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Casal com dois filhos e renda mediana em SP só consegue comprar imóvel com mais de 40m² longe do Centro, mostra pesquisa


Estudo verificou que apartamentos com preço abaixo de R$ 190 mil estão concentrados no extremo da Zona Leste da cidade, em pontos da Zona Norte e no Capão Redondo, na Zona Sul. A pesquisa considerou que a renda mediana de um casal com dois filhos é de R$ 3.887 na cidade de São Paulo Cecília Bastos/USP Imagens a Uma pesquisa da plataforma de inteligência de mercado Urbit mostrou que a renda mediana de um casal com dois filhos na cidade de São Paulo não é suficiente para a compra de um imóvel em nenhum bairro do centro expandido. Com os preços altos nos bairros mais centrais, as famílias em busca da casa própria recorrem a regiões periféricas para financiar o primeiro apartamento. O estudo mostrou que a oferta de apartamentos com mais de 40m² e preço abaixo de R$ 190 mil está concentrada no extremo da Zona Leste da capital. Fora isso, há disponibilidade também em alguns pontos espaçados da Zona Norte e na região de Capão Redondo, na Zona Sul (veja os pontos no mapa abaixo). Apartamentos por menos de R$ 190 mil com 40m² ou mais na cidade de São Paulo Elcio Horiuchi/Arte g1 A pesquisa considerou que a renda mediana de um casal com dois filhos é de R$ 3.887 na capital, e que um imóvel adequado para este tipo de família deve ter mais de 40m². A renda é considerada suficiente para comprar um apartamento de até R$ 190 mil, segundo os cálculos da consultoria. Os preços levam em conta anúncios de venda de apartamentos usados em todas as regiões da cidade. LEIA TAMBÉM: Apartamento em SP com banheiro dentro da cozinha viraliza Inflação no Brasil deve ser maior que a de 83% dos países SP bate recorde histórico de venda de imóveis Um dos bairros com maior oferta de apartamentos abaixo de R$ 190 mil e acima de 40m² foi José Bonifácio, nos arredores de Itaquera, na Zona Leste. Nesta região, o valor médio de um apartamento de dois dormitórios foi R$ 170 mil, segundo o estudo. A poucos quilômetros dali, no entorno da estação Itaquera da Linha 3-Vermelha do Metrô, o preço médio verificado foi maior: cerca de R$ 247.950, em média, para um imóvel de dois quartos. A diferença mostra como a proximidade com transporte público encarece o preço médio até mesmo fora do centro. Fora do Centro Apartamento na Vila Guilherme, na Zona Norte de São Paulo, em outubro de 2021 Arquivo pessoal O alto custo dos imóveis no centro expandido da capital faz com que muitas famílias tenham que buscar alternativas longe do local de trabalho na hora de adquirir a casa própria. Foi o caso do coordenador Guilherme Ferreira, que estava em busca de um apartamento para comprar, em conjunto com a namorada, na Zona Sul da cidade. Após a busca, ele acabou optando por um imóvel na Vila Guilherme, na Zona Norte da capital, que fica distante do seu local de trabalho, no Morumbi, Zona Sul da capital. "A gente percebeu que conseguia achar opções de 60m² a 70m² acessíveis na Zona Norte, e não no Centro. O mesmo valor que a gente pagou na Vila Guilherme, daria para comprar só um estúdio na região central", disse Ferreira. Durante a sua pesquisa, Ferreira encontrou imóveis com preços acessíveis principalmente em bairros da Zona Norte, como Vila Gustavo, Tucuruvi e Vila Guilherme, e também na Zona Leste. Nos bairros próximos ao seu local de trabalho ou na região do centro expandido, apenas apartamentos com uma metragem inferior estavam dentro do seu orçamento. "Ou a gente morava perto do trabalho, mas em um apartamento bem mais modesto, que não atenderia às nossas necessidades, ou a gente poderia usar esse mesmo valor em uma zona não tão central, mas com um preço melhor", completou Ferreira. A distância da moradia até o Centro afeta diretamente a busca por um lugar no mercado de trabalho. Quem procura um emprego na região da Sé tem 290 vezes mais chances de ser contratado do que quem procura uma vaga em regiões como Anhanguera, na Zona Norte e Iguatemi, na Zona Leste da capital, segundo