Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

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Justiça extingue ação de hipoteca judiciária da Previ contra Petrobras

Previ pedia a constituição de hipoteca judiciária de dois imóveis da Petrobras em Santos (SP) para garantia de sentença. A Petrobras informou nesta terça-feira (4) que a 1ª Vara Empresarial e de Conflitos relacionados à Arbitragem de São Paulo extinguiu uma ação de especificação de hipoteca judiciária ajuizada pela Previ, fundo de pensão de funcionários do Banco do Brasil. Segundo a petroleira, a Previ pedia a constituição de hipoteca judiciária de dois imóveis da Petrobras em Santos (SP) para garantia de sentença proferida em arbitragem em curso na Câmara de Arbitragem do Mercado. Petrobras reduz preço do gás natural para distribuidoras em revisão trimestral "Diante da impropriedade da ação, a 1ª Vara Empresarial proferiu sentença indeferindo o pedido da Previ e determinando a extinção do processo judicial, antes mesmo da citação da Petrobras", disse a empresa em comunicado. "No processo judicial, a Previ alegou que entende fazer jus a 2.993.921.914,75 reais e que a Petros (que é parte na arbitragem, mas não na ação judicial) faria jus a 560.410.813,83 reais", acrescentou a Petrobras, que disse não reconhecer os valores e que eles não foram endossados na arbitragem. A estatal ingressou em 21 de julho com um processo solicitando a anulação da sentença proferida pela câmara de arbitragem ligada à B3. Petrobras registra prejuízo de R$ 2,7 bilhões no segundo trimestre de 2020

Iguatemi tem redução de 23% no lucro do segundo trimestre, sob impacto da Covid-19


Lucro de abril a junho somou R$ 46,3 milhões, período mais agudo da crise que ainda mantém alguns de seus shoppings fechados. Shopping Iguatemi adota sistema drive thru para compras à distância em Ribeirão Preto Rafael Cautella/Shopping Iguatemi A Iguatemi teve redução no lucro do segundo trimestre, afetada pela forte queda de receitas uma vez que o seu setor de shopping centers foi um dos mais atingidos pelas medidas de isolamento social para conter a pandemia do novo coronavírus. A companhia anunciou nesta terça-feira (4) que o lucro de abril a junho, o período mais agudo da crise que ainda mantém alguns de seus shoppings fechados e a maioria com restrições de funcionamento, somou R$ 46,3 milhões, queda de 23% em relação a igual período de 2019. Lojas de shoppings em São Paulo têm queda de até 90% após reabertura, diz Alshop A receita líquida da companhia no período, de R$ 160,9 milhões, foi 14,3% menor ano a ano, refletindo reduções em todas as linhas de negócios, incluindo as de 47,8% com as taxas de administração e de 91,6% nas receitas de estacionamento. A companhia afirmou no balanço que atualmente 12 de 16 empreendimentos do portfólio estão em operação, mas com limite de capacidade entre 20% e 50%. A receita de aluguel foi apenas 2,8% menor, mas o Iguatemi usou um mecanismo de prorrogar os aluguéis com vencimento em abril para outubro. A empresa também afirmou que descontos por conta do efeito da pandemia "serão linearizados por um período de 30 meses". Flávia Oliveira: ?Pesquisa mostra que 74% vão evitar shopping após pandemia? Além disso, a companhia reduziu fortemente as despesas, com o total excluindo amortização e depreciação caindo 28,8%, para R$ 38,9 milhões. Esse conjunto, assim como o menor volume de impostos pagos no período, aliviou parcialmente os efeitos negativos da crise. O resultado operacional do trimestre medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) caiu 16,5%, para R$ 114,9 milhões. A margem Ebitda caiu apenas 2 pontos percentuais, para 71,4%. O Iguatemi fechou junho com uma posição de caixa de R$ 1,2 bilhão, alta de 17% em relação ao fim de 2019, refletindo a captação de R$ 300 milhões em debêntures. Com isso, a alavancagem medida pela relação dívida líquida/Ebitda subiu de 2,03 para 2,66 vezes, a R$ 1,56 bilhão.

Startup cresce 400% ajudando supermercados a vender online


A procura por compras online cresceu durante a pandemia. Mas a operação de um e-commerce não é tão simples e exige estrutura própria e uma logística diferenciada. Grande redes e também pequenos supermercados estão migrando cada vez mais para o mundo digital. Mas ter experiência no comércio não significa que será fácil vender pela internet. A operação de um e-commerce exige uma estrutura própria, uma logística diferenciada e um supermercado online precisa ter alguns cuidados ainda mais específicos. Leandro Castