“Viste o homem eficiente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior.” (Provérbios 22:29)

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Petrobras aumenta preço da gasolina nas refinarias ao maior patamar em mais de 3 meses


Valor do litro foi a R$ 1,6337 e alcançou o maior valor desde 14 de novembro; diesel segue estável. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Petrobras anunciou nesta terça-feira (19) que vai elevar, a partir de quarta-feira (20), o preço médio da gasolina em 2,30% nas refinarias. O valor médio do diesel seguirá inalterado. Com isso, o preço médio do litro da gasolina passará de R$ 1,5970 para R$ 1,6337 entre hoje e amanhã. É o maior patamar desde 14 de novembro (R$ 1,6616). O preço do diesel se manterá em R$ 2,0505. Na segunda-feira (18), a empresa anunciou a elevação do preço médio da gasolina em 2,49% nas refinarias. No ano passado o governo anunciou fim do programa de subvenção do diesel instituído pela União. O programa de subvenção ao diesel havia sido criado pelo governo após a greve dos caminhoneiros, no fim de maio de 2018. Uma das principais reivindicações da categoria era redução no preço do combustível. A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho de 2017. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente. Em março de 2018, a empresa mudou sua forma de reajustes, e passou a divulgar preços do litro da gasolina e do diesel vendidos pela companhia nas refinarias ? e não mais os percentuais de reajuste. Desde o início da nova metodologia, o preço da gasolina comercializada nas refinarias acumula alta de 24,80% e o do diesel, valorização de 51,20%.

Governo diz que pode sobretaxar leite em pó, cigarro e alho europeus como compensação por barreiras ao aço


Itamaraty disse que OMC já foi comunicada da possibilidade. Medida pode ser caminho para atender demanda do setor produtivo de leite. Governo retirou tarifa antidumping de leite importado e setor produtivo teme queda nos preços Reprodução/EPTV O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) informou nesta terça-feira (19) que o Brasil poderá sobretaxar leite em pó, cigarros e alho vindos da União Europeia. A tarifa adicional seria uma compensação por barreiras impostas pelo bloco à importação de aço. Na segunda-feira, em nota conjunta, o Itamaraty, o Ministério da Agricultura e o Ministério da Economia haviam divulgado que encaminharam a UE um pedido de compensação pelas salvaguardas à compra de aço e que comunicaram a Organização Mundial do Comércio (OMC) de que o Brasil poderia adotar medidas para reequilibrar o comércio o bloco. Questionado pelo G1 sobre que tipo de compensação constaria no pedido, o Itamaraty informou que venceu no último dia 14 o prazo de 30 dias para que o país e a União Europeia buscassem acordo sobre as barreiras ao aço, sem sucesso. "Nesse contexto, o Brasil notificou a OMC, em 18/02/19, de que o país poderá suspender concessões a exportações europeias de certos produtos, ao fim de um prazo adicional de 30 dias, previsto pelas regras da OMC. Entre outros produtos europeus que poderão estar sujeitos a tarifa de importação adicional no Brasil, encontram-se leite em pó, cigarros e artigos de fumo e alho", disse em nota. O Itamaraty não detalhou de quanto seriam essas sobretaxas. Produtores comemoram alta do preço do leite e aumento de imposto de importação Impasse do leite O compensação pelas barreiras impostas ao aço pode ser um caminho para o governo resolver um impasse com os produtores de leite. No início do mês, o ministério da Economia extinguiu tarifas antidumping sobre o leite importado da União Europeia e da Nova Zelândia. As taxas, de 14,8% e 3,8%, respectivamente, eram cobradas desde 2001 e tinham o objetivo de proteger os produtores nacionais da competição agressiva com o leite de outros países, garantindo preços estáveis no mercado interno. A equipe econômica concluiu que, entre 2017 e 2018, não houve importação de leite da Nova Zelândia e o pouco proveniente da União Europeia não teria impacto para os produtores brasileiros. Mas o setor classificou a decisão como absurda. Os produtores entendem que o leite excedente no mercado europeu poderia acabar sendo direcionado para o Brasil, o que baixaria os preços e prejudicaria principalmente os pequenos agricultores. Eles pediam a volta da tarifa antidumping. Para tentar resolver, o Ministério da Agricultura sinalizou que o governo poderia elevar o imposto de importação sobre o produto, de forma a compensar a queda das tarifas antidumping. Não foi detalhado, porém, como isso seria feito. A definição de tarifas de importação cabe ao Ministério da Economia.

