TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

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Nova correção para falha 'Spectre' deixará processadores mais lentos, mas virá desligada


O Google e a Microsoft revelaram uma nova variação da vulnerabilidade "Spectre" nesta segunda-feira (21). A AMD e a Intel afirmaram que a solução para o problema deve ser distribuída por fabricantes de sistema operacionais e fabricantes de computadores nas próximas semanas. A Intel também confirmou que haverá impacto no desempenho do sistema, mas a correção deve ser opcional e virá desligada -- deixando com os consumidores e fabricantes a escolha entre desempenho e segurança. Já é a quarta variação da falha Spectre, inicialmente descoberta em meados de 2017 e divulgada em janeiro deste ano. A falha atinge praticamente todos os processadores modernos. Outra brecha muito semelhante, a "Meltdown", foi notória por atingir quase que exclusivamente os produtos da Intel. Imagens das falhas Meltdown (o escudo derretendo) e Spectre (fantasma). Natascha Eibl/Domínio Público A solução para as vulnerabilidades causou impacto no desempenho dos processadores e o mesmo vale para esta quarta variação da Spectre. Segundo a Intel, o desempenho pode cair entre 2% e 8%, dependendo do caso e do produto. Na configuração padrão, porém, a nova medida virá desligada. A Intel argumenta que diversos aplicativos, como navegadores web, já adotam medidas que inibem o funcionamento de várias versões da Spectre, reduzindo o risco para os consumidores. Por isso, a nova correção é fornecida como uma espécie de complemento para quem quiser uma solução total. Para poder explorar uma dessas falhas, um hacker precisa poder executar um código no computador alvo. O navegador web é a porta mais fácil, pois esses códigos podem ser incluídos em sites. Uma vez explorada, a falha pode entregar dados da memória de outros programas. Por exemplo, uma página web poderia "ler" o conteúdo de outra aba do navegador ou de um documento que está aberto em um editor de texto. Em casos em que o computador foi contaminado com vírus, o hacker não teria muito a ganhar explorando essa falha, pois um vírus instalado já tem acesso a essas informações. Por outro lado, empresas que oferecem serviços de processamento e datacenter provavelmente serão obrigadas a aplicar a nova atualização, pois precisam isolar os dados de clientes e ao mesmo tempo dar liberdade para a execução de códigos. Spectre e Meltdown As falhas Spectre e Meltdown existem na tecnologia de execução especulativa e permitem acessar dados na memória aos quais um programa normalmente não deveria ter acesso. A execução especulativa faz com que os processadores se "adiantem" em suas operações, o que aumenta a velocidade do computador. As soluções dessas falhas exigem que o uso desse recurso seja diminuído, assim reduzindo a velocidade efetiva de processamento. Outras soluções, como as adotadas pelos navegadores web, reduzem a precisão do computador na contagem de tempo. Essa redução não chega a impactar o funcionamento das páginas, mas inibe o funcionamento da técnica da Spectre, que exige contagens de tempo precisas para funcionar. A revelação de uma nova versão da Spectre já era esperada desde que uma publicação alemã antecipou que a Intel estaria trabalhando em novas correções para os seus processadores. + Falhas Meltdown e Spectre não atingem apenas Intel: entenda Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

Governo eliminará tributo que incide sobre diesel e acabará em 2020 com desonerações, diz ministro

