TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

Notícias

EUA apresenta queixa contra Canadá na OMC por entraves ao vinho americano


EUA questiona regulamentações na província de Colúmbia Britânica, no oeste do Canadá, que excluem todos os vinhos importados das gôndolas de mercados. Os Estados Unidos apresentaram, nesta sexta-feira (25), uma queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) por entraves à entrada de vinho americano em uma das províncias de seu vizinho do norte. O representante comercial americano (USTR), Robert Lighthizer, disse que seu país apresentou o caso depois que a disputa não foi resolvida no ano passado. Lighthizer citou as regulamentações "discriminatórias" e "inaceitáveis" na província de Colúmbia Britânica, no oeste do Canadá, que excluem todos os vinhos importados das gôndolas de mercados, permitindo sua venda apenas em um estande dentro da loja. Representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer. País vai começar a renegociar Nafta AP Photo/Evan Vucci "O Canadá é um mercado importante para os vinicultores americanos", disse Lighthizer em um comunicado. "A discriminação contra o vinho americano é injusta e não pode ser tolerada por mais tempo", acrescentou. Os dois países trocaram uma série de queixas comerciais sobre madeira, papel, aviões e tarifas antidumping dos Estados Unidos - além de negociarem com o México para renovar o Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês). Em 2017, as exportações de vinho dos Estados Unidos para Colúmbia Britânica totalizaram 56 milhões de dólares, com participação de 10% no mercado. Mas a mudança de regras em abril de 2015 limita a escolha dos consumidores canadenses e aumenta os custos, afirmou Lighthizer.

Chinesa WeChat retira site de encontros 'sugar daddy' do ar


Plataforma de relacionamentos SeekingArrangement, lançada nos Estados Unidos em 2006, correlaciona dinheiro e amor, colocando mulheres jovens em contato com homens ricos e idosos. O maior aplicativo de mídia social da China, o WeChat, retirou da plataforma o site de encontros "sugar daddy" SeekingArrangement, depois que um surto recente na popularidade do serviço americano atraiu o escrutínio da mídia estatal. A plataforma de relacionamentos SeekingArrangement, lançada nos Estados Unidos em 2006, correlaciona dinheiro e amor, colocando mulheres jovens em contato com homens ricos e idosos. Relacionamentos "sugar daddy" são facilitados por páginas na internet Thinkstock "No SeekingArrangement, nós nos orgulhamos de ajudá-la a encontrar o melhor e mais generoso Sugar Daddy. Contas pagas, presentes em abundância e diversão na prateleira", diz o site da empresa. Desde quarta-feira, o SeekingArrangement foi o aplicativo de rede social mais baixado pelos usuários de iOS na China, superando até o WeChat da Tencent, disse a empresa de análise App Annie. A conta pública do SeekingArrangement no WeChat desapareceu esta semana em meio à crescente popularidade que estimulou comparações do aplicativo à prostituição na China. A mídia estatal Global Times disse que as autoridades em Xangai estavam investigando as operações locais do aplicativo. O WeChat, que tem cerca de 1 bilhão de usuários ativos mensais, é um portal popular para serviços online na China e a remoção corta um importante canal de atração de usuários para o SeekingArrangement. A Tencent e o SeekingArrangement na China não responderam a pedidos de comentários.

Preço do petróleo nos EUA fecha semana com queda de quase 5%; Brent cai 2,7%


Ministros de energia da Rússia e da Arábia Saudita se reuniram para revisar os termos do pacto de oferta global de petróleo. Os contratos futuros do petróleo negociados nos Estados Unidos caíram 4% nesta sexta-feira (25), em meio a discussões entre a Arábia Saudita e a Rússia sobre a possibilidade de amenizar os cortes de oferta que ajudaram a impulsionar os preços da commodity para suas máximas em mais de três anos recentemente. O recuo desta sexta-feira respondeu por quase toda a perda do petróleo nos EUA na semana, de 4,9%, maior perda semanal desde o início de fevereiro, em uma acentuada reversão após seis semanas de ganhos. Ao final da sessão desta sexta-feira, o petróleo dos EUA caiu US$ 2,83 dólares, a US$ 67,88 por barril, bem abaixo da máxima desde novembro de 2014 vista na última segunda-feira, quando tocou US$ 72,33 dólares. Já o petróleo Brent recuou US$ 2,35, ou 3%, fechando a US$ 76,44 por barril nesta sexta-feira, após superar US$ 80 dólares o barril na semana passada, também o maior valor desde novembro de 2014. O Brent cedeu 2,7% na semana. Produção de petróleo pode aumentar em 1 milhão de barris por dia Getty Images As reduções nas cotações ocorreram após os ministros de energia dos países líderes de mercado, Rússia e Arábia Saudita, reunirem-se em São Petersburgo para revisar os termos do pacto de oferta global de petróleo, que está em vigor há 17 meses, antes de uma importante reunião da Opep em Viena no mês que vem. Os ministros, junto com o colega dos Emirados Árabes Unidos, discutiram um aumento na produção de cerca de 1 milhão de barris por dia, disseram fontes à Reuters. O ministro de energia russo disse que os ministros de petróleo dos países-membros e aliados da Opep devem decidir reduzir paulatinamente as restrições à produção na próxima reunião. "Após atingir aquele nível de US$ 80, que é um nível psicológico, nós estávamos vendo um pouco de recuo ontem, e a retórica da Arábia Saudita e da Rússia só exacerbou a liquidação de hoje", disse Matt Smith, diretor de pesquisa de commodities na ClipperData. Os estoques globais de petróleo caíram no último ano por causa dos cortes liderados pela Opep, impulsionados ainda por uma redução drástica na produção venezuelana. A perspectiva de possíveis novas sanções sobre o Irã após Trump deixar um acordo nuclear internacional com Teerã também apoiou as cotações nas últimas semanas.

Apple tem aumento em pedidos de segurança nacional dos EUA


O número de solicitações aumentou 20% em relação ao primeiro semestre de 2017. A Apple divulgou nesta sexta-feira (25) seu relatório de transparência semestral sobre pedidos de dados do governo, mostrando outro aumento acentuado nos pedidos de segurança nacional dos Estados Unidos. A Apple informou ter recebido até 16.249 pedidos de segurança nacional que afetaram até 8.249 contas durante o segundo semestre de 2017. O número de solicitações aumentou 20% em relação ao primeiro semestre de 2017, quando a Apple recebeu 13.499 solicitações desse tipo. Mas os números mais recentes são mais de 2,5 vezes maiores na comparação com igual intervalo um ano antes, quando a Apple recebeu apenas 5.999 desses pedidos. Tim Cook em apresentação do novo iPad, da Apple Jeff Chiu/AP Outras empresas de tecnologia também experimentaram um salto no número de solicitações de segurança nacional entre o segundo semestre de 2016 e o ??primeiro semestre de 2017. Os pedidos de segurança nacional para o Google aumentaram 36%, para quase 51 mil pedidos, semelhante ao Facebook, que quase dobrou para 27 mil pedidos. O Facebook e o Google ainda não relataram um grande número de solicitações de segurança nacional para o segundo semestre de 2017, porque ambas as empresas divulgam números individuais para as Cartas de Segurança Nacional e solicitações da Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISA, na sigla em inglês). Os números da FISA estão sujeitos a um atraso de seis meses nos relatórios por lei. A Apple publica um número agregado de ambos os tipos de solicitações e, portanto, pode relatar os números mais cedo. A Apple também anunciou nesta sexta-feira que começará a reportar os pedidos de governos para excluir aplicativos de sua App Store. O novo rastreamento da Apple para solicitações de remoção de aplicativos começa em 1º de julho e, portanto, os dados começarão a ser exibidos dentro de um ano.

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