Abertura de centro de pesquisa sobre uso sustentável do petróleo injeta R$ 25 milhões na Unicamp


Estrutura ficará no Cepetro e recursos serão investidos no prazo de 5 anos pela Fapesp e por estatal norueguesa. Professor destaca importância do projeto em meio à crise econômica. Área do Cepetro, na Unicamp Antonio Scarpinetti / Unicamp A abertura de um novo centro de pesquisas ligadas ao petróleo na Unicamp injetará R$ 25 milhões na universidade em cinco anos. O projeto foi lançado nesta terça-feira (19), após a instituição com campus em Campinas (SP) vencer o edital criado a partir do acordo de cooperação feito entre a Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp) e a estatal norueguesa Equinor, da área de energia. Ao G1, o diretor do Centro de Estudos de Petróleo (Cepetro), Denis Schiozer, explica que a unidade existente servirá de sede para os trabalhos. Segundo ele, os recursos serão divididos igualmente entre a companhia e a instituição ligada ao governo do estado, e as atividades na área especializada na engenharia em reservatórios e gerenciamento da produção serão divididos em dois grupos. "Buscaremos produzir mais petróleo de uma forma mais sustentável e com soluções inovadoras no descarte de CO2 [gás carbônico], que poderá ser usado para aumentar a produção de petróleo; e uso mais sustentável da água produzida junto com petróleo", diz o docente ao citar que entre os focos estão reservatórios de óleos na Bacia de Campos e do pré-sal. O diretor do Cepetro da Unicamp, Denis Schiozer Antonio Scarpinetti / Unicamp Schiozer confirma que as outras metas do projeto abrangem a busca por soluções inovadoras para otimizar a produção do combustível e eficiência dos postos, além da recuperação de reservatórios. Ele ainda ressalta a importância do segmento para a universidade, ao lembrar que na área do petróleo há uma regulamentação que incentiva as empresas a investirem em novos estudos. "O Cepetro da Unicamp assinou mais de R$ 120 milhões em projetos no último ano, em várias áreas de conhecimento ligadas ao setor de petróleo e gás", lembra. Segundo ele, já há um acordo entre a universidade, Fapesp e Equinor que prevê mais R$ 25 milhões nos cinco anos posteriores. Como vai funcionar? O diretor explica que algumas atividades já tiveram início no Cepetro, em parceria com a Faculdade de Engenharia Mecânica. Já a outra parte necessária para desenvolvimento, de acordo com ele, depende de reformas que serão realizadas a médio prazo e estão previstas no plano. "Acreditamos que em pouco mais de um ano estaremos em funcionamento integral. Além disso, o centro envolve 12 professores que têm laboratórios com espaços para acomodar partes do projeto", explica. O professor conta que um grupo de pelo menos 60 pessoas está envolvido no novo centro de pesquisas, incluindo pesquisadores e estudantes da pós-graduação. Ele frisou que a iniciativa também é positiva para a Unicamp, que prevê um déficit orçamentário de R$ 169 milhões. Para equilibrar as contas, a universidade projeta usar até dezembro, pelo terceiro ano consecutivo, aporte vinculado à "reserva estratégica". O valor é de R$ 164,5 milhões para garantir equilíbrio exigido pelas Leis de Finanças Públicas e de Responsabilidade Fiscal, destaca a instituição. "A Unicamp continua se esforçando muito para conseguir manter suas atividades eficientes para ensinos de graduação e pós, mas estes recursos de pesquisa ajudam muito a universidade a superar parte dessa crise", avalia Schiozer. A Equinor atua no Brasil há 17 anos com foco na exploração e produção de petróleo e gás natural offshore [empresa situada no exterior, sujeita a regime legal e tributário diferentes do país de origem]. Ela produz 100 mil barris por dia, a segunda maior operação no Brasil. Petróleo extraído em poços da camada do pré-sal da Bacia de Campos Daniel Silveira/G1 Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Aumento de preços e crise econômica frearam vendas de combustíveis no Brasil, diz ANP


