TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

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CRONOLOGIA: greve dos caminhoneiros 


Trajetória tem escalada de prejuízos pelo Brasil e sequência de negociações frustradas. Associações deram primeiro ultimato na sexta (18); uma semana depois, Temer critica 'minoria radical' e aciona tropas federais. CRONOLOGIA da greve dos caminhoneiros: pesquisa pelo termo teve pico nesta sexta-feira. Arte/G1 Ignoradas pelos brasileiros antes da sexta-feira (18), as palavras "greve" e "caminhoneiros" explodiram entre os termos procurados para entender o que acontece no país. Os protestos começaram a tomar forma na terceira semana de maio, puxados, ao menos publicamente, por associações de caminhoneiros autônomos que são contra a política de preços da Petrobras. O primeiro marco da crise apareceu na sexta-feira (18), com um ultimato da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) e uma promessa do governo. Abaixo, o G1 mostra os pontos decisivos: Ameaças e 'governo sensibilizado' Sexta (18) Caminhoneiros fazem anúncio de greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (21) caso o governo não reduzisse a zero a carga tributária sobre o diesel. O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, diz que o governo estava sensibilizado com a alta dos preços e discutia formas para reduzir impostos. "Se hoje não tiver uma resposta até as 18h, a gente já vai começar a se preparar para parar a partir da segunda-feira. Tem hora e dia para começar, mas não para acabar" - José da Fonseca Lopes, presidente da Abcam Quinto aumento consecutivo do diesel Sábado (19) Entra em vigor o quinto reajuste diário consecutivo: a Petrobras eleva os preços do diesel em 0,80% e os da gasolina em 1,34% nas refinarias. A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo e em consequência da nova política de preços instaurada em julho de 2017. Primeira decisão judicial Domingo (20) A Justiça Federal proíbe o bloqueio total de estradas federais por caminhoneiros do Paraná. A ação foi movida pela Advocacia Geral da União (AGU) a pedido da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O fechamento total poderia ser punido com multa de R$ 100 mil por hora. De acordo com Carlos Marun, o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, a primeira reunião da cúpula do governo federal para tratar da reivindicação dos caminhoneiros sobre o preço do diesel aconteceu neste dia. Primeiros bloqueios pelo país Segunda-feira (21) NAS RUAS: Em 21 estados foram registrados os primeiros bloqueios totais ou parciais de rodovias. Em alguns pontos, os caminhoneiros ficaram parados nos acostamentos. Em outros, eles queimaram pneus para evitar a passagem de veículos por um período e, depois, as vias foram liberadas. MOVIMENTAÇÃO POLÍTICA: O Ministério de Minas e Energia afirmou que o presidente Michel Temer se reuniria com ministros no Palácio do Planalto no fim da tarde. Momentos antes do encontro, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o governo federal buscaria "um pouco mais de controle" para dar "previsibilidade" à alta dos combustíveis. Jornal Nacional: veja como foram os protestos na segunda-feira Fábricas afetadas e movimentação do governo Terça-feira (22) NAS RUAS: Os protestos passam a atingir 24 estados. A maioria dos atos bloqueia a passagem dos caminhoneiros, mas permite a passagem de carros e outros veículos. Primeiros efeitos além das vias fechadas passam a ser sentidos: fabricantes como a Chevrolet, Fiat e Ford anunciaram problemas para lidar com a produção devido às manifestações. MOVIMENTAÇÃO POLÍTICA: A Petrobras reduziu o preço dos combustíveis para as refinarias. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, anunciou que o governo fez um acordo para zerar um dos impostos sobre o diesel e que o governo acabará, em 2020, com a desoneração da folha em todos os setores. O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que a greve dos caminhoneiros estava gerando impactos pontuais no país e que o governo federal montou um gabinete de crise para acompanhar os desdobramentos do protesto dos motoristas. Jornal Nacional: Petrobras reduz preço dos combustíveis para as refinarias Alerta nos aeroportos e efeito dominó Quarta-feira (23) NAS RUAS: Os bloqueios em 23 estados e no Distrito Federal passam a causar problemas em diversos setores do país. Nos transportes, aeroportos alertam para a escassez de combustível - o mesmo ocorreu em postos de gasolina em cidades do RJ, RS, MG, TO e DF. No Recife, litro da gasolina estava sendo vendido a R$ 8,99. No Mato Grosso, transporte escolar suspenso; Linhas de ônibus reduzidas pelo país; Correios suspendem postagens; produção de carne suína e de aves paralisada e queda no abastecimento de hortifrutigranjeiros. MOVIMENTAÇÃO POLÍTICA: O presidente Michel Temer afirmou que pediu "trégua" de dois ou três dias aos caminhoneiros para encontrar uma "solução satisfatória" sobre o preço dos combustíveis. "Desde domingo, estamos trabalhando nesse tema para dar tranquilidade não só ao brasileiro, que não quer ver paralisado o abastecimento, e tentando encontrar uma solução que facilite a vida dos caminhoneiros" - Michel Temer. Jornal Nacional: veja como foi a greve na quarta-feira (23) Calamidade e anúncio de acordo Quinta-feira (24) NAS RUAS: Pelo 4º dia consecutivo, caminhoneiros fizeram manifestações em 25 estados e no Distrito Federal. OS efeitos se alastram com redução na frota de ônibus, falta de combustíveis e produtos em supermercados. Além disso, são anunciados os primeiros efeitos na saúde. MOVIMENTAÇÃO POLÍTICA: Temer se reuniu com ministros, com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, e com o presidente da Petrobras, Pedro Parente. Mais tarde, houve um encontro entre ministros e representantes dos caminhoneiros. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, anunciou que conseguiram chegar a um acordo e que suspenderiam a greve nacional por 15 dias. Duas entidades que representam autônomos, a União Nacional dos Caminhoneiros e a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), não corroboram o acordo. Eduardo Guardia, da Fazenda, afirmou que a União deverá repassar R$ 4,9 bilhões à Petrobras neste ano como compensação pela nova estratégia de reajuste. O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que há indícios de locaute. Aeroportos na 'seca' e envio de forças federais Sexta-feira (25) NAS RUAS: Mesmo depois de Temer anunciar com otimismo o acordo, a greve de caminhoneiros chega ao 5º dia e causa reflexos pelo país; governo aciona forças federais para desbloquear estradas. Os caminhoneiros mantêm a estratégia de ficarem concentrados principalmente nos acostamentos. A lista de aeroportos que ficaram sem combustível aumenta. A falta de combustível limita circulação de ambulâncias e cancela cirurgia em alguns estados. Universidades federais suspenderam aulas por causa da greve de caminhoneiros. MOVIMENTAÇÃO POLÍTICA: Com tom diferente do adotado no dia anterior, o presidente da República criticou uma "minoria radical". "Comunico que acionei as Forças Federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos senhores governadores que façam o mesmo", disse o presidente. ?Não vamos permitir que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas. Não vamos permitir que crianças sejam prejudicadas pelo fechamento de escolas. Como não vamos permitir que produtores tenham seu trabalho mais afetado" - Michel Temer A PF apurar se houve prática de crimes na greve. A Advocacia-geral da União (AGU) aciona o STF para que greve dos caminhoneiros seja declarada ilegal. Caminhoneiros bloqueiam estradas no Rio e em São Paulo Initial plugin text

Governo tem acordo inicial com estados que garante abatimento de R$ 0,35 no litro do diesel, diz ministro da Fazenda

Segundo Guardia, mudanças no ICMS garantem mais R$ 0,05 de desconto, que se somam aos R$ 0,25 da redução da Petrobras e aos R$ 0,05 da eliminação da Cide. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta sexta-feira (25), durante reunião com os secretários de finanças estaduais, que houve um acordo inicial para viabilizar uma redução adicional de R$ 0,05, em média, no preço do diesel. Essa decisão, porém, terá de ser ratificada até 17h da próxima segunda-feira (28). O desconto adicional de R$ 0,05 por litro, se confirmado por todos estados até o início da semana que vem, se somará aos R$ 0,25 de impacto da redução do preço já anunciada pela Petrobras e aos R$ 0,05 de eliminação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) dos combustíveis. Essas reduções foram anunciadas como parte das negociações com caminhoneiros em greve, que protestam pelo fim de tributos nos óleo diesel. Com todas as medidas já tomadas, a redução total atingiria R$ 0,35 por litro de diesel. "Concordamos em já incorporar na base de cálculo do ICMS [tributo estadual] a redução de preço já incorporada pela Petrobras. Pela regra, seria incorporada em 15 dias. Isso vai levar a uma redução na bomba em torno de R$ 0,05, além dos R$ 0,25 da Petrobras e R$ 0,05 da Cide", afrmou Eduardo Guardia. Segundo ele, os estados presentes também concordaram em revisar o reajuste da base de cálculo de 15 para 30 dias para dar mais previsibilidade ao preço do combustível nos próximos meses. "Os estados farão reajuste a cada 30 dias. Evidentemente que, se o preço da Petrobras não estiver se alterando, também não haverá alteração [na base de cálculo do ICMS dos estados]", acrescentou o ministro. Eduardo Guardia afirmou ainda que alguns estados não puderam estar presentes na reunião de secretários de Fazenda que está sendo realizada nesta sexta-feira (25). Por isso, foi dado um prazo até a próxima segunda-feira (28) para que essas decisões sejam confirmadas. Além disso, o ministro da Fazenda afirmou que também serão debatidas outras medidas para reduzir os preços dos combustíveis nas próximas semanas. "Todos os secretários [presentes no encontro] estão dispostos e concordam que a gente deve seguir o debate para pensar em mudanças mais estruturais na questão da tributação do diesel", declarou. De acordo com Guardia, os governos federais e estaduais separaram "decisões emergenciais", anunciadas nesta sexta-feira, de mudança na base de cálculo do diesel, de outras que exigem "maior reflexão". "A gente continuará debatendo para pensar em questões mais estruturais. Isso reflete onde chegamos até o momento. Mais uma vez enfatizando que essa decisão será tomada pelo conjunto dos estados", concluiu o ministro da Fazenda.

Odebrecht faz acordo com bancos para empréstimo de R$ 2,6 bi e pagar bônus vencidos


Do total, R$ 1,7 bilhão serão concedidos 'imediatamente' e a empresa vai usar o crédito para pagar bônus internacionais emitidos pela Odebrecht Engenharia e Construção. Fachada da sede da Odebrecht em SP Kevin David/A7 Press/Estadão Conteúdo A Odebrecht S.A., holding do Grupo Odebrecht, anunciou nesta sexta-feira (25) acordo para receber empréstimo de R$ 2,6 bilhões junto aos maiores bancos do país e usar parte dos recursos para pagar bônus vencidos de sua construtora, perto do fim do prazo para empresa ser declarada como inadimplente. A companhia firmou o empréstimo junto aos bancos Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander Brasil e BNDES. Dos recursos do financiamento, R$ 1,7 bilhão serão concedidos "imediatamente" e a empresa vai usar o crédito para pagar bônus internacionais emitidos pela Odebrecht Engenharia e Construção (OEC), cujo prazo de cura de 30 dias para quitação vencia nesta sexta-feira. A Odebrecht afirma que ao mesmo tempo alonga, com juros menores, dívidas que venceriam no curto prazo. Os R$ 2,6 bilhões serão divididos igualmente entre Itaú e Bradesco, e liberados em duas etapas: uma, imediatamente, no valor de R$ 1,7 bilhão; a outra no valor de R$ 900 milhões. O acordo envolveu também Banco do Brasil, Santander e BNDES, pois teve como lastro a valorização de ações da Braskem usadas como garantias de empréstimos anteriores junto a essas instituições. Na nota, a Odebrecht informou que "a conclusão da negociação com os bancos também traz mais segurança para honrar seus compromissos financeiros, inclusive os decorrentes dos acordos assinados com as autoridades no âmbito do seu Acordo de Leniência, e continuar na sua trajetória de transformação e crescimento". ?Além de ser mais uma demonstração de confiança do sistema financeiro, o acordo que acabamos de assinar é a maior prova da confiança dos acionistas na capacidade dos nossos integrantes e nas qualificações técnicas das empresas do Grupo para a entrega de produtos e serviços de qualidade, em especial da Odebrecht Engenharia e Construção?, disse Luciano Guidolin, diretor-presidente da Odebrecht S.A..

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