dados do Mapa da Desigualdade da Rede Nossa São Paulo divulgados nesta terça (26). Edifício residencial em construção na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, no Jardim Íris, na Zona Norte de São Paulo Gustavo Honório/G1 Desigualdade de renda Segundo o economista Vinicius Oike, responsável pelo estudo da Urbit, o desequilíbrio entre a renda média da população e os preços de mercado fazem com que a oferta de imóveis mais acessíveis fique concentrada longe do centro. Mesmo assim, os valores praticados no mercado fazem com que mesmo os apartamentos na periferia sejam inacessíveis para boa parte da população. "O que a gente enxerga é que pra quem tem renda mediana é muito difícil conseguir acesso à habitação sem um programa muito ambicioso de estímulo, como o Minha Casa Minha Vida. O mercado por si só dificilmente vai conseguir dar habitação pra essas pessoas, porque ela tem uma renda muito baixa. A renda mediana, apesar de ser mediana, é baixa", explicou Oike. "É uma questão que transborda para outros aspectos da sociedade. Em partes, a desigualdade da renda reforça a desigualdade de habitação. A família de baixa renda só vai conseguir se fixar na periferia", completou o economista. Prédio em construção na Rua da Consolação, nos Jardins, na Zona Oeste de São Paulo, oferece lofts de até 202 m² Cíntia Acayaba/G1 O pesquisador explicou que, dentro do centro expandido, a grande maioria dos imóveis com custo abaixo de R$ 190 mil são flats, studios e quartos de hotel que tipicamente são considerados investimentos e não moradia. Por conta da metragem, menor que 40m², eles não costumam ser procurados por famílias. "São unidades muito pequenas, em prédios com várias facilidades, e costumam estar bem localizadas. Por vezes são usadas como moradias temporárias, ou para aluguel", disse Oike. A pesquisa destacou ainda que existem imóveis com custo abaixo de R$ 190 mil que não são englobadas pelo estudo porque são negociados no mercado informal, ou seja, não aparecem nos anúncios online. É o que ocorre, por exemplo, no extremo Sul da capital. No entanto, a maior parte dessas propriedades tem algum tipo de irregularidade, o que explica o preço abaixo da média e a ausência de anúncios digitais. "Tem muitos níveis de irregularidade. Alguns desses imóveis não têm alvará, outros não têm a documentação em dia, e alguns realmente estão localizados em terrenos ilegais, em áreas de proteção ambiental, por exemplo", disse Oike. Renda comprometida A pesquisa da consultoria mostrou que a renda de um casal com dois filhos precisaria ser 100% comprometida ao longo de 23 anos para a compra de um imóvel médio na capital. Se a família utilizar apenas 30% da renda mensal, seriam necessários 78 anos para comprar a casa própria. O tempo necessário para o pagamento da casa própria varia de acordo com a região da cidade. Para comprar na Bela Vista, no Centro, a mesma família precisaria economizar 100% do salário por 35 anos ? ou 119 anos usando 30% da renda familiar mensal, percentual máximo de comprometimento da renda aceito pelas instituições bancárias em financiamentos imobiliários. Já na Casa Verde, na Zona Norte, o tempo necessário cai para 16 anos usando todo o salário, ou 55 anos utilizando pouco menos de um terço do rendimento familiar. Vista do amanhecer na região do Butantã, zona oeste de São Paulo (SP) RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O estudo também calculou a acessibilidade à casa própria para quem mora sozinho, perfil que tem se tornado mais comum nos últimos anos. Neste caso, a renda mediana é de R$ 2.390 na capital, e o poder de compra é suficiente para um imóvel de até R$ 120 mil, segundo a consultoria. Com essa renda mensal, o tempo necessário para um solteiro comprar um apartamento é de 169 meses (14 anos), caso o salário seja 100% utilizado para o pagamento do imóvel. Com comprometimento de 30% da renda individual para o pagamento do imóvel, o prazo médio na capital sobe para 562 meses, ou pouco menos de 47 anos. VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana

BC deve acelerar ritmo e elevar juros nesta quarta ao maior nível em quatro anos, prevê mercado

Decisão do governo de flexibilizar o teto de gastos gerou reação negativa e deve motivar aceleração do ritmo de alta dos juros. Analistas já vislumbram estagflação no próximo ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve acelerar o ritmo de alta dos juros nesta quarta-feira, segundo estimativa do mercado financeiro. A decisão será anunciada após as 18h. Risco fiscal se materializou, e BC deve aumentar ainda mais a taxa de juros, diz economista A expectativa da maior parte economistas, coletada em pesquisa realizada pelo BC na semana passada, é de que a taxa básica seja elevada dos atuais 6,25% para 7,5% ao ano, ou seja, um aumento de 1,25 ponto percentual. Confirmada essa alta, a taxa Selic atingirá o maior patamar em quatro anos ? em outubro de 2017, antes de cair para 7,5%, estava em 8,25% ao ano (veja no gráfico abaixo). Parte dos economistas, entretanto, já aposta em uma elevação ainda maior: de 1,5 ponto percentual, para 7,75% ao ano. Após a divulgação da prévia da inflação de outubro, que mostrou aceleração, alguns bancos passaram a estimar um aumento até maior do que 1,5 ponto no encontro do Copom desta semana. Com isso, o juro passará a ficar maior do que o registrado no início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019 (6,5% ao ano). Nos dois últimos encontros do Copom, em agosto e setembro, o elevação dos juros foi de um ponto percentual. Para este mês, havia uma indicação do BC de que esse ritmo de alta seria mantido. Porém, o mercado passou a prever uma elevação maior após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido na semana passada "furar" o teto de gastos (mecanismo que limite o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior). Guedes tem dito que as mudanças no teto de gastos têm por objetivo ampliar a proteção social, por meio do Auxílio Brasil, programa social sucessor do Bolsa Família. Mas analistas têm indicado que seria possível incrementar o programa sem estourar o limite para despesas, utilizando, por exemplo, recursos destinados às emendas parlamentares. De acordo com relatório assinado pelo economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, as notícias sobre a alta dos gastos aumentaram as dúvidas sobre o futuro do teto de gastos no Brasil. "Sem uma âncora fiscal crível, a tarefa do Banco Central de manter a inflação na meta se torna mais difícil", avaliou. Na última semana, o mercado passou a prever juros mais altos também no futuro. Para o fim de 2021, a expectativa dos analistas passou de 8,25% para 8,75% ao ano e, para o fechamento de 2022, os economistas do mercado financeiro subiram a expectativa para a taxa Selic de 8,75% para 9,5% ao ano. Como a taxa Selic é definida O principal instrumento do Banco Central para conter a propagação da alta de preços é a taxa básica de juros, que é definida com base no sistema de metas de inflação. Normalmente, quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic, e a reduz quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas. Para 2021, a meta central de inflação é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Neste momento, o BC já está olhando para a meta de inflação de 2022 para definir os juros. No próximo ano, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. IPCA-15: Prévia da inflação em outubro tem maior alta para o mês desde 1995 Inflação Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, ficou em 1,16%. Esta foi a maior taxa para um mês de agosto desde