“Viste o homem eficiente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior.” (Provérbios 22:29)

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Taesa e J. Malucelli têm aval do Cade para aquisição de ativos da Eletrobras


Operações envolvem a compra pela Taesa de fatias nas transmissoras Empresa de Transmissão do Alto Uruguai (ETAU) e Brasnorte. A elétrica Taesa e o grupo de infraestrutura J. Malucelli tiveram aval sem restrições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aquisição de ativos da estatal Eletrobras, segundo despacho do órgão de defesa da concorrência no Diário Oficial da União desta segunda-feira (25). Leilão da Eletrobras tem 11 dos 18 lotes arrematados e arrecada R$ 1,3 bilhão As operações envolvem a compra pela Taesa de fatias nas transmissoras Empresa de Transmissão do Alto Uruguai (ETAU) e Brasnorte, nos quais já era sócia, enquanto a J. Malucelli ampliará a participação em ativos de geração eólica no Rio Grande do Norte --Rei dos Ventos, Brasventos Eolo e Brasventos Miassaba. Representantes da Taesa, que arrematou o maior número de lotes do leilão da Eletrobras. Taís Laporta/G1 Os três negócios foram fechados em setembro do ano passado, em leilão realizado pela Eletrobras para vender fatias em ativos de geração eólica e de transmissão, em meio a um plano de desinvestimentos que visava redução de dívidas. Com as transações, a Taesa aumentará a fatia na Brasnorte de 38,6% para 88,37%. Na ETAU, a participação da transmissora irá para 75,6%, de 52,5% anteriormente. Já a J. Malucelli ficará com 100% dos ativos eólicos no Rio Grande do Norte, que somam 187 megawatts em capacidade instalada, ante 51% anteriormente.

Rombo nas contas externas cai 7,9% no bimestre e investimentos diretos avançam

Déficit em transações correntes somou US$ 7,67 bilhões nos dois primeiros meses deste ano. Investimentos estrangeiros diretos totalizaram US$ 14,26 bilhões. A conta de transações correntes registrou um déficit de US$ 7,678 bilhões no primeiro bimestre, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central. Com isso, houve pequena melhora nas contas externas frente ao mesmo período de 2018, quando foi registrado um rombo de US$ 8,335 bilhões. O déficit foi 7,88% menor na parcial deste ano. A conta de transações correntes é formada pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior). Trata-se de um dos principais indicadores do setor externo brasileiro. Somente em fevereiro, de acordo com informações oficiais, o rombo nas contas externas somou US$ 1,134 bilhão, contra US$ 2,043 bilhões no mesmo mês do ano passado. O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, observou que uma economia que cresce mais rápido demanda maior quantidade de insumos importados, tanto de produtos quanto serviços. Com isso, ele não descartou que a melhora nas contas externas esteja relacionada com o ritmo lento de recuperação da economia brasileira. No ano de 2018 fechado, as contas externas registraram um déficit de US$ 14,511 bilhões, com crescimento frente ao ano anterior (-US$ 7,235 bilhões). Para 2019, a expectativa do Banco Central é de nova piora no rombo das contas externas - com um déficit em transações correntes de US$ 35,6 bilhões. Investimento estrangeiro O Banco Central também informou nesta segunda-feira que os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 14,266 bilhões no primeiro bimestre deste ano, com aumento de 9,10% frente ao mesmo período do ano passado (US$ 13,075 bilhões). Com isso, os investimentos estrangeiros foram suficientes para cobrir o rombo das contas externas no mês passado (US$ 7,678 bilhões). Para 2019, o Banco Central estima um ingresso de US$ 90 bilhões em investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira. Se a previsão se confirmar, os investimentos externos seriam suficientes para "financiar" todo o déficit das contas externas do período ? cuja estimativa do BC é de US$ 35,6 bilhões neste ano.

Gasto de brasileiros no exterior recua 7,3% e é o menor para meses de fevereiro em três anos

Despesas de brasileiros em outros países somaram US$ 1,3 bilhão no mês passado, contra US$ 1,4 bilhão no mesmo período de 2018. Alta do dólar influenciou resultado. Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 1,302 bilhão em fevereiro deste ano, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC). Com isso, foi registrada uma queda de 7,33% frente ao mesmo período de 2018, quando as despesas lá fora somaram US$ 1,405 bilhões. Também foi o menor valor, para meses de fevereiro, desde 2016 (US$ 841 milhões), ou seja, em três anos. Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as despesas de brasileiros em outros países somaram US$ 2,991 bilhões, contra US$ 3,407 bilhões no mesmo período do ano passado. O recuo, nesse caso, foi de 12,21%. Alta do dólar A queda dos gastos de brasileiros lá fora aconteceu em um momento de alta do dólar. Em janeiro e fevereiro deste ano, o dólar médio para venda (com base na Ptax, taxa calculada pelo BC) estava em R$ 3,225. No primeiro bimestre de 2019, por sua vez, o câmbio médio somou R$ 3,734. Com a escalada do dólar, as viagens de brasileiros ao exterior ficam mais caras. Isso porque as passagens e as despesas com hotéis, por exemplo, são cotadas em moeda estrangeira. O papel moeda também fica mais custoso. "É muito sólida e robusta a relação dessas despesas com a taxa de câmbio. Os custos das viagens ao exterior ficam mais caros [com a alta do dólar]", avaliou Fernando Rocha, chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central. Além da taxa de câmbio, o nível de atividade, que tem impacto no emprego e na renda do brasileiro, também é outro fator que influencia o nível de gastos no exterior. Gastos de estrangeiros no Brasil Em fevereiro deste ano, informou o Banco Central, os estrangeiros gastaram US$ 541 milhões no Brasil, com queda frente ao patamar registrado no mesmo mês de 2018 (US$ 611 milhões). Já nos dois primeiros meses de 2019, informou a instituição, as despesas de estrangeiros no Brasil totalizaram US$ 1,245 bilhão, contra US$ 1,390 bilhão no mesmo período do ano passado. Para estimular o turismo no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro assinou recentemente um decreto para dispensar o visto de visita para turistas de Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão que viajarem ao Brasil.

