Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

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Portabilidade do crédito imobiliário sobe 200% em 2019, revela BC

Com queda das taxas de juros, portabilidade das operações de crédito imobiliário atingiu 4.610 operações no ano passado. BC informou que existem outras 570 mil operações poderiam se favorecer direta ou indiretamente. A portabilidade de contratos de crédito para compra da casa própria cresceu 200% em 2019 e atingiu 4.610 operações, informou nesta terça-feira (2) o Banco Central. Considerando as renegociações de contratos com o mesmo banco, o processo atingiu cerca de 6 mil operações no ano passado, no valor de R$ 2,15 bilhões. "Na portabilidade, o tomador migra o contrato de crédito imobiliário para outra instituição financeira que tenha oferecido condições mais vantajosas ou, alternativamente, consegue condições mais vantajosas renegociando o contrato original com a instituição com a qual tem o crédito imobiliário" explicou o BC. Além das renegociações dentro do processo de portabilidade, o BC explicou que existem renegociações de mercado, ou seja, o tomador e o banco acordam uma redução de taxas, sem o envolvimento de outro banco no processo. Em 2019, ocorreram renegociações em aproximadamente 30 mil contratos (R$ 9,94 bilhões) nessa modalidade. Juros menores O Banco Central lembrou que o aumento na portabilidade do crédito imobiliário tem ocorrido por conta da queda dos juros básicos da economia nos últimos anos - que se reflete também nas demais linhas de crédito. Atualmente, a taxa Selic está em 3% ao ao ano, a mínima histórica. A mediana das novas taxas das operações portadas foi de 7,71% ao ano no ano passado, o que significa, segundo o BC, uma redução de 2,99 pontos percentuais em relação à mediana das taxas originais dos contratos. "A maior parte dos contratos portados (79,1%) foi de créditos originados entre o segundo semestre de 2015 e o primeiro de 2017, período que apresenta as maiores taxas de mercado no passado recente", acrescentou o Banco Central. Essas novas taxas de juros das operações portadas também inferiores às 170 mil novas contratações registradas no Sistema de Informação de Crédito no segundo semestre de 2019 (7,94%). O BC observou que as reduções de juros nos contratos de crédito imobiliário resultam em "descontos significativos" no valor total devido. Se um contrato de R$ 300 mil com uma taxa de juros de 10% ao ano e duração de 30 anos fosse portado ou renegociado, alterando a taxa de juros para 9% ao ano, teria um desconto superior a R$ 40 mil no total a ser desembolsado, calculou a instituição. Potencial de novas operações O Banco Central avaliou que, considerando apenas as operações contratadas antes de 2019, adimplentes e com taxas de juros acima de 10%, existem no sistema financeiro 570 mil operações, no valor de R$ 102,8 bilhões, que poderiam se favorecer direta ou indiretamente da portabilidade. "Os 36 mil contratos que se beneficiaram com redução de taxa de juros em 2019 representam apenas 6,4% desse potencial. Se as taxas de mercado se mantiverem em patamares historicamente baixos, há ainda elevado potencial para ganhos com a portabilidade do crédito imobiliário", concluiu a instituição.

Frigorífico diz que vai fazer testes em 3 mil funcionários após casos de Covid-19 em Várzea Grande (MT)


O programa de testes para detectar o contágio pelo novo coronavírus terá início em 2 de junho, e será feito primeiramente na unidade de Várzea Grande. Frigorífico deverá adotar medidas de prevenção à Covid-19 Divulgação A Marfrig diz que fará testes em 3 mil funcionários da empresa no estado após ter registrado casos de coronavírus em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Uma funcionária do frigorífico morreu com Covid-19, no dia 22 de maio. Maria Neta dos Santos, de 38 anos, trabalhava no setor de desossa, na unidade de Várzea Grande, e fazia parte do grupo de risco. A empresa anunciou que fará testes em todos os 18 mil funcionários no país. O programa de testes para detectar o contágio pelo novo coronavírus terá início em 2 de junho, e será feito primeiramente na unidade de Várzea Grande. Na empresa, já foram registrados 25 casos de Covid-19, conforme levantamento realizado na última semana. À época, a companhia de carne bovina afirmou, por meio de nota, que estava seguindo todas as determinações da vigilância epidemiológica do município. Ação faz parte da estratégia da empresa para assegurar a saúde e segurança dos colaboradores e foi oficializada em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público Federal do Trabalho. A testagem dos colaboradores da Marfrig que atuam nas demais 11 unidades localizadas no Brasil, seguirá um cronograma pré-estabelecido pela empresa.

Escassez de recursos dificulta recuperação econômica, diz Banco Mundial


"O investimento necessário para o futuro está sendo perdido para combater a crise da saúde", observou o presidente da entidade, David Malpass. David Malpass, presidente do Banco Mundial Reuters A economia global enfrenta perdas "abissais" pela pandemia de coronavírus, e a recuperação é prejudicada pela escassez de recursos. A afirmação é do presidente do Banco Mundial, David Malpass, em uma entrevista à AFP. Embora a instituição com sede em Washington já tenha liberado US$ 160 bilhões para mais de 100 países para que consigam enfrentar a emergência, Malpass diz que a crise obrigará as nações em desenvolvimento a repensarem a estrutura de suas economias. Combater a pandemia é uma necessidade para a recuperação da economia, aponta FMI Para ele, o efeito devastador da pandemia de Covid-19 na economia mundial é muito maior do que os US$ 5 trilhões de riqueza destruídos e apontados em uma primeira estimativa de danos. O Banco Mundial advertiu que a recessão global levará 60 milhões de pessoas à pobreza extrema, mas David Malpass afirmou que a projeção sombria provavelmente vai piorar com o avanço da crise. O que tira o sono do presidente do Banco Mundial? "Que não existam recursos suficientes", responde Malpass. "Eu continuo buscando que outros participem dos programas que implementamos, inclusive por meio de pagamentos diretos em dinheiro para ajudar rapidamente as populações mais vulneráveis nos países pobres", destacou o economista. O Banco Mundial publicará na próxima semana as previsões revisadas das Perspectivas da Economia Mundial (GEP, na sigla em inglês), mas os números por si só não podem apresentar uma ideia da magnitude do desastre, que deixará cicatrizes por muito tempo. "Os países enfrentam a recessão global mais profunda desde a Segunda Guerra Mundial", disse Malpass. "E isto deveria manter muitas pessoas acordadas durante a noite, preocupadas com as consequências para os pobres, para os vulneráveis dentro dessas economias, para as crianças, para os profissionais da saúde, todos enfrentando desafios sem precedentes", resumiu. Abertura prematura pode levar a uma crise econômica mais profunda, diz ex-presidente do BC As economias avançadas enfrentarão as maiores recessões em termos percentuais, mas, "em muitos sentidos, as contrações mais perigosas acontecerão nos países mais pobres, porque estavam mais próximos da linha de pobreza antes da pandemia." Para o economista, o aumento da pobreza extrema dependerá em grande parte da velocidade de reabertura das economias avançadas, já que os países em desenvolvimento dependem dos mercados dos países ricos. FMI prevê encolhimento da economia mundial em 2020 por causa da pandemia de covid-19 Adeus à velha economia À medida que os países procuram financiar as necessidades urgentes de equipamentos e tratamentos médicos, além de garantir o suprimento de alimentos, veem-se forçados a drenar recursos para educação e para outros investimentos críticos. E a ausência de investimento mina o crescimento potencial em uma recuperação pós-pandemia. "O investimento necessário para o futuro está sendo perdido para combater a crise da saúde", observou Malpass. Para mitigar os efeitos prejudiciais de longo prazo, para além da crise imediata, os governos terão de repensar suas políticas e reconhecer que a economia global será muito diferente. Será necessário investir em novos tipos de emprego e negócios na economia do futuro, em vez de tentar recapitalizar a economia do passado, afirmou o presidente do Banco Mundial. Balança comercial tem superávit de US$ 4,54 bilhões em maio, pior resultado para o mês em 5 anos Ele deu como exemplo a indústria do turismo, que entrou em colapso quando as fronteiras foram fechadas e grande parte da população mundial ficou confinada, indicando que o setor terá de se adaptar ao novo estilo de vida da era pós-pandêmica. Um país que buscava impulsionar seu setor de turismo agora precisará treinar trabalhadores para uma economia global onde haverá menos turismo e mais necessidade de segurança alimentar. Malpass também alertou que o número "assombroso" de crianças que deixaram de ir à escola, devido ao fechamento das instituições de ensino, está criando uma "pobreza de aprendizado" que terá consequências no tecido social. Banco Mundial prevê retração de 5% na economia brasileira Economias "mais resistentes" O Banco Mundial divulgou nesta terça-feira os capítulos analíticos do GEP, nos quais defende "políticas integrais para impulsionar o crescimento a longo prazo" e "tornar as economias futuras mais resistentes". Ele sugere que sejam eliminados os gastos ineficientes, incluindo subsídios à energia, no momento em que os preços dos combustíveis caem bruscamente. O relatório também recomenda "acelerar a resolução de controvérsias, reduzir as barreiras regulatórias e reformar os caros subsídios, monopólios e empresas estatais protegidas que retardaram o desenvolvimento".