o início do plano real, em 1994. Em 12 meses, a inflação atingiu o patamar de dois dígitos: 10,25%, a mais alta desde fevereiro de 2016. De acordo com levantamento do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), mais da metade da inflação, neste ano, é resultado da disparada dos combustíveis, energia e carne. Esses estão entre os itens que mais têm pesado no bolso do brasileiro e na inflação. O mercado financeiro estima que a inflação medida pelo IPCA somará 8,96% neste ano, mais do que o dobro da meta central (7,5%) e acima do teto de 5,25% do sistema de metas. Para 2022, a previsão de inflação do mercado está em 4,40%, acima da meta central mas ainda dentro do intervalo de tolerância. Estagflação Com o aumento do chamado "risco fiscal" ? as incertezas sobre as contas públicas no futuro ? e o reflexo disso na economia (alta do dólar, da inflação e, consequentemente, das taxas de juros bancárias), analistas vislumbram a possibilidade de estagflação na economia brasileira no próximo ano. Esse fenômeno se caracteriza por estagnação na economia, ou seja, sem crescimento do nível de atividade, ou até mesmo retração, associada ao aumento do desemprego e da inflação. "Aumentou a possibilidade de ter estagflação ano que vem, mas não é ainda uma certeza", avaliou Luis Otavio de Souza Leal, economista-chefe do banco Alfa. Segundo ele, a confirmação desse cenário vai depender do quanto o BC terá de elevar os juros e do desempenho da economia no quatro trimestre deste ano (que gera um efeito estatístico para 2022). Leal estimou uma alta de 4,5% para a inflação no próximo ano. Em relatório, o Itaú estimou que o Copom terá de elevar os juros para até 11,25% ao ano nos primeiros meses de 2022, o que levará a atividade econômica para um "recuo moderado" ? um tombo de 0,5% para o PIB em 2022. "Um real mais fraco [dólar a R$ 5,50 no fim de 2021 e 2022] aumentará as pressões inflacionárias, mas o controle de danos do BCB deve limitar um contágio maior, com a inflação recuando para 4,3% em 2022, de 9% em 2021", acrescentou, no documento. Consequências da alta dos juros De acordo com economistas, o aumento do juro básico da economia, tem vários reflexos na economia. Veja abaixo os principais: A elevação da taxa de juros, o aumento do juro básico da economia, já está resultando em taxas bancárias mais elevadas e a tendência é de que novos aumentos também sejam repassados aos clientes. Em setembro, a taxa média dos bancos foi a maior desde abril de 2020. Além do juro básico, o aumento do IOF anunciado pelo governo também impacta o custo final dos empréstimos. O aumento da taxa de juros também influencia negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos, impactando, assim, o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e a renda. Economistas estão baixando há semanas a previsão de crescimento da atividade econômica em 2022. O aumento da taxa básica da economia gera uma despesa adicional com juros da dívida pública. Gabriel Leal de Barros, da RPS Capital, calculou que o ciclo de alta da Selic de 2% ao ano, em março de 2021, para 7,5% ao ano, se confirmada, geraria uma despesa adicional de quase de R$ 180 bilhões com juros da dívida (se mantida em 12 meses). Aplicações financeiras em renda fixa, como a caderneta de poupança, tendem a render um pouco mais. Com o juro básico em 7,5% ao ano mais taxa referencial (TR), por exemplo, a poupança passará a render 5,25% ao ano, contra 4,375% ao ano, mais TR (com taxa Selic em 6,25% ao ano). Mesmo assim, o rendimento da poupança segue perdendo da inflação.

Auxílio Emergencial: Caixa paga última parcela a mais um grupo de trabalhadores; veja quem recebe


Recebem os nascidos em julho fora do Bolsa, e os beneficiários do programa com NIS encerrado em 8. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta quarta-feira (27) a sétima e última parcela do Auxílio Emergencial para mais um grupo de beneficiários. Desta vez, recebem os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em julho. Também recebem os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 8. Auxílio Emergencial acaba este mês e não será prorrogado, diz ministro Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL AUXÍLIO BRASIL: Quem vai receber? Qual o valor? Veja o que se sabe sobre o programa que deve substituir o Bolsa Família Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 7ª parcela nesta quarta serão liberados em 10 de novembro. Já quem é do Bolsa recebe os recursos da mesma forma que o benefício original. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ RECEBEM A SÉTIMA PARCELA NESTA TERÇA-FEIRA: beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 8 trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em julho Calendários de pagamento BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1

Microsoft tem receita trimestral acima do esperado


Aumento da demanda por serviços baseados em computação em nuvem impulsionou resultados da companhia. Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016 REUTERS/Charles Platiau A Microsoft superou as expectativas de Wall Street para receita trimestral, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26), com o aumento da demanda por serviços baseados em computação em nuvem. A Microsoft disse que a receita do segmento "Intelligent Cloud" cresceu 31%, para US$ 17 bilhões. Analistas esperavam um valor de US$ 16,58 bilhões, de acordo com dados da Refinitiv. LEIA TAMBÉM: Fortuna de Elon Musk se aproxima dos US$ 300 bilhões e vale mais que a ExxonMobil Windows XP faz 20 anos: lembra desse monte verde? Alphabet, dona do Google, supera estimativas e tem lucro recorde com anúncios O crescimento da receita do Azure, o principal negócio de computação em nuvem da empresa, ficou em 48%, superando as estimativas dos analistas de 47,5%, de acordo com dados do Visible Alpha. A taxa de crescimento do Azure é a melhor medida direta da competição com rivais como AWS, da Amazon, e Google Cloud, da Alphabet, uma vez que a Microsoft não quebra a receita da unidade de computação em nuvem. "Entregamos um forte início de ano fiscal com nosso Microsoft Cloud gerando US$ 20,7 bilhões em receita no trimestre, um aumento de 36% ano a ano", disse Amy Hood, vice-presidente executiva e diretora financeira da Microsoft. No geral, a receita subiu para US$ 45,32 bilhões no primeiro trimestre fiscal encerrado em 30 de setembro, de US$ 37,15 bilhões um ano antes, superando as expectativas de cerca de US$ 43,97 bilhões. O lucro líquido subiu para US$ 20,51 bilhões, ou US$ 2,71 por ação, de US$ 13,89 bilhões, ou US$ 1,82 por papel, um ano antes. A empresa disse que seus resultados incluíram um benefício de imposto de renda líquido de US$ 3,3 bilhões.

Alphabet, dona do Google, supera estimativas e tem lucro recorde com anúncios


A receita de publicidade subiu 41%, a US$ 53,1 bilhões, no terceiro trimestre de 2021. Faturamento geral da empresa saltou para US$ 65,1 bilhões. Fachada do Google em Irvine, Califórnia Reuters/Mike Blake A dona do Google, Alphabet, revelou nesta terça-feira (26) resultados acima das expectativas para as receitas do terceiro trimestre, um sinal de que seu negócio de publicidade está superando novos limites no rastreamento de usuários móveis. Com o mecanismo de busca, o serviço de vídeo do YouTube e parcerias na web, o Google vende mais anúncios na internet do que qualquer outra empresa. A demanda por seus serviços aumentou no ano passado, impulsionada pelas medidas de isolamento social. LEIA TAMBÉM: Fortuna de Elon Musk se aproxima dos US$ 300 bilhões e vale mais que a ExxonMobil Windows XP faz 20 anos: lembra desse monte verde? A receita de publicidade do Google subiu 41%, a US$ 53,1 bilhões, no terceiro trimestre e o faturamento geral da Alphabet saltou para US$ 65,1 bilhões, acima da estimativa média de US$ 63,34 bilhões dos analistas ouvidos pela Refinitiv. O lucro trimestral foi de US$ 18,936 bilhões ou US$ 27,99 por ação, superando as expectativas de US$ 24,08 por papel, no terceiro trimestre seguido de lucro recorde. A mudança que deu mais controle aos usuários do iPhone sobre seus dados levou os anunciantes a recalibrarem gastos de uma forma que os rivais do Google, Snap e Facebook, disseram prejudicar suas receita no terceiro trimestre. O Google pode ter sido menos afetado porque seu mecanismo de busca coleta dados sobre os interesses do usuário que são valiosos para os anunciantes e incomparáveis ??no setor. O Google Cloud, que está atrás da Amazon e da Microsoft em participação de mercado, elevou a receita em 45%, para US$ 4,99 bilhões, ligeiramente abaixo das estimativas de US$ 5,2 bilhões. Os custos totais da Alphabet aumentaram 26%, a US$ 44,1 bilhões no trimestre e a força de trabalho da empresa ultrapassou 150 mil funcionários. As ações da Alphabet superaram as de muitos rivais desde o final do ano passado, subindo cerca de 57%. A Microsoft subiu 39%, o Facebook 20% e a Amazon 2% no mesmo período.

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
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19:30 Culto de Libertação
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19:30 Culto da Noite
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09:00 Culto da Manha
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19:30 Culto da Noite
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09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
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19:30 Culto da Noite
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17:00 Culto da Tarde
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08:00 Escola Dominical
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09:00 Culto da Manha
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17:00 Culto da Tarde
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19:00 Culto da Noite
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