Conar abre representação contra propaganda da Empiricus


Medida foi tomada após denúncias de consumidores contra um anúncio sobre o patrimônio da funcionária Bettina; empresa declarou não ter sido notificada. O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) abriu uma representação ética na sexta-feira (22) contra anúncios veiculados pela empresa Empiricus Research na internet. A medida foi tomada após um vídeo publicitário ter viralizado na internet. Milionário em pouco tempo? Especialistas recomendam cautela Na peça publicitária, a funcionária da Empiricus Bettina Rudolph, de 19 anos, afirma ter acumulado um patrimônio acima de R$ 1 milhão, após ter começado a investir apenas R$ 1.520,00, três anos antes. Anúncuo da Empiricus sobre patrimônio de R$ 1 milhão de Bettina gerou críticas no Conar. Reprodução Segundo o Conar, "numerosas denúncias de consumidores" motivaram a abertura do processo. As queixas, segundo o órgão, "questionaram a veracidade das afirmações contidas nos vídeos, prometendo sem maiores explicações rentabilidade elevada para investimentos financeiros". A representação foi aberta contra os anúncios "Oi. Meu nome é Bettina...", "Dobre seu salário em tempo recorde", "+251 todos os dias na sua conta", "Receba todo mês R$1823,53 de aluguel", "Milionário com ações" e "O dobro ou nada". O Conar informou que um dos integrantes do conselho de ética está sendo nomeado para relatar o caso, enquanto a Empiricus é formalmente comunicada da abertura da representação, abrindo-se prazo para apresentação de defesa. Em nota, a Empiricus informou não ter sido comunicada da representação e declarou respeitar o Conar, mas não ser associada ao órgão. "A Empiricus lamenta que seu trabalho de educação financeira, que possibilita que os brasileiros aprendam e usufruam de uma ampla diversidade de aplicações que podem aumentar os seus rendimentos, seja alvo de uma representação. A comunicação da empresa replica o modelo amplamente disseminado de publicidade de empresas de publicações financeiras dos Estados Unidos, país onde o acesso a produtos financeiros é democratizado e amplamente desbancarizado", disse em comunicado. Como funciona o Conar As medidas do Conar não têm força de lei e o conselho não tem poder de determinar multas. Mas, em geral, as decisões recomendando alterações ou retirada da propaganda do ar costumam ser sempre atendidas pelos anunciantes e agências de publicidade. O órgão informa que desde a sua fundação, em 1978, já instaurou mais de 9 mil processos éticos, que nunca foi desrespeitado pelos veículos de comunicação e que "nas raras vezes em que foi questionado na Justiça, saiu-se vitorioso". O Conar abre processos a partir de denúncias de consumidores, autoridades, anunciantes, dos seus associados ou ainda formuladas pela própria diretoria. Se a denúncia tiver procedência, o Conselho de Ética do órgão Conar recomenda aos veículos de comunicação a suspensão da exibição da peça ou sugere correções à propaganda. Pode ainda advertir anunciante e agência. Os casos costumam levar mais de um mês para serem julgados. Mas o Conar pode recomendar a sustação imediata nas situações de infração flagrante ao Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. O Conselho de Ética está dividido em oito Câmara, sediadas em São Paulo, Rio, Brasília, Porto Alegre e Recife e é formado por 180 conselheiros, recrutados entre profissionais de publicidade e representantes da sociedade civil. CVM A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou na quinta-feira (21) que obteve na justiça a suspensão de uma liminar que havia afastado a exigência de credenciamento da Empiricus como analista de valores mobiliários e suspendido a exigibilidade de multas aplicadas contra a empresa. Segundo a decisão, não foi comprado que o conteúdo do material produzido pela Empiricus não se enquadraria na definição de ?relatório de análise?, como previsto na Instrução CVM (ICVM) 598. "Como sustentado pela CVM e confirmado pelo TRF3, os relatórios de análise de investimentos elaborados e divulgados ao público são inerentes ao exercício da atividade de analista de valores mobiliários, submetida ao regime regulatório estabelecido pela CVM", informou o órgão. A atividade de analista de valores mobiliários é disciplinada pela CVM e, segundo o órgão regulador, a Empiricus não tem autorização para prestar a atividade.

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto de Libertação
Local:
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19:30 ESCOLA DE SABEDORIA
Local: AUD.MARIO DE OLIVEIRA
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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16:45 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:00 Culto da Noite
Local: Templo
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