Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

Notícias

3 empresas abrem vagas de emprego e estágio; veja lista

Azul, Consórcio Magalu e Ubots são as empresas com seleções abertas. As empresas Azul, Consórcio Magalu e Ubots estão com vagas de emprego e estágio abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Azul A Azul Linhas Aéreas abriu inscrições para o seu Programa de Estágio com 40 vagas e bolsa-auxílio de R$ 1.500. Há vagas para diversas áreas administrativas da companhia em São Paulo (Barueri e Campinas) e Belo Horizonte. Para se inscrever, o estudante deve estar matriculado em um curso de graduação. As inscrições terminam em 19 de fevereiro pelo site https://estagio.voeazul.com.br/ e o processo seletivo dura até março. Além da bolsa-auxílio mensal, o programa oferece outros benefícios como restaurante próprio, vale transporte, seguro de vida, clube de descontos em escolas de idiomas, universidades, aluguéis de carro e rede de hotéis, plano de saúde, odontológico e concessão de passagens aéreas para voos nacionais e internacionais. Consórcio Magalu O Consórcio Magalu está buscando parceiros de vendas para sua área comercial. Profissionais de todo o Brasil podem se candidatar para trabalhar diretamente em uma das 1.100 lojas do Magazine Luiza espalhadas por todo Brasil, em home office ou escritório próprio. Atualmente a empresa conta com mais de 600 parceiros espalhados pelo país e pretende dobrar ainda este ano. As atribuições será comercializar cotas de consórcio, além de promover a divulgação da marca, contribuindo ainda para realização dos sonhos de pessoas que desejam adquirir bens e serviços através do consórcio. A empresa busca empreendedores que possuam empresas no segmento financeiro e de vendas ou pessoas com interesse em empreender. Exige-se experiência em vendas com habilidade em ferramentas digitais. Para se candidatar é preciso ter um CNPJ ou abrir uma empresa. O profissional terá a liberdade de trabalhar com horários flexíveis e adotar sua própria estratégia para as vendas. A posição oferece perspectiva de crescimento e integração entre os prestadores de serviço. Para mais informações, acessar o site https://consorciomagalu.com.br/seja-parceiro/ e clicar em ?Seja Parceiro?. Ubots A Ubots está com quatro novas oportunidades, sendo duas vagas de emprego em regime CLT e duas de estágio. As vagas são para estágio são na área comercial e para cientista de Dados (NLP). As vagas em regime CLT são para cientista de Dados (NLP) e SRE - DevOps Engineer. Para participar do processo seletivo é necessário realizar cadastro pelo site: https://ubots.com.br/oportunidades. Assista a mais notícias de Economia:

