser protocolada diretamente na administração tributária (Receita Federal, estado, Distrito Federal ou município) que apontou as irregularidades. A microempresa ou empresa de pequeno porte já optante pelo Simples Nacional não precisa fazer nova opção. Uma vez optante, a empresa somente sairá do regime quando excluída, seja por comunicação do dono da empresa ou de ofício. Como regularizar a situação? Os pequenos negócios que foram excluídos do Simples Nacional também devem regularizar as pendências e fazer uma nova adesão ao regime até 31 de janeiro. Para isso, não pode haver débitos com: Receita Federal - clique aqui para regularizar atrasos Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional - clique aqui para regularizar atrasos O que é o Simples Nacional? O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes tributos: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS); Contribuição para o PIS/Pasep; Contribuição Patronal Previdenciária (CPP); Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

São Paulo liderou criação de vagas em 2022; veja cidades que mais abriram e fecharam postos formais no ano


Entre as 50 cidades que mais criaram vagas no ano passado, 22 são capitais, incluindo as 11 primeiras posições. Cidade de São Paulo Diogo Moreira/Governo do Estado de São Paulo O Brasil fechou 2022 com 2,038 milhões de vagas formais a mais, segundo dados divulgados nesta terça-feira (31) pelo Ministério do Trabalho. E a cidade de São Paulo liderou o ranking das cidades que mais criaram postos de trabalho no ano passado. A liderança não surpreende, já que a cidade é a mais populosa do país. A diferença para o Rio de Janeiro, segundo colocado, foi de 85.796 vagas: a capital paulista gerou 188.727 vagas, contra 102.931 da capital fluminense. Entre as 50 cidades que mais criaram vagas no ano passado, 22 são capitais, incluindo as 11 primeiras posições. A "não capital" mais bem posicionada na lista é Guarulhos, na Grande São Paulo, em 12º lugar. Além disso, São Paulo é o estado com o mais cidades (15) dentro do ranking dos 50 municípios com maior saldo de vagas. Vagas fechadas Na outra ponta, Indianópolis, em Minas Gerais, liderou o fechamento de postos formais no ano passado, com 2.776 vagas a menos. Entre as 10 cidades que mais perderam vagas, Minas Gerais tem outra cidade no ranking: São Gonçalo do Rio Abaixo, em 3º lugar (-1.719). Novamente, o estado de São Paulo é o que tem o maior número de cidades (10) dentro do ranking dos 50 municípios com maior número de vagas fechadas. Veja abaixo as 50 cidades que mais criaram ? e as que mais fecharam ? postos de trabalho formais em 2022. Initial plugin text

De onde vem a fortuna de Leila Pereira, bilionária presidente do Palmeiras


Empresária anunciou nesta segunda-feira (30) a compra de um avião para ser usado pelo clube em viagens. Revista 'Forbes' apontou executiva com a quinta mulher mais rica do Brasil, com fortuna estimada em R$ 7,2 bilhões. Leila Pereira foi a primeira mulher a assumir a presidência do Palmeiras Fabio Menotti/Ag. Palmeiras Primeira mulher a presidir o Palmeiras, Leila Pereira é empresária, banqueira, advogada e jornalista. De acordo com a revista "Forbes", Leila é a quinta mulher mais rica do Brasil, com uma fortuna estimada em R$ 7,2 bilhões. Além de comandar o clube paulista, ela está à frente da Crefisa, instituição financeira voltada a empréstimos, e do Centro Universitário das Américas (FAM). Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Leila é casada desde 1998 com José Roberto Lamacchia, fundador da Crefisa, com quem divide o comando das duas empresas. O casal patrocina o Palmeiras desde 2015. Atualmente, o patrocínio da empresa ao time chega a, pelo menos, R$ 80 milhões por ano, sendo que o valor pode alcançar R$ 120 milhões. Na última segunda-feira (30), a empresária anunciou que comprou um avião para o Palmeiras fazer suas viagens nacionais e internacionais. É um Embraer modelo E-190, com capacidade para 114 pessoas. Embraer E190 é o modelo comprado por Leila para viagens do Palmeiras Embraer/Divulgação Ao ge, Leila Pereira disse que "nasceu para ser dirigente de futebol". Seu mandato no Palmeiras é até 2024, mas ela já afirmou que tem planos para comandar o clube até 2027. "Eu faço o melhor para o Palmeiras. Sou destemida, não tenho medo de nada, de crítica nenhuma." OUTROS RICOS: LISTA DE 2022: Saiba quem são os 10 maiores bilionários do Brasil, segundo ranking da 'Forbes' Quem é Lucia Maggi, a mulher mais rica do Brasil, segundo a 'Forbes' Elon Musk vira mais rico do mundo pela primeira vez em lista anual da 'Forbes' Leila Pereira, presidente do Palmeiras Celso Tavares/G1

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
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19:30 Culto de Libertação
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
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19:30 Culto da Noite
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Obs:
09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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17:00 Culto da Tarde
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Obs:
08:00 Escola Dominical
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: