TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

Notícias

Pagseguro lança nova oferta de ações de até US$ 1,1 bilhão

Antes do lançamento do acordo, o Pagseguro fechou o pregão da Nyse em US$ 32,10, queda de 3,7% na sessão, mas acima do preço de US$ 21,50 dólares em seu IPO. A empresa de meios eletrônicos de pagamento Pagseguro lançou uma nova oferta de ações de até US$ 1,1 bilhão, uma das raras empresas da América Latina a se aventurar nos mercados de capitais nos últimos meses. O plano, que ocorre meses após o IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) de US$ 2,26 bilhões de dólares em janeiro, é a terceira emissão de ações da América Latina desde abril, segundo dados da IFR. O Goldman Sachs e o Morgan Stanley consultaram o mercado nesta segunda-feira sobre a venda de 33 milhões de ações, sendo 11,55 milhões de uma oferta primária (papéis novos) e 21,45 milhões da secundária (ações detidas pelo controlador UOL). O roadshow de três dias é mais longo do que os dois dias exigidos pelas regras de valores mobiliários dos EUA para emissores listados há menos de um ano. Antes do lançamento do acordo, o Pagseguro fechou o pregão da Nyse em US$ 32,10, queda de 3,7% na sessão, mas acima do preço de US$ 21,50 dólares em seu IPO em janeiro. O Pagseguro divulgou um lucro líquido de R$ 148,5 milhões no primeiro trimestre, alta de 144,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, já que a receita mais que dobrou para R$ 928 milhões. A Pagseguro planeja usar os recursos da oferta primária para investir em novas tecnologias para dar suporte à sua rede de pagamentos digitais. O UOL reduziria sua fatia para 52,2% sobre o negócio, embora deva continuar a ter 91,6% das ações com direito a voto.

Ex-ministro Eliezer Batista, pai de Eike Batista, morre no Rio


Empresário morreu na noite desta segunda-feira (18) no Hospital Samaritano. Eliezer Batista foi o primeiro empregado de carreira a se tornar presidente da Vale do Rio Doce. Eliezer e Eike Batista em foto de 2007, em entrega do prêmio 'O Equilibrista', do Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros (IBEF), a Eike, noo Rio de Janeiro Tasso Marcelo/AE O empresário e ex-ministro Eliezer Batista morreu na noite desta segunda-feira (18), aos 94 anos. Ele estava internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Engenheiro, Eliezer foi, entre outros cargos, presidente da Vale do Rio Doce, ministro de Minas e Energia, em 1962, e secretário de Assuntos Estratégicos do governo Fernando Collor de Mello em 1992. Batista também participou do segundo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como membro do Conselho Coordenador das Ações Federais no Rio de Janeiro. Morre, aos 94 anos, o ex-ministro Eliezer Batista Empresário no ramo da mineração e natural de Nova Era (MG), Eliezer era pai do também empresário Eike Batista e outros seis filhos. No ramo empresarial, Eliezer foi diretor-presidente da Minerações Brasileiras Reunidas S.A., vice-presidente da Itabira International Company, diretor da Itabira Eisenerz GMPH, presidente da Rio Doce Internacional (subsidiária da Vale em Bruxelas). Depois de retornar à presidência da Companhia Vale do Rio Doce, em 1979, Batista desenvolveu o Projeto Ferro Carajás, primeira iniciativa de exploração das riquezas da província mineral dos Carajás, com áreas do Pará até o Xingú, Goiás e Maranhão. Eliezer também foi um dos fundadores, em 1997, do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentado (CEBDS). Vale lamenta morte Em nota, a Vale lamentou o falecimento de Eliezer Batista, "primeiro empregado de carreira a ocupar o principal posto na empresa". "Presidente por duas vezes, Eliezer preparou a então Companhia Vale do Rio Doce para o crescimento que ocorreria a partir da década de 1980, criando uma estratégia de comercialização de minério em grandes volumes e a longo prazo com as siderúrgicas japonesas", diz o texto. "Estamos consternados. Nosso maior engenheiro, o homem que teve a visão de preparar a Vale para ser a empresa que conhecemos hoje, se foi. Eliezer Batista, que um dia recebeu a alcunha de 'Engenheiro do Brasil', bem que poderia ser conhecido por: 'o Construtor da Vale'. Sim, temos orgulho de dizer que fomos a sua principal obra", afirmou o diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman. 'Sempre acreditou no Brasil', diz Temer Initial plugin text No microblog Twitter, o presidente Michel Temer também lamentou a morte de Eliezer Batista. "O Brasil perdeu um de seus maiores engenheiros. Eliezer Batista foi um dos responsáveis pelo sucesso da Vale no mundo. Muito trabalhou pelo nosso país e sempre acreditou no Brasil", escreveu o presidente. Além do presidente, o Sistema Firjan também manifestou lamentação pela morte de Eliezer Batista. "Eliezer dedicou sua vida à questão da infraestrutura e da logística. Presidiu a Vale, dando início a uma trajetória que transformaria a companhia em um dos maiores grupos do mundo. E foi responsável por uma aproximação com empresas do Japão, que resultou em importantes investimentos em nosso país", diz a nota. O sistema lembrou que, em 1995, Batista assumiu cadeira no Conselho Coordenador das Ações Federais no Rio de Janeiro, ligado à presidência da República e que ficava sediado na Federação. "Foi o começo também de uma inestimável colaboração para a Firjan", recorda o texto. Em 2016, a Firjan destacou que Batista passou a integrar o Conselho de Eméritos da Federação, criado para debater grandes temas da indústria fluminense. "O Brasil e o Rio de Janeiro devem muito a Eliezer, um dos maiores brasileiros da história", ressaltou a instituição.

ANP diz que 31 empresas aderem a nova fase programa de subsídio ao diesel

Programa foi criado durante as negociações para encerrar uma greve dos caminhoneiros. Um total de 31 companhias, dentre produtoras e importadoras, inscreveram-se para participar da segunda fase do programa de subsídios ao diesel, do governo federal, em vigor entre 8 de junho e o fim de julho, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em seu site. Preço do diesel recua 5 centavos na semana, segundo ANP Após subsídios ao diesel, mercado sobe estimativa de rombo para R$ 151 bi Dentre as inscritas, estão a Petrobras, que detém quase 100% da capacidade de refino no país-- além das pequenas refinadoras Refinaria de Petróleo RioGrandense e Dax Oil Refino S.A., assim como diversas importadoras, como a Alesat Comercial Importações e Exportações Ltda. As 31 empresas, de acordo com a agência reguladora, se inscreveram até esta segunda-feira (18). Programa de subsídio O programa de subvenção ao combustível, do governo federal, foi criado como resultado das negociações para encerrar uma greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias em maio e protestava contra os altos preços do combustível. O objetivo do governo é que as empresas reduzam seus preços, sem que sejam prejudicadas financeiramente. Ao aderirem ao programa, as produtoras e importadoras se comprometeram a congelar os seus preços de comercialização do diesel no país em valores estipulados pelo governo federal, ao passo que serão ressarcidas em até 30 centavos por litro pela União, dependendo das condições do mercado.

Rússia e Arábia Saudita propõem aumento de produção de petróleo da Opep


Opep acertou em janeiro de 2017 uma redução conjunta da produção e retirou 1,8 milhão de barris diários do mercado. A Rússia e a Arábia Saudita propuseram nesta segunda-feira (18), em reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que a entidade amplie sua produção em 1,5 milhão de barris diários durante os próximos meses. "Essa é a proposta dos dois principais países", afirmou o ministro de Hidrocarbonetos do Equador, Carlos Pérez, que chegou hoje a Viena para participar da reunião da Opep. O ministro equatoriano não quis avaliar a proposta, mas admitiu que vários países que fazem parte da organização discordam de russos e sauditas, dois dos maiores exportadores de petróleo do mundo. Proposta será estudada na reunião da Opep de sexta-feira Getty Images A proposta será estudada na 174ª reunião da Opep na sexta-feira. Caso seja aprovada, a Rússia levará a sugestão aos seus aliados, que estão fora da organização, no sábado. "Vai ser uma reunião difícil", previu o ministro equatoriano. A Opep acertou em janeiro de 2017 uma redução conjunta da produção, retirando 1,8 milhão de barris diários do mercado para forçar uma alta nos preços do petróleo. A medida fez com que as cotações chegassem a um patamar não visto desde 2014. "Temos que ser cuidadosos, queremos que as reservas de petróleo estejam equilibradas. Na reunião, temos que ver como está o cumprimento do corte, as expectativas do mercado. Há uma série de análises que temos que fazer", explicou Pérez. "Sabemos que Rússia e Arábia Saudita queriam liberar a produção contida, mas temos que revisar os números em detalhe antes de tomar uma decisão", continuou o ministro, evitando responder se o Equador apoia o aumento de produção proposto pelos dois países. Pérez não descarta um impasse dentro da Opep, o que pode fazer com que alguns membros da organização deixem de lado o acordo firmado em 2016. No entanto, ele afirmou que nem todos os países têm capacidade para ampliar a extração de petróleo atualmente. Sobre o atual nível de preços do barril, o ministro do Equador classificou as cotações como "adequadas" e "razoáveis", mas reconheceu que seu país preferiria uma alta nos próximos meses.

Itaú consegue barrar julgamento de recurso contra processo bilionário no Carf 

Procuradoria da Fazenda informou que vai recorrer da decisão que livrou o banco de pagar tributos que seriam devidos à Receita na fusão com o Unibanco, em 2008. O Itaú Unibanco informou que conseguiu barrar o julgamento de um recurso da Fazenda Nacional contra um processo que livrou o banco de pagar mais de R$ 25 bilhões na Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ao G1, a Procuradoria Regional da Fazenda Nacional informou que entrou com um agravo de instrumento no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) contra a liminar obtida pelo Itaú. Em nota, o banco declarou que o processo julgado a seu favor no Carf "está encerrado" e que não caberia nova análise. Segundo o Itaú, o recurso da Fazenda admitido no Carf é "incabível" e, por isso, o banco disse ter recorrido à Justiça "de forma a manter seu direito já reconhecido' e para que a Justiça "reconheça que a decisão favorável no Carf é definitiva". O Carf é um tribunal administrativo ligado ao Ministério da Fazenda que julga recursos sobre multas aplicadas pela Receita a empresas. Entenda o caso O processo foi aberto após a Receita discordar da forma societária adotada para unir as operações do Itaú e do Unibanco, que originaram o maior banco privado do país em 2008. No entendimento do Fisco, o Itaú Unibanco teria deixado de recolher valores referentes a um ganho de capital na união das instituições. O auto de infração contra o banco foi imposto em junho de 2013, no valor de R$ 18,7 bilhões, referente à cobrança de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) acrescido de multa e juros. Corrigido até o ano passado, o montante havia sido calculado em cerca de R$ 25 bilhões, segundo O Globo. O Itaú discordou da cobrança e a contestou no Carf. Em abril de 2017, o órgão decidiu a favor do Itaú, mas a Procuradoria da Fazenda recorreu da decisão. Para tentar impedir o julgamento do recurso no Carf, o banco foi à Justiça e obteve a liminar. O caso também ganhou destaque após o o antigo relator do processo no Carf, o ex-conselheiro João Carlos de Figueiredo Neto, ser preso em 2016 pela Polícia Federal acusado de cobrar propina para conceder decisão favorável ao banco. Na ocasião, o Itaú disse ter sido "vítima de conduta inadequada" do conselheiro e que esperava "ter contribuído com a identificação de conduta contrária à ética e à lei".

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