Como começar um negócio na crise; veja 5 dicas

Especialistas alertam para a importância de observar as necessidades criadas pela pandemia e de dar atenção redobrada na gestão do negócio. Veja 5 dicas para começar um negócio Criar um negócio foi a solução que muitos brasileiros encontraram para driblar a crise econômica causada pela pandemia do coronavírus, seja para conseguir outras fontes de renda ou para superar o desemprego. VEJA: dicas para ter sucesso nos negócios Segundo o Ministério da Economia, até o dia 9 de janeiro haviam 11,1 milhões de microempreendedores individuais (MEIs) formalizados no Brasil. Antes da pandemia, em fevereiro de 2020, eram 9,3 milhões. A crise gera uma necessidade que pode virar oportunidade. "É preciso ter coragem para investir nesse momento, mas acredito que o cenário comece a melhorar a partir de agora. Precisamos pensar nas oportunidades pós crise?, afirma o consultor Adir Ribeiro, CEO da Praxis Business, empresa especializada em modelos de negócios. 10 erros ao abrir uma empresa Plano de negócios: como montar o seu Para que essa necessidade de empreender, muitas vezes sem o preparo adequado, ocorra de forma responsável, especialistas alertam para a importância de uma atenção redobrada na gestão do negócio. O G1 reuniu dicas para ajudar os futuros empreendedores. 1. Solução de problemas Uma pergunta que toda pessoa que quer abrir um negócio deve fazer é: ?Qual é o problema que eu posso resolver de forma eficiente??. ?Um bom empreendedor é aquele que encontra problemas na sociedade e procura solucioná-los, buscando alternativas que sejam melhores do que as já existentes no mercado?, afirma o professor e membro do Conselho Curador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), Edson Barbero. A busca, portanto, é por dificuldades que sejam possíveis de solucionar de acordo com as capacidades de cada empreendedor. O grande desafio é: como conseguir isso? Para Barbero, a chave para o sucesso está relacionada à busca em compreender o mercado e o público-alvo: ?É preciso estar sempre com o radar atento, identificando oportunidades e entendendo quais as dores individuais e necessidades coletivas dos seus futuros consumidores?. Quanto mais específico for seu público, mais chances de conseguir chegar até ele e ter uma boa aceitação. ?Vá além das necessidades, entregue os reais desejos do seu cliente?, incentiva Enio Pinto, gerente da Unidade de Relacionamento com o Cliente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O consultor Adir Ribeiro dá exemplos de alguns setores que se destacaram durante a pandemia, justamente porque resolvem problemas causados durante a crise: O setor de casa e construção, tendência que deve se manter neste ano. Passando mais tempo em casa, muitas pessoas começaram a reformar ou procurar outros lugares para morar; Serviços de delivery e também as 'dark kitchens', restaurantes virtuais, que não recebem clientes, só trabalham com entregas. Segmentos de tecnologia que oferecem serviços como digitalização e automatização de processos, muito usados por empresas que precisaram aderir ao home office. Cozinha virtual reúne várias marcas e é tendência no setor de restaurantes 2. Redução de riscos A melhor forma de reduzir riscos é ter um bom planejamento e, em tempos instáveis economicamente, ser mais conservador com os gastos, mantendo negócios enxutos. ?Vale tentar ter o mínimo de custos possíveis, para ir testando as variáveis do negócio e ir corrigindo o que for necessário?, diz o consultor Adir Ribeiro. Ter uma postura mais conservadora, porém, não pode levar a uma ausência de inovação. ?Tem que ter realismo com otimismo. Ser conservador no sentido de preservar o caixa, ter mais cuidado com as decisões a serem tomadas, mais esforço de pesquisa, de análise de concorrentes. Em um momento repleto de incertezas, estude bastante e depois tenha firmeza de execução?, orienta o professor Edson Barbero. Dicas importantes: Elabore um planejamento adequado antes de iniciar as atividades da empresa e faça um plano de negócios. Não enxergue planejar como uma perda de tempo, mesmo que você já tenha alguma experiência em gestão; Informação estratégica, com a definição dos objetivos e diretrizes da empresa, é a matéria-prima mais importante para a tomada de decisões. 3. Educação financeira Um aprendizado que essa crise deixa é a importância de uma boa gestão financeira. Para o consultor Adir Ribeiro, por uma questão estrutural, o brasileiro não tem acesso à educação financeira e quando se vê querendo empreender não tem conhecimentos básicos sobre o assunto. ?O empresário precisa saber, por exemplo, a diferença entre lucro e caixa, afinal um negócio pode viver anos sem lucro, mas não vive meses sem caixa?, alerta Ribeiro. Entre os erros mais comuns cometidos pelos empresários e que podem ser facilmente evitados estão: Misturar os patrimônios particular e empresarial; Não fazer um planejamento financeiro; Fazer dívidas sem previsão de receitas; Não ficar atento ao fluxo de caixa e, por isso, ficar sem capital de giro para aplicação ou eventuais gastos. Veja 10 erros ao abrir uma empresa: de trabalhar como hobby a confundir PF com PJ 4. Redes sociais para atrair clientes "Pós pandemia, toda empresa, independente do porte, já tem que nascer digital?. Essa é a orientação de Enio Pinto, do Sebrae. Não é para menos. As vendas online dispararam durante a pandemia e quem já estava investindo na presença digital sentiu menos os impactos da crise. Para garantir as vendas é preciso potencializar a gestão das redes sociais para aproveitar melhor os recursos disponíveis e se diferenciar da concorrência. (Veja como começar um negócio digital aqui) ?Estudar sobre marketing digital é muito importante. O Sebrae, por exemplo, oferece vários cursos gratuitos na área. Depois disso, é colocar a mão na massa e produzir conteúdo com frequência para atrair a atenção dos clientes e interagir com seu público", afirma Enio. 5 passos para começar um negócio digital ou levar sua empresa para a internet 5. "Novo normal" Os novos negócios vão precisar se adaptar a uma nova realidade do mercado consumidor, o chamado ?novo normal?. Comportamentos, tendências, objetivos... tudo vai mudar. ?Com a esperança reacendida pelo início da vacinação, podemos observar uma forte tendência para negócios voltados à tecnologia, saúde, bem-estar e vida saudável, e aqui entram várias categorias, como alimentação, esportes e cosméticos naturais?, diz Barbero. O professor ressalta ainda os serviços de entrega, que tiveram um crescimento notável durante a pandemia e é um setor que ainda tem muito a ser explorado e melhorado. Veja mais dicas para montar sua empresa Veja vídeos de empreendedores que estão superando a crise