Diante da estagnação no mercado de combustíveis, agência reguladora defende mais competitividade e transparência no mercado. Diretor da ANP, Décio Oddone Matheus Rodrigues/G1 O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, disse nesta terça-feira (19) que os sucessivos reajustes nos preços de combustíveis ao longo de 2018 fizeram com que o mercado do setor ficasse estagnado no ano passado. Na comparação com 2017, as vendas de combustíveis no país cresceram apenas 0,025%, o que indica estabilidade. ?Eu acredito que uma elevação dos preços dos combustíveis possa ter causado também uma retração no consumo, além da retração causada pela situação da economia?, disse Oddone ao conversar com jornalistas após a divulgação dos dados. A relação da alta dos preços com a demanda, segundo ele, se demonstra, por exemplo, pela alta de 42,1% nas vendas do etanol hidratado frente à queda de 13,1% nas vendas de gasolina. Os altos preços da gasolina fizeram com que o etanol ficasse mais competitivo ao longo do ano. ?É uma decisão de racionalidade econômica se refletindo na demanda?, afirmou Oddone. Questionado se o resultado é motivo de comemoração, Oddone disse que ele serve para que se promover mudanças no setor. ?Não há o que comemorar ou deixar de comemorar. Temos é que tirar lições das estatísticas. A lição que a gente captura mais é que o mercado seja competitivo e transparente. A formação de preços ela deve ser feita num mercado em que haja competição e transparência?, enfatizou. ?A gente tem poucos agentes operando no setor de distribuição e a gente tem um agente dominante, que é a Petrobras, no refino. Se houver competitividade, haverá diversificação de preços?, destacou aos jornalistas. Na abertura do seminário, Oddone o diretor-geral da ANP havia apontado que além da conjuntura econômica desfavorável no país, os preços do petróleo no mercado internacional contribuíram para a estagnação do mercado. Ele pontuou que o Brasil é um ?importador estrutural de derivados?, por não ter estrutura produtiva suficiente para atender à demanda interna. Além disso, apontou que os principais combustíveis consumidos no país, etanol e gasolina, têm preços mais caros no mercado internacional, o que impacta na formação do preço no mercado interno. ?A pergunta [que devemos fazer aqui] é: quais as razões dessa estagnação? É só a economia, ou a gente tem mais o que fazer? A dependência das importações, embora tenha melhorado, pode ser diminuída, ou não há o que fazer? Acho que é um pouco dos dois?, apontou Oddone.