Eduardo Guardia (Fazenda) fez anúncio no Planalto. Medida é adotada pelo governo em meio a protestos em todo o país contra aumento no preço dos combustíveis. Petrobras reduz preço dos combustíveis para as refinarias O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, anunciou nesta terça-feira (22) que o governo eliminará a Cide (tributo) que incide sobre o diesel quando o Congresso Nacional aprovar o projeto da reoneração da folha de pagamentos. No mesmo anúncio, Guardia também informou que o governo acabará, em 2020, com a desoneração da folha em todos os setores. Se o projeto de reoneração for aprovado, o Legislativo fará, na prática, com que haja aumento nas receitas da União, que, em troca, cortará o tributo incidente sobre o diesel. As medidas são anunciadas em meio a protestos em todo o país contra o aumento no preço dos combustíveis. A Petrobras já anunciou que a política de reajuste dos preços não mudará. "Hoje fechamos um acordo com os presidentes da Câmara e do Senado e o que acordamos é que iremos eliminar a Cide incidente sobre o diesel e, ao mesmo tempo, o Congresso irá aparovar um projeto de reoneração da folha". De acordo com o Ministério da Fazenda, a alíquota atual da Cide sobre o diesel representa menos de R$ 0,05 por litro. Guardia, em seguida, acrescentou: "A partir de dezembro de 2020, nenhum setor contará com o benefício da desoneração da folha." Segundo o colunsita do G1 e da GloboNews Valdo Cruz, o Ministério da Fazenda negociava o acordo com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), desde o período da tarde. Maia e Eunício chegaram a divulgar um vídeo nas redes sociais para anunciar o acordo. Segundo a assessoria do Ministério da Fazenda, a arrecadação anual com a Cide sobre o diesel é de cerca de R$ 2,5 bilhões. Situação fiscal Segundo o ministro da Fazenda, as medidas anunciadas nesta terça representam um movimento "equilibrado e condizente" com as atuais condições fiscais do país. "Estamos com canal aberto de diálogo com caminhoneiros para discutir e considerar outras medidas que possam mitigar os problemas", afirmou. "Do ponto de vista fiscal, é importante enfatizar que temos pouco espaço fiscal. O que deixaremos de arrecadar da Cide será compensado neste exercício financeiro com o projeto de reoneração da folha", acrescentou. * Colaborou Yvna Sousa, da TV Globo, em Brasília

Concurso da saúde de João Pessoa divulga resultado das provas discursivas 


Prazo para entrar com recurso vai até o fim do dia da quinta-feira (24). UPA de Cruz das Armas, em João Pessoa Juliana Santos/Secom-JP/Arquivo O concurso com 587 vagas para a área da Saúde em João Pessoa divulgou, nesta terça-feira (22), o resultado das provas discursivas. Também foi disponibilizado o espelho de correção da questão discursiva e o link para visualização da versão definitiva da prova discursiva. Confira o resultado da prova discursiva do concurso da Saúde de João Pessoa Os candidatos que não concordarem com a correção podem recorrer a partir da meia-noite desta quarta-feira (23) até o fim do dia da quinta-feira (24), no site da organizadora o Instituto AOCP. O concurso da saúde de João Pessoa oferece 587 vagas para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos Bancários e Augusto Almeida Filho, em Cruz das Armas, e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Há vagas para cargos de ensino médio, técnico e superior, com salários variando de R$ 1.217,67 a R$ 3.101,67. O maior número de vagas é para técnico em enfermagem, com 166 vagas, sendo 10 reservadas para pessoas com deficiência. O cargo com maior salário é o de médico (incluindo especialistas em ortotraumatologia e pediatria), com remuneração inicial bruta de R$ 3.101,67. Além desses cargos, são oferecidas vagas para auxiliar de regulação médica, condutor de ambulância, técnico de imobilização ortopédica, técnico de laboratório de análises clínicas, técnico em enfermagem, técnico em radiologia, assistente social em saúde, biomédico, enfermeiro, farmacêutico e farmacêutico/bioquímico.

Com atraso de leilão, Eletrobras já admite que pode administrar distribuidoras por mais tempo

Acionistas definiram em assembleia que estatal ficaria à frente das seis distribuidoras até 31 de julho. Leilão das empresas depende de aprovação de edital pelo TCU. O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, admitiu nesta terça-feira (22) que a empresa pode continuar à frente das seis distribuidoras de energia que administra além do prazo de 31 de julho que havia sido definido em assembleia pelos seus acionistas. A Eletrobras decidiu em julho de 2016 não renovar a concessão das seus distribuidoras. Desde então, a estatal as administra até que o governo faça um leilão para definir os novos concessionários. Por conta das dívidas e da necessidade de altos investimentos, a proposta do governo prevê que cada distribuidora seja vendida por R$ 50 mil. Entretanto, os novos concessionários terão que fazer R$ 2,4 bilhões em investimentos imediatos. A Eletrobras chegou a agendar o leilão para maio. Entretanto, o prazo foi adiado porque a proposta de edital ainda não foi aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Em assembleia, os acionistas da Eletrobras definiram que a empresa ficará à frente da operação das distribuidoras até 31 de julho deste ano. "O leilão pode se fazer a qualquer tempo. O dia 31 de julho é um prazo para operação, mas esse prazo pode ser estendido por meio de interesse do governo", disse. As seis distribuidoras que serão colocadas à venda são: Amazonas Distribuidora de Energia, que atende ao estado do Amazonas; Boa Vista Energia, que atende Roraima; Centrais Elétricas de Rondônia, que atende Rondônia; Companhia de Eletricidade do Acre, que atende aos consumidores do Acre; Companhia Energética de Alagoas, que atua em Alagoas; e Companhia de Energia do Piauí. Transferência de controle A Eletrobras estima que serão necessários 90 dias para o processo de transferência do controle das distribuidoras aos novos concessionários. Por isso, disse Ferreira Junior, mesmo que o leilão ocorra até junho, a prazo para a empresa continuar à frente das distribuidoras deve ser prorrogado. A publicação do edital para o leilão das empresas depende do aval do Tribunal de Contas da União (TCU). O relator do processo, ministro José Múcio, havia previsto a votação para maio, mas agora não há mais prazo para isso ocorrer. O processo não entrou na pauta da reunião plenária do TCU que acontece nesta quarta-feira (23). Em assembleia, a estatal decidiu que assumiria as dívidas das distribuidoras que poderiam chegar a quase R$ 20 bilhões.

Maia diz que Câmara não votará MP que trata da privatização de distribuidoras da Eletrobras

Medida já estava pronta para ser votada em plenário. Segundo presidente da Câmara, alterações previstas no texto serão promovidas por meio de projeto de lei a ser enviado pelo governo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou em plenário nesta terça-feira (22) que a medida provisória 814, que trata da privatização das distribuidoras da Eletrobras, não será votada pela Casa. Maia explicou que as alterações previstas na MP serão analisadas por meio de um projeto de lei a ser enviado pelo governo federal ao Congresso. "Não votaremos a medida provisória 814 e o governo vai encaminhar um projeto de lei para tratar das distribuidoras", anunciou Maia. A medida, que estava pronta para ser votada em plenário já nesta semana, foi alvo de críticas tanto de deputados da oposição quanto da base governista. Os parlamentares apontaram o fato de que algumas emendas (sugestões de alteração ao texto) seriam "jabutis" ? jargão usado no Congresso para identificar emendas que não estão relacionadas com o tema ou texto original do projeto. Após a aprovação do texto na Comissão Especial, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, chegou a afirmar que mudanças previstas no relatório poderiam levar ao encarecimento das contas de luz. Após o anúncio de Maia, deputados da oposição discursaram a favor da decisão, dizendo que a "base estava dividida" e "incapaz" de votar a matéria. "Essa é uma vitória de partidos da oposição, mas da população. Essa medida provisória seria uma agressão ao país porque significaria uma facilitação da privatização da Eletrobras, do impacto da tarifa de luz do brasileiro e uma mudança ampla e sem debate", afirmou Erika Kokay (PT-DF). Após o anúncio, ao sair do plenário, Maia explicou que a decisão de não votar o texto partiu do Congresso e que o governo entendeu. "Fomos nós que avisamos ao governo que, com essas inclusões que geravam um aumento de tarifa, que o plenário não estava confortável, nem da Câmara, nem do Senado, para votar. Se não tem voto, não adianta a gente ficar insistindo", afirmou.

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