Em um ano, 11,5 milhões perderam emprego no setor privado, enquanto setor público seguiu contratando


Número é superior à população de Portugal e reflete os efeitos da pandemia do novo coronavírus; setor público foi na contramão e contratou 145 mil servidores no período, segundo levantamento do IDados. Em meio à pandemia do novo coronavírus, a economia brasileira viu um contingente superior à população de Portugal deixar o mercado de trabalho no setor privado. Entre os meses de setembro de 2019 e de 2020, 11,5 milhões de brasileiros saíram da população ocupada no setor privado ? número recorde, segundo levantamento realizado pela consultoria IDados, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Trimestral. Na contramão, nesse mesmo período, o setor público criou 145,4 mil postos de trabalho. No total, o Brasil tinha 70,6 milhões de trabalhadores que atuavam no setor privado em setembro do ano passado - número que inclui formais, informais, empregadores, conta própria, entre outros. Já no setor público, eram 11,8 milhões. "O ciclo de contratações do setor público acompanha muito mais o calendário das eleições do que a economia do país", explica Mariana Leite, pesquisadora do IDados. "Até porque os servidores, em sua maioria, têm estabilidade no emprego. E a demanda por serviços públicos, em momentos de crise, não diminui tanto quanto a demanda por serviços privados", complementa. População ocupada Economia G1 A diferença de trajetória dos empregos público e privado indica que as desigualdades no mercado de trabalho devem ser reforçadas pela crise atual. Isso porque, além de criar vagas, o funcionalismo paga o dobro da iniciativa privada. Segundo o IDados, a remuneração média dos servidores era de R$ 3.951 em setembro de 2020 ? valor 94,4% superior aos R$ 2.032 oferecidos pela iniciativa privada. Brasil é o 7º país que mais gasta com servidor; valor é 3,5 vezes as despesas com saúde, diz instituto Na fila O mecânico de manutenção Roberto Xavier de Souza, de 47 anos, se prepara para engrossar a fila de desempregados da iniciativa privada. Com o encerramento da produção da Ford em São Bernardo do Campo (SP), ele foi demitido, mas, em seguida, recontratado pela empresa responsável por fazer a desmontagem da fábrica da montadora. O desemprego tem data para chegar na vida dele: maio de 2021, quando a desmontagem deverá ser concluída. Sem a perspectiva de contratação no setor privado, ele planeja sobreviver com a fabricação própria de móveis de ferro galvanizado e aço escovado. "A preocupação é tanta que estou tentando me virar sozinho. Não penso em procurar emprego por causa da minha idade, apesar de eu já ter bastante bagagem na área profissional", afirma Roberto. Mecânico de manutenção Roberto Xavier de Souza deve ficar desempregado em maio Arquivo Pessoal Ford encerra a produção de veículos no Brasil Mesmo empregado, Roberto viu sua qualidade de vida piorar. No novo trabalho, o salário é 80% menor, o que obrigou o mecânico a promover ajustes no orçamento doméstico. Casado e pai de dois filhos, ele é o principal provedor de recursos em casa. "Eu tive de cortar muita coisa. Cortei internet, reduzi energia elétrica, economizei na água, até a qualidade da alimentação teve de mudar. Tive de reduzir muitos custos dentro de casa", diz. Patamar recorde Com a deterioração do emprego privado, a participação do setor público no mercado de trabalho passou a rondar um patamar recorde. No trimestre encerrado em junho de 2020, a proporção de funcionários públicos chegou a 14,8% da população ocupada, o máximo já apurado desde que a Pnad Contínua começou a ser realizada, em 2012. Em setembro, apresentou um leve recuo, para 14,3%. Participação do setor público Economia G1 "O setor público está sempre contratando, aumentando as despesas e os salários, enquanto que o mercado de trabalho privado opera numa outra lógica e recebe todos os impactos, quer seja de uma adversidade excepcional - como a que estamos vivendo agora -, quer seja das adversidades da economia e da estrutura do país como um todo", afirma Ana Carla Abrão, economista e sócia da consultoria Oliver Wyman. A estrutura da carreira no setor público ajuda a explicar por que há um aumento na contratação, apesar do cenário de restrição fiscal enfrentado por municípios, estados e União. Com promoções e progressões em excesso, há sempre falta de funcionários na ponta, explica Ana Carla, o que acaba criando uma necessidade permanente de contração de pessoal. "Existe um mecanismo que faz com que novas contratações sejam sempre necessárias, porque falta servidor na ponta, embora haja até excesso de pessoas na atividade meio e nos topos das carreiras", afirma a economista. No Brasil, o gasto com pessoal é a segunda maior despesa do governo federal, atrás apenas dos benefícios previdenciários. O que os especialistas dizem é que a burocracia brasileira não é numerosa, se comparada ao restante do mundo, mas custa caro por causa dos elevados salários. A saída, segundo eles, passa por reformas que alterem a estrutura das carreiras em todos os entes federativos. "O gasto salarial destoa (do resto do mundo) e vem crescendo de forma contínua. Sem que haja uma reforma administrativa, ele continuará crescendo e, daqui a pouco, o Brasil será o país que mais gasta, proporcionalmente ao PIB, com despesa de pessoal", diz Ana Carla. Em setembro do ano passado, o governo enviou uma proposta de reforma administrativa ao Congresso, mas as mudanças valeriam apenas para os novos servidores. O texto propõe, por exemplo, o fim da estabilidade para parte dos funcionários públicos e extingue os chamados ?penduricalhos?, que são benefícios, além do salário, garantidos aos servidores. Governo envia ao Congresso reforma administrativa com regras novas para futuros servidores A pesquisa do IDados não detalha qual ente federativo foi responsável pela maior parte das contrações de servidores no último ano. Em nota, o Ministério da Economia informou que "não foi criado nenhum cargo efetivo (...) entre 2019 e 2020" no poder executivo federal civil. Uma crise diferente O levantamento do IDados evidencia que a atual crise do mercado de trabalho tem sido diferente das observadas em anos anteriores. Em períodos recessivos, a população ocupada sempre recua no setor privado, mas não com a intensidade vista atualmente. O que se percebe, agora, é que os brasileiros desistiram de procurar emprego. Entre dezembro de 2015 e 2016, por exemplo, quando o país lidava com a combinação de uma crise econômica e política, a destruição de postos no setor privado chegou a quase 2 milhões. Ou seja, a destruição de empregos causada pela pandemia é cerca de seis vezes maior do que a verificada na última recessão. "Em outras crises, o que a gente via, principalmente na de 2014, era uma saída muito forte do mercado formal, mas ela era compensada com uma maior informalidade da população", afirma Mariana, do IDados. "Dessa vez, o que parece estar acontecendo é que, por falta de emprego, a população tem saído totalmente da força de trabalho", diz a pesquisadora. Com a pandemia e o descontrole da doença no país, muitos brasileiros deixaram de sair de casa para procurar emprego e passaram a ser considerados fora da força de trabalho do país. O Auxílio Emergencial também contribuiu para que uma parcela significativa da população pudesse ficar sem trabalhar durante a crise sanitária. Fim do auxílio emergencial: Norte e Nordeste terão economias prejudicadas "Pelo menos para a população mais pobre, o Auxílio Emergencial ajudou a manter a renda", afirma Mariana. "Existem registros que a pobreza caiu no Brasil, em grande parte por causa do auxílio." O Auxílio Emergencial foi pago até dezembro e chegou a 68 milhões de trabalhadores. O custo do programa foi de R$ 300 bilhões e representou um elevado gasto para o governo num momento de restrição fiscal. A equipe econômica ainda não indicou se o programa será continuado ou se ganhará um substituto. Guedes defende 'travar o resto todo' do orçamento caso auxílio emergencial seja renovado Vídeos: Últimas notícias de economia

