Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a ár

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Multinacionais francesas pagam menos impostos com centenas de filiais em paraísos fiscais

Relatório de ONG mostra que 40 grandes empresas francesas, cotadas na Bolsa de Valores de Paris, contribuíram para aprofundar as desigualdades no país entre 2010 e 2017. Em plena crise social dos coletes amarelos, um relatório da ONG Attac revela neste domingo (20) que 40 grandes empresas francesas, cotadas na Bolsa de Valores de Paris, contribuíram para aprofundar as desigualdades no país entre 2010 e 2017. Nesse período, o lucro dessas companhias ? Total, Carrefour, Renault, Danone, entre outras ? aumentou 10%. Elas distribuíram 44% a mais em dividendos aos seus acionistas, ao mesmo tempo em que pagaram 6,4% menos de impostos e reduziram em 20% as contratações na França.    No relatório intitulado "As grandes empresas francesas, um impacto desastroso para a sociedade e o planeta", os economistas da Attac passaram "pente-fino" no balanço das multinacionais francesas, avaliando o desempenho das companhias segundo três critérios: social, climático e fiscal. O objetivo do levantamento é provocar um debate às vésperas da abertura do Fórum Econômico Mundial de Davos, que vai reunir a elite de empresários e dirigentes na Suíça. Colaboradores excluídos dos ganhos Os resultados do estudo são edificantes: os assalariados que produzem os lucros dessas companhias não participam de forma justa do benefício financeiro que eles geram. O Estado francês também perde bilhões de euros de arrecadação devido à prática sistemática de otimização e evasão fiscal. Em 2017, as 40 maiores empresas francesas declararam possuir pouco mais de 16 mil filiais no mundo, sendo que 15% delas se encontram em territórios identificados como "paraísos fiscais e judiciais", ou seja, cerca de 2.500 unidades. O relatório mostra que mesmo possuindo participação acionária em várias empresas, o Estado francês não consegue promover uma mudança de comportamento na distribuição dos dividendos. Um exemplo citado é o da Engie, no setor de energia. O Estado francês detém 24% do capital da empresa, mas das 2.300 filiais da companhia, 327 são baseadas em paraísos fiscais. A contribuição das multinacionais francesas no combate ao aquecimento global também é questionada pela Attac. Em 2017, 22 companhias declararam ter aumentado em 5% suas emissões de gases do efeito estufa. Proposta para diminuir diferença de salários Para reverter essas "injustiças", a Attac apresenta três propostas. Em primeiro lugar, diminuir de 1 a 10 a diferença de remuneração entre o salário mais baixo e o mais alto pago na mesma companhia, incluindo os ganhos do dirigente. Em segundo lugar, substituir o mercado de carbono europeu por uma política fiscal dissuasiva nas plantas industriais mais poluentes. Por fim, a ONG sugere a realização de um levantamento público, país por país, dos ativos das grandes empresas, principalmente nos paraísos fiscais, para que elas sejam submetidas à legislação tributária francesa. As desigualdades na distribuição das riquezas e um sentimento profundo de injustiça social têm revoltado trabalhadores em vários países. Na França, os coletes amarelos denunciam as dificuldades de viver com salários baixos e estagnados, um custo de vida cada vez mais alto, enquanto os dirigentes das grandes empresas ganham salários astronômicos e ainda escapam ao pagamento de impostos, criando dificuldades para o sistema de redistribuição. Mulheres coletes amarelos voltam às ruas Neste sábado, 84 mil coletes amarelos estiveram nas ruas, 7 mil apenas em Paris. Pela primeira vez, não houve incidentes graves. As mulheres coletes amarelos, que agora fazem protestos separadamente, voltam às ruas neste domingo. Duas ações estão programadas, uma em Paris, nos arredores da Torre Eiffel, e outra em Toulouse, na região sul.

Cultivo de peixes cresce no semiárido mineiro

Chove pouco na região, mas projeto que otimiza água de barragem possibilita a piscicultura e ainda gera economia para produtores. Criação de peixes ganha espaço no semi-árido de Minas Gerais O semiárido de Minas Gerais é uma região conhecida pela pouca quantidade de chuvas, mas lá tem muito produtor com a rede farta de peixe. Isso é possível graças a um projeto tem otimizado o uso da água da barragem do rio Gorutuba, que chega a centenas de propriedades por meio de canais. A água que antes ia direto para a irrigação das lavouras, agora passa primeiro pelos tanques de peixes. "Havia muito desperdício de água no final dos canais de irrigação. Agora eles estão aproveitando essa água para armazenar nos tanques", explica o engenheiro de pesca Maurício Gros. O agricultor Eunézio da Silva é um dos que agora produzem tilápias. A água que sai dos tanques com capacidade para até 4 mil peixes vai para o bananal com resíduos formados por ração e fezes. Com esse adubo natural, Eunézio teve uma economia de 40% nos insumos usados na lavoura. Se antes a ideia de ter piscicultura no semiárido mineiro parecia absurda, o projeto tem mostrado que é possível. Desde que ele foi implantado, em 2015, a adesão de produtores rurais tem crescido. Hoje já são 236 envolvidos na atividade, que tem gerado economia e renda extra, principalmente em épocas difíceis como a de seca rigorosa. José Martins é outro produtor que aposta nos peixes. Com a venda no mercado local, ele ganha cerca de R$ 1,2 mil por mês. Além da renda extra, o cultivo trouxe também redução nos gastos na conta de energia. A fatura mensal caiu de R$ 2,2 mil para pouco mais de R$ 1 mil. Com a água acumulada durante o dia nos tanques, ele deixa para irrigar o sorgo e as goiabeiras somente à noite. "Porque a energia é mais barata e eu tenho depósito de água suficiente para a bomba rodar a noite inteira sem problema nenhum", diz. Segundo a Emater, mais de 90% do envolvidos no projeto no estado são da agricultura familiar. Em 2017, Minas produziu 40 mil toneladas de peixes e, em 2018, 45 mil toneladas. De olho no mercado consumidor de peixes, Helber Caldeira, de Janaúba, investiu não só nos tanques, mas em um frigorífico com capacidade para processar até 5 mil toneladas por mês. Produz, além de filé, linguiça e bolinho de peixe. "Agregar produto é você gerar mais emprego, criar oportunidade. Nós precisamos sair da ideia de que o semiárido não e viável e também sair da monocultura", afirma. A região produz não só tilápia, mas também pacu e surubim.

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