Atividade do comércio tem maior queda em 20 anos, mostra Serasa


"A internet e os serviços de entrega são uma solução criativa, mas ainda insuficientes para reverter prejuízos, pois não funcionam para qualquer tipo de negócio", diz entidade. 1º de junho - Comércio fechado na Rua José Paulino, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo Rogério Galasse/Futura Press/Estadão Conteúdo As restrições de mobilidade e o isolamento social impuseram ao varejo o pior resultado em duas décadas. Dados do Indicador de Atividade do Comércio apurado pela Serasa Experian mostram que as vendas no varejo apresentaram um recuo expressivo de 31,8% em abril, na comparação com igual período de 2019. Trata-se da queda mais intensa desde janeiro de 2001, início da série histórica. A última vez que o comércio havia sentido um tombo tão expressivo foi em janeiro de 2002, quando houve baixa de 16,5%. Governo edita MP e institui novo programa emergencial de crédito para empresas 38 shoppings reabrem no interior de SP e Brasil tem 218 abertos em 14 estados, diz associação A comparação mensal do indicador também mostra uma piora no volume de vendas, com queda de 19,4% entre março e abril. A retração se sucede a uma outra queda que fora observada na passagem de fevereiro para março (-16,2%), o que demonstra uma intensificação do cenário desfavorável para o comércio. Em 2020, o indicador já acumula resultado negativo de 10,1% frente os quatro primeiros meses do ano anterior. SP tem movimento no comércio, mas quarentena não foi flexibilizada Inovação insuficiente Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, os resultados refletem as medidas de distanciamento social adotadas para combater a crise sanitária. ?Com estabelecimentos comerciais de portas fechadas, lojistas viram seus estoques aumentarem e a demanda por produtos diminuir?, explica Rabi. ?Esse é um momento em que comerciantes precisam inovar para manter uma operação mais enxuta e ao mesmo tempo funcional.? ?A internet e os serviços de entrega são uma solução criativa, mas ainda insuficientes para reverter prejuízos, pois não funcionam para qualquer tipo de negócio?, diz. Rabi ainda completa que há uma crise de confiança que mantém as pessoas distantes do consumo. ?Neste momento de instabilidade em que muitos ficam inseguros em seus empregos, o brasileiro se retrai para o consumo não essencial. Até mesmo quem tem um poder de compra mais elevado acaba direcionando seus recursos para uma reserva de emergência?, afirma o economista. De acordo com o indicador, segmentos mais dependentes do consumo via crédito sofreram os resultados mais negativos em abril. O destaque ficou com o setor de móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática, que puxaram a queda do indicador com um recuo expressivo de -39,9% na comparação com o ano passado. Estabelecimentos que comercializam tecidos, vestuário, calçados e acessórios aparecem em seguida com uma queda de -39,6%. O ramo de veículos, motos e peças (-33,1%) e o de material de construção (-32,1%), completam o ranking. Os setores que apresentaram quedas menos intensas são ligados a produtos de primeira necessidade, como supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-24,3%) e combustíveis e lubrificantes (-19,3%). O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é construído, exclusivamente, pelo volume de consultas mensais realizadas por cerca de 6 mil estabelecimentos comerciais à base de dados da Serasa Experian. Initial plugin text

Abertura prematura pode levar a uma crise econômica mais profunda, diz ex-presidente do BC


Affonso Celso Pastore, ex-presidente do Banco Central Wilton Junior/Estadão Conteúdo/Arquivo A reabertura prematura da atividade econômica em meio à pandemia do novo coronavírus e a reação ruim à crise sanitária (descoordenada e hesitante quanto ao isolamento social) deve levar o Brasil ao pior de dois mundos: um maior número de mortes por Covid-19 e uma recessão econômica mais profunda e longa. A avaliação é do economista e ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore. Em webminar realizado pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Pastore afirmou que a saída da crise depende de como se lida com a emergência sanitária e de como estavam as contas antes de o país ser atingido pela pandemia. ?O Brasil reagiu muito mal comparativamente com o resto do mundo. Nós hesitamos no afastamento social e fizemos ele sem coordenação. Isso nos leva ao pior de dois mundos. A recessão será maior e mais profunda e o número de mortes vai ser maior?, diz ele. O ex-presidente do BC avalia que, se o país tivesse adotado um lockdown em abril e "achatado" a curva de casos de Covid-19, em algum ponto do segundo trimestre seria possível começar a ter uma abertura coordenada da atividade econômica. O problema é a abertura começar a ocorrer ainda com o crescimento exponencial de casos. Além disso, dados da Fiocruz mostram que a retomada das atividades está ocorrendo em uma época de alta circulação de vírus respiratórios. ?Países que já achataram a curva estão se preparando para crescer, enquanto que no Brasil a curva de contágio ainda está em crescimento exponencial?, diz Pastore. O ex-presidente do Banco Central projeta uma queda de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano. Segundo o economista, outros pontos determinantes para a saída da crise são a volta do controle fiscal, o respeito à regra do teto de gastos e retomada da agenda de reformas. Em um cenário traçado por Pastore, de aumento dos gastos públicos e de crescimento insustentável da dívida, a previsão é haver uma saída de capitais ainda mais acelerada, depreciação do real e a volta da inflação aliada à alta dos juros.

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
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19:30 Culto da Noite
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19:00 Culto da Noite
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