Emprego: confira as 343 vagas disponíveis através da Agência do Trabalho em Pernambuco nesta quarta


Oportunidades foram disponibilizadas em 17 municípios do estado e incluem cargos como manicure, vendedor, barbeiro, mecânico, gerente de produção, entre outros. Há vagas disponíveis em 17 municípios do estado Heloise Hamada/G1 O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE) oferece, nesta quarta-feira (27), 343 vagas de emprego em 17 municípios do estado. As oportunidades foram disponibilizadas através das unidades da Agência do Trabalho. Do total, 19 vagas foram reservadas para pessoas com deficiência e outras 19 foram temporárias. As oportunidades são para os cargos de conferente de logística, manicure, vendedor, barbeiro, mecânico, gerente de produção, auxiliar administrativo, entre outras (confira lista completa mais abaixo). Há vagas no Recife (176), Araripina (3), Arcoverde (4), Bezerros (4), Cabo de Santo Agostinho (9), Caruaru (41), Garanhuns (2), Igarassu (5), Ipojuca (6), Paudalho (2), Nazaré da Mata (2), Petrolina (7), São Lourenço da Mata (2), Salgueiro (13), Santa Cruz do Capibaribe (38), Serra Talhada (4) e Vitória de Santo Antão (29). Os interessados devem procurar uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento prévio, feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Concursos e emprego

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
08:00 Escola Dominical
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: