TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

Notícias

Inscrições na seleção de conciliadores da Justiça Federal na Paraíba terminam nesta quinta


Seleção de conciliadores da JFPB é para a Vara de Sousa. Função é exercida gratuitamente. Justiça Federal em João Pessoa, na Paraíba Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba Termina nesta quinta-feira (26) o prazo de inscrição na seleção pública da Justiça Federal na Paraíba para novos conciliadores no Juizado Especial da 15ª Vara, localizada em Sousa, no Sertão do estado. São oferecidas 10 vagas, além de cadastro de reserva até o 30º classificado. Confira o edital para conciliadores da Justiça Federal em Sousa As inscrições devem ser feitas no prédio da Subseção Judiciária de Sousa. Poderão participar da seleção brasileiros, natos ou naturalizados, bacharéis em Direito, inscritos ou não na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e acadêmicos do curso, a partir do 5º período, com idade mínima de 18 anos, em pleno gozo dos direitos políticos e capazes de exercer a função. Os novos conciliadores serão selecionados por meio de análise de currículos, seguida de entrevista, a ser realizada nas datas prováveis de 3 e 4 de maio, em horário que será divulgado previamente no site da Justiça Federal e publicado no quadro de avisos da Subseção Judiciária de Sousa. A função de conciliador é exercida gratuitamente e, se praticada por período contínuo superior a um ano, poderá constituir título para concursos públicos promovidos pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com a pontuação que lhe for atribuída pelo edital da seleção. Quando exercida por bacharel em Direito, a função é considerada atividade jurídica para fins do artigo nº 93, inciso I, da Constituição Federal (requisito para inscrição definitiva em concurso público da magistratura), nos termos da Resolução nº 75, de 12 de maio de 2009, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Eletropaulo aprova cancelamento de oferta de ações e terá disputa em leilão


B3 agendou para 18 de maio um leilão em que Neoenergia, Enel e Energisa colocarão seus lances para a compra das ações da Eletropaulo. Linha de Transmissão de energia da Eletropaulo, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 A distribuidora Eletropaulo informou nesta quarta-feira (25) que seu Conselho de Administração aprovou o cancelamento de oferta pública primária de ações ordinárias, para "melhor evolução de competitividade entre ofertas públicas para aquisição de ações" da companhia, destacou a empresa em comunicado ao mercado. A bolsa paulista B3 agendou para 18 de maio um leilão em que Neoenergia, Enel e Energisa colocarão seus lances para a compra das ações da Eletropaulo. Mais cedo, uma das empresas que está na disputa pela Eletropaulo, a italiana Enel, elevou a proposta pela distribuidora, mas disse que não continuaria no processo a menos que a empresa paulista anunciasse o cancelamento da oferta pública, como foi feito, destaca a Reuters. A Enel elevou o preço para R$ 32 por ação, ante proposta anterior de R$ 28 para comprar até a totalidade das ações da Eletropaulo. A oferta primária, cancelada nesta quarta-feira, chegou a ser alvo de pedidos de esclarecimentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em meio a uma intensa disputa dos investidores pela aquisição da companhia, que envolve também a Neoenergia, controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, e a Energisa. A Eletropaulo, que tem como um dos principais acionistas a norte-americana AES, havia anunciado em 17 de abril um acordo de investimento com a Neoenergia para que esta comprasse até a totalidade das 58,9 milhões de ações que seriam emitidas na oferta primária por cerca de R$ 1,5 bilhão, ou R$ 25,51 por papel. O negócio, no entanto, foi anunciado quando a brasileira Energisa já havia apresentado uma oferta pública para compra de até a totalidade das ações da elétrica. Posteriormente, a italiana Enel também entrou na briga com um lance para aquisição da Eletropaulo e questionou o acordo entre Neoenergia e a empresa, que segundo ela prejudicaria "uma competição transparente" pela aquisição da distribuidora e significaria "tratamento privilegiado" a um dos concorrentes. A Neoenergia havia proposto também comprar até a totalidade das ações da companhia por R$ 29,40 por papel. Antes, a Energisa havia feito uma oferta de R$ 19,38 por papel da empresa, complementada por um aporte posterior de R$ 1 bilhão. "A decisão ora tomada não se altera com o eventual surgimento de novas propostas, o que só fará confirmar a competitividade que deverá ser mantida no leilão, em benefício progressivo do conjunto de acionistas", informou a Eletropaulo, em comunicado. Após o fechamento dos mercados, a Neoenergia informou na noite de quarta-feira que decidiu subir a oferta para R$ 32,10, superando a oferta da Enel. As empresas poderão apresentar novos preços para suas ofertas durante o leilão agendado para o dia 18 de maio. A ação da Eletropaulo fechou com leve alta nesta quarta-feira, a R$ 30,67. Disputa pela Eletropaulo A Eletropaulo vinha comunicando que a norte-americana AES poderia vender sua fatia na empresa, onde é a principal acionista junto ao braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESPar). A concorrência pela compra da distribuidora, responsável pelo fornecimento na região metropolitana de São Paulo, começou no final de março, quando a própria Enel apresentou uma proposta à Eletropaulo para participar de uma oferta pública de ações em preparação pela empresa. Depois disso, a empresa recebeu uma série de ofertas de Enel, Neoenergia e Energisa.

Bradesco registra lucro de R$ 4,4 bilhões no 1º trimestre, alta de quase 10%


Lucro é o segundo maior da história do banco, Retorno sobre o patrimônio líquido, indicador de rentabilidade, ficou em 18,6% no trimestre. Bradesco registrou lucro líquido de R$ 4,4 bilhões no 1º trimestre Alex DePaula/G1 O Bradesco anunciou nesta quinta-feira (26) ter registrado lucro líquido contábeil de R$ 4,467 bilhões no primeiro trimestre de 2018, uma alta de 9,72% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o resultado foi de R$ 4,071 bilhões. Trata-se do 2º melhor resultado trimestral já registrado pelo banco, segundo dados da provedora de informações financeiras Economatica, ficando atrás apenas do lucro do 2º trimestre de 2015 (R$ 4,473 bilhões). No 4º trimestre, o Bradesco registrou lucro líquido de R$ 3,793 bilhões. Já o lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) foi de R$ 5,1 bilhões nos 3 primeiros meses do ano, alta de 9,8% sobre o mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido, indicador de rentabilidade, ficou em 18,6% no 1º trimestre, acima dos 18,3% registrados no 1º trimestre de 2017. O índice de inadimplência acima de 90 dias recuou para 4,39%, apresentando melhora pelo quarto trimestre consecutivo, impactado principalmente pelo comportamento dos segmentos de pessoas físicas e micro, pequenas e médias empresas. A carteira de crédito expandida do Bradesco atingiu R$ 486,6 bilhões no fim de março, queda de 3,2% em 12 meses e de 1,3% na comparação com o final de 2017. Segundo o Bradesco, a alta do lucro no 1º trimestre foi impulsionada "pela boa performance das receitas de prestação de serviços em 12 meses, e das despesas operacionais (pessoal e administrativas)". Na terça-feira, o Santander reportou que registrou lucro de R$ 2,8 bilhões no 1º trimestre de 2018. Resultado em 2017 O Bradesco teve lucro de R$ 14,65 bilhões em 2017, resultado 3% menor do que o registrado no ano anterior, impactado pelo aumento nas provisões para perdas com calotes. No acumulado em 2017, o lucro das 4 maiores instituições financeiras com ações listadas na Bovespa ? Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander ? somou R$ 57,63 bilhões, o que corresponde a uma alta de 14,6% na comparação com 2016.

Qual é a melhor hora para comprar dólar? Veja dicas de especialistas 


Especialistas concordam que não há como fugir dos riscos da oscilação, mas ainda assim o turista pode tentar se precaver. Vídeo: Quando é hora de comprar dólar? Uma das preocupações mais frequentes entre os turistas brasileiros que estão com viagem marcada para o exterior é o sobe e desce do dólar. Afinal, é melhor comprar tudo de uma vez ou parcelar? Como saber qual é o melhor momento para comprar? Entre os especialistas, é unanimidade que tentar prever quando o dólar vai cair sobre o real é muito arriscado. Mesmo assim, é possível se precaver na hora de comprar a moeda, tomando alguns cuidados para não pagar muito caro. O G1 publica nesta semana uma série para entender o mercado de câmbio: O que faz o dólar subir ou cair todos os dias? Por que o dólar turismo é mais caro que o comercial? Como o sobe e desce do dólar influencia sua vida? Quando é hora de comprar dólar? Como funcionam as compras em dólar no cartão de crédito? Dólar REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo Veja abaixo 3 dicas de especialistas para quem precisa comprar dólar para viajar: 1. Compre em etapas Se você tem tempo entre até a data da viagem, vale fazer várias compras de dólar em datas diferentes para tentar minimizar os riscos. A dica do professor de finanças Alexandre Cabral é tentar fazer um ?preço médio? dessa compra. ?Por exemplo: se a pessoa vai daqui a 5 meses. Vamos supor que nesse tempo ela receba 4 salários. Então, divida a possível compra em 4. Se precisa de US$ 10 mil, compre US$ 2,5 mil a cada salário recebido?, explica. 2. Acompanhe a tendência Ninguém sabe ao certo o que vai acontecer com o dólar no futuro, mas o turista pode ter algumas pistas de qual é a tendência para a moeda americana se ficar de olho no noticiário econômico e nos comentários de analistas sobre a tendência do dólar, explica o professor Cláudio Carvajal, da FIA. ?Não há muito como fugir de um certo risco de oscilação. O que se pode fazer, no melhor nos mundos, é realmente ler as recomendações para ver se a moeda tem uma tendência de alta ou de queda para os próximos meses. Se é de queda, deixe para comprar o mais perto possível da viagem. Se é de alta, o melhor é comprar o quanto antes?, diz ele. 3. Pesquise em diferentes casas de câmbio Cabral aponta que, em momentos de ?mercado nervoso? como vem acontecendo nos últimos dias, a diferença de preços entre uma corretora e outra costuma ser maior. Por isso, vale a pena fazer uma pesquisa de preço antes de cada compra de moeda para tentar encontrar melhores taxas.

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