Empreendedores: 5 crianças que ganham mais de R$ 700 mil por ano

De apresentador de YouTube, à venda de limonadas e biscoitos saudáveis para cachorros... Conheça as crianças que fizeram fortuna com o próprio negócio. Eles têm menos de 17 anos e parecem se divertir muito com o que fazem. Em comum, possuem contas bancárias que alcançam seis dígitos. Um dos casos mais famosos é o de Ryan, de 8 anos, que, no ano passado, conseguiu fazer fortuna com seu canal no YouTube "Ryan ToysReview", no qual publica vídeos sobre brinquedos. Só em 2018, o menino acumulou US$ 22 milhões. Conheça a história dele e outros quatro exemplos de crianças e adolescentes que se tornaram empresários muito bem-sucedidos. 1. Marsai Martin Marsai Martin é uma atriz de 14 anos que se tornou a diretora executiva mais jovem da história de Hollywood. Ela é a estrela da série dos "Black-ish" sobre uma família americana de classe média. Mas agora ela também vai atuar e produzir o filme "Little", que estreia neste ano. "Esse é o primeiro filme em que atuo na frente e atrás das câmeras", disse ela ao canal de entretenimento ET. "E não vai ser a última", completou. Só com esse trabalho, Marsai Martin assegurou um contrato de US$ 200 mil, com possibilidade de somar mais US$ 300 mil conforme o sucesso do filme após o lançamento, informou o site de notícias TMZ. 2. Cory Nieves Quem nunca quis, quando criança, ser dono de sua própria empresa de doces? No caso de Cory Nieves, esse sonho se tornou realidade. O garoto, que hoje tem 15 anos, é diretor-executivo da Mr. Cory's Cookies, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Quando ele abriu o negócio - com a ajuda da mãe, é claro -, tinha apenas seis anos. Na época, Cory queria juntar dinheiro para comprar um carro para a mãe. Para isso, começou a vender chocolate quente no bairro. Depois, passou a vender cookies e o negócio virou um sucesso. Em 2017, Cory obteve um investimento de US$ 100 mil, logo depois que ele e a mãe participaram do programa de TV americano "The Profit", que oferece ajuda financeira a pequenos negócios. Naquele mesmo ano, a empresa do adolescente vendeu 50 mil biscoitos. Atualmente, comercializa diferentes tipos de cookies. Duas dúzias deles custam US$ 25,95, com entrega em casa. 3. Mosiah Bridges Esse jovem de 17 anos já um veterano nos negócios. Aos 9 anos, Mosiah Bridges criou uma marca que fabrica gravatas para homens a um custo de US$ 15 a US$ 50. A ideia surgiu quando ele não conseguiu encontrar no mercado uma que fosse de seu agrado. Começou, então, a fazer gravatas à mão, com a ajuda da avó. As vendas começaram a prosperar e ganharam mais visibilidade quando Mosiah apareceu em um programa de televisão. O menino passou a ser assessorado pelo empresário americano Daymond Garfield, e os negócios cresceram. No final de 2017, ele firmou um contrato de sete dígitos para fabricar gravatas para jogadores de 30 equipes da NBA. "Decidiram que eu era genial, que fazia gravatas geniais", disse Mosiah em entrevista ao site de notícias Business Insider. Até 2018, a Mo's Bows já havia vendido mais de US$ 600 mil em produtos. 4. Mikaila Ulmer As limonadas de Mikaila Ulmer são vendidas em mais de 500 lojas dos Estados Unidos. Com apenas 13 anos, ela é diretora-executiva da empresa Me & The Bees Lemonade. Mikaila começou a fazer limonada para vender onde morava, no Texas, aos 4 anos de idade. Aos poucos, passou a sofisticar o produto, agregando mel e linhaça. O salto nos negócios ocorreu quando Mikaila tinha apenas 9 anos e firmou um contrato de US$ 11 milhões para vender seu produto na cadeia de supermercados Whole Foods. Desde então, seu negócio não para de crescer, com a inclusão de diferentes tipos de limonadas e outros produtos, como protetores labiais. Atualmente, Mikaila toca a empresa juntamente com seus pais e comparece a seminários e congressos sobre liderança empresarial. 5. Ryan Kelly Ryan Kelly, de 14 anos, sempre se preocupou com a saúde e bem-estar de seu cachorro, Barkley. Quando tinha 10 anos, pediu ajuda à mãe e, juntos, idealizaram guloseimas saudáveis para o pet da família. Mas eles precisavam de financiamento para aumentar a escala do negócio. Conseguiram, então, aparecer no programa de televisão "Shark Tank", que financia empreendimentos. Desde então, as receitas da empresa passaram de US$ 800 a seis dígitos. Atualmente, a Ry's Ruffery vende os produtos caninos pela internet. As guloseimas têm sabores variados, como queijo, manteiga de amendoim, e abóbora com maçã.

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
19:30 ESCOLA DE SABEDORIA
Local: AUD.MARIO DE OLIVEIRA
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
16:45 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: