“Viste o homem eficiente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior.” (Provérbios 22:29)

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Disparidade de renda cresceu entre brancos e negros em 5 anos, mas caiu entre homens e mulheres


De 2016 para 2017, rendimento do trabalho caiu no agregado do país. Brasil tem 25% da população vulnerável à pobreza, segundo o Ipea. Estudo do Ipea aponta que diferença de renda entre homens e mulheres caiu, mas entre brancos e negros ainda é de quase duas vezes. Reprodução/TV Gazeta A desigualdade de renda entre brancos e negros cresceu em cinco anos, segundo um estudo divulgado esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) ? que também indicou uma redução geral dos rendimentos do trabalho no Brasil entre 2016 e 2017. Renda domiciliar per capita no Brasil foi de R$ 1.373 em 2018 Segundo o Radar IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), os brancos recebiam por seu trabalho uma renda R$ 726,93 maior que a população negra em 2012. Já em 2017, essa diferença aumentou para R$ 767,84. O indicador detalha os indicadores de desenvolvimento humano no Brasil, levando em conta três pilares: renda, educação e longevidade. No Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é possível consultar os dados do IDH-M por cidade, estado e região metropolitana. Apesar do aumento em cinco anos, a desigualdade entre os dois grupos caiu ligeiramente entre 2016 e 2017, impulsionada por uma leve redução da renda dos brancos (de R$ 1.837,30 para R$ 1.780,60) e pelo aumento para a população negra neste mesmo período, de R$ 996,13 para R$ 1.012,76. Ainda assim, os brancos possuíam renda de quase duas vezes a da população negra em 2017 (veja o gráfico), de acordo com o estudo. No todo, renda caiu Segundo o estudo, a renda do trabalho para o agregado de todos os grupos (sexo e cor) ficou levemente menor em 2017, puxada pela redução de R$ 842,04 para R$ 834,31 na renda per capita ? um recuo de 0,9% em relação a 2016. Esta queda veio acompanhada da manutenção da desigualdade de renda pelo índice de Gini, implicando o aumento da pobreza. "A proporção de pessoas vulneráveis à pobreza cresceu 0,5 ponto percentual em 2017, atingindo 25% da população brasileira", aponta o Ipea. Mulheres receberam R$ 377,62 menos que homens Já entre homens e mulheres, a diferença de renda diminuiu em cinco anos. Em 2012, eles possuíam uma renda R$ 423,80 maior que a das mulheres. Em 2017, essa diferença caiu para R$ 377,62, segundo o Ipea. Essa redução na diferença entre os sexos ajudou a igualar a condição de homens e mulheres na medição geral do Índice de Desenvolvimento Humano que, além da renda do trabalho, também inclui longevidade e educação. Nestes dois últimos quesitos, as mulheres ficam à frente dos homens. Segundo o Ipea, o IDHM-Ajustado dos homens subiu ligeiramente, de 0,772 para 0,773, enquanto o das mulheres passou de 0,769 para 0,772, praticamente alcançando o dos homens. Índice geral ficou estável Entre 2016 e 2017, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal brasileiro ficou praticamente estável, passando de 0,776 para 0,778. Esta faixa é considerada de alto desenvolvimento humano pelos padrões internacionais. De acordo com o estudo, a melhora do índice aconteceu apesar da leve queda da renda, compensada pela evolução nos níveis de longevidade e educação, de 0,6% e 1,6%, respectivamente. O crescimento da esperança de vida, de 75,72 anos para 75,99 anos, foi o principal indicador que elevou o nível de longevidade de 0,845 para 0,850. Já a dimensão Educação, que avançou de 0,739 para 0,742, contribuiu para o subíndice de frequência escolar, passando de 0,792 para 0,797. Resultado por regiões Entre os 27 estados mais Distrito Federal, seis deles tiveram redução no IDHM. Acre (-0,010) e Roraima (-0,006), ambos na região Norte, tiveram as maiores quedas, seguidos por Rio Grande do Norte (-0,005), São Paulo (-0,005), Distrito Federal (-0,004) e Pernambuco (-0,003). As maiores altas no índice foram observadas no Amazonas (0,017) e na Paraíba (0,013) ? que cresceram 2,4% e 1,8%, respectivamente. Segundo o estudo, as disparidades interestaduais e regionais ainda são grandes no Brasil. Em 2017, o IDHM atingia 0,850 no Distrito Federal e 0,837 em São Paulo, enquanto ficava em somente 0,687 no Maranhão e 0,683 em Alagoas. Apenas no Distrito Federal e nos estados das regiões Sul e Sudeste, os valores do IDHM foram superiores ao da média do país, de acordo com o levantamento.

Alguns números da loteria retornam prêmios menores


Eu costumo dizer para aqueles que ignoram riscos e só olham casos de sucesso que não há investimento melhor do que apostar na Mega Sena. Com um bilhete da loteria, que custa R$ 3,50, dá para ficar rico, recebendo prêmios de até R$ 200 milhões. Mas também é verdade que se fossemos levar em conta apenas a racionalidade, ninguém apostaria na loteria. As chances de ganhar são ínfimas, na Mega Sena, por exemplo, de 1 em 55 milhões. Existe uma maneira de aumentar as chances: apostar mais dezenas. Mas então o custo da aposta também sobe, elevando bastante o prejuízo caso continue sem ganhar. Uma aposta de 15 dezenas, o máximo permitido na Mega Sena, por exemplo, custa R$ 17.517,50. É verdade que a possibilidade aumenta muito, para 1 em 10.003. Mas ainda é baixíssima, 0,0001%. Alguém que gaste esse mesmo valor em cada sorteio, torrando mais de R$ 140 mil mensais, em poucos anos precisará de um prêmio da Mega Sena só para pagar as apostas feitas. É lógico que pouca gente faz isso, se é que alguém faz. Mas o bom da economia é que podemos especular. Vamos imaginar que, depois de três anos, essa pessoa desvairada finalmente ganhou na loteria. Só que agora tem de dividir o prêmio com outros ganhadores, algo comum nos valores mais altos. Resultado: mal recuperou o dinheiro apostado. Mas há um caminho para ela não só recuperar tudo que apostando como ainda sair lucrando, segundo um curioso estudo de 2016 produzido por quatro economistas comportamentais. Basta que todos os números sorteados fiquem acima de 31. Tong Wang, Rogier van Loon, Martijn van der Assen e Dennie van Dolder, todos ligados a universidades holandesas, revisaram mais de 2,5 milhões de apostas feitas em 175 sorteios da loto holandesa - na qual os apostadores escolhem cinco dezenas de 1 a 45 - entre 2010 a 2012, e os números de uma loteria privada, de um cassino, entre 2013 e 2014. Os resultados, publicados no Journal of Decision Making, revelam o quanto números de loteria refletem nosso comportamento. A maioria prefere aqueles que são significativos. Por exemplo, o dia em que eles ou alguém próximo nasceram. Ou a idade dos filhos. É uma forma de demonstrar que essas pessoas são importantes. Mas o problema é que esses números costumam ser baixos. Há no máximo 31 dias em um mês, logo, qualquer escolha baseada nos dias do aniversário já repete as apostas da maioria. No caso dos meses do ano, de 1 a 12, ocorre a mesma coisa. E, considerando que estamos em 2019, o mesmo para o ano de nascimento dos filhos desde a década de 90 . As apostas realizadas mostram uma queda abrupta depois do número 31 Alguns números da loteria retornam prêmios maiores Estudo Number preferences in lotteries As pessoas também gostam dos números que estão no centro das possibilidades no volante. Na Mega Sena, por exemplo, fica entre 21 e 40. Por último, existe uma preocupação estética. Isto é, os apostadores usavam sequências (09,18, 27, 36 e 45 e etc) ou repetiam números que saíram nos últimos sorteios. Não importava a loteria, os padrões das apostas eram iguais e quando ganhavam, os apostadores de números mais baixos geralmente recebiam prêmios menores do que os ganhadores com os números mais altos. Ou seja, apostar com a maioria diminui o valor do prêmio a ser recebido. Isso, para os pesquisadores, não significa que as pessoas desejam prêmios menores ou ignoram que no fim das contas os números sorteados são aleatórios. Números mais baixos são mais fáceis de memorizar e elas simplesmente seguem as apostas da maioria. O bom e velho efeito manada, do qual já tratei outras vezes nesse espaço.

Imposto de Renda 2019: aproveite o feriado para fazer a declaração


Prazo para o envio da declaração termina em 30 de abril. Arte G1 Os brasileiros têm só 11 dias para enviar a declaração de Imposto de Renda deste ano. O prazo termina em 30 de abril ? e até a última atualização da Receita Federal, na quinta-feira, mais de 15 milhões de contribuintes ainda não tinham enviado o documento. O número representa mais da metade das 30,5 milhões de declarações esperadas. A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo corresponde a 20% do imposto devido. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA Dicas IR 2019: Escolha de modelo de declaração deve levar em conta as deduções Com o prazo próximo do fim, o G1 preparou algumas dicas para facilitar o processo de declaração. Quem deve declarar Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; Quem obteve, em qualquer mês de 2018, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Quem teve, em 2018, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; Quem tinha, até 31 de dezembro de 2018, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2018; Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda Documentos Informes de rendimentos de instituições financeiras inclusive corretora de valores; Informes de rendimentos de salários, pró labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensão etc.; Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas; Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebida no ano, dentre outras; Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos; Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver. Veja a lista completa de documentos Programa para enviar a declaração Do computador, o contribuinte pode baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). Para os celulares, os programas estão disponíveis para Android e IOS. Clique aqui para fazer o download do programa Horário para envio da declaração A entrega da declaração do Imposto de Renda não estará disponível durante as madrugadas. O sistema da Receita fica inoperante para manutenção entre 1h e 5h, impedindo o envio do documento neste período. Nos outros horários, a entrega está liberada.

Avianca devolverá 18 aviões a partir de segunda, diz Anac; companhia ficará com sete aviões


Balanço da Anac aponta que a companhia, em recuperação judicial, tem 25 aviões. Número de voos terá que ser reduzido em razão da devolução de aviões. Avião da companhia aérea Avianca pousa no Aeroporto Internacional de São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos Celso Tavares/G1 A Avianca Brasil devolverá 18 das suas 25 aeronaves a partir de segunda-feira (22), informou nesta quinta-feira (18) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Quando a devolução for concluída --o prazo final não foi informado pela agência ou pela empresa--, a empresa ficará com sete aviões na frota. Ao G1, a companhia disse que não irá comentar. A redução na frota fará a companhia reduzir ainda mais o número de voos, impactados desde o último sábado (13); o ajuste é uma exigência da Anac para "minimizar o impacto aos passageiros". Na Páscoa, por exemplo, a diminuição de voos será de 62% em relação a 2018. A devolução será feita aos donos dos aviões, conhecidos como "lessores"; oito aviões pertencem à GE, seis à Aviation Capital Group e quatro à Vermillion. Na quarta (17), a Anac havia dito que seriam oito aviões devolvidos --então, novos acordos foram feitos nesta quinta. O pedido da agência foi para que a devolução ocorresse depois da Páscoa. A Avianca Brasil está em recuperação judicial e suas operações têm sido impactadas por decisões judiciais que determinaram a devolução de aviões por falta de pagamento. Em consequência disso, voos tem sido cancelados diariamente --são mais de 300 desde quinta. A atualização dos voos cancelados também pode ser visualizada na página da Avianca Brasil. Passageiros afetados Passageiros da Avianca vivem incerteza sobre voos A companhia aérea disse que vai entrar em contato com os passageiros afetados pelo cancelamento de voos para oferecer reembolso ou opções de reacomodação. Também informou que, se as passagens foram compradas por meio de agências, sites de viagem, o passageiro deve entrar em contato diretamente com as empresas. Segundo a Anac, em caso de cancelamento ou de alteração do voo por iniciativa da Avianca, o passageiro deve ter os seus direitos respeitados, disponíveis para consulta no portal da Anac na internet. Reclamações podem ser feitas pela plataforma Consumidor.gov.br e, caso não sejam atendidas, o passageiro poderá recorrer aos órgãos do Serviço Nacional de Defesa do Consumidor. O Procon-SP informou que pediu esclarecimentos para a Avianca sobre as providências adotadas e que a empresa alegou que a maioria dos passageiros foi avisada com 72 horas de antecedência sobre o cancelamento dos voos. Segundo o Procon, a Avianca informou ainda que poucos estão optando pelo reembolso e a maior parte preferiu a reacomodação em outras companhias aéreas. Plano de recuperação Quarta maior companhia aérea do Brasil, a Avianca Brasil está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado. Em 5 de abril, os credores aprovaram o plano de recuperação judicial da companhia. O plano prevê a divisão da companhia em sete Unidades Produtivas Isoladas (UPIs) que serão levadas a leilão, marcado para o dia 7 de maio. Tanto a Latam Brasil quanto a Gol concordaram em fazer uma oferta no valor mínimo de US$ 70 milhões para pelo menos uma UPI e seus respectivos ativos. A Azul chegou a fazer uma oferta de compra, mas, nesta quinta-feira (18), anunciou ter desistido. Nos últimos dias, a companhia aérea também tem enfrentado uma série de problemas com operadores de aeroportos. A companhia está atrasando o pagamento de taxas aeroportuárias, o que tem levado as empresas operadores a ameaçar de suspensão de voos da companhia. O juiz que homologou o plano de recuperação da Avianca não aceitou o pedido da aérea para que a devolução dos aviões fosse feita gradualmente, até julho. A companhia já atrasou pagamentos nos aeroportos de Guarulhos, Florianópolis, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza. Initial plugin text

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
19:30 ESCOLA DE SABEDORIA
Local: AUD.MARIO DE OLIVEIRA
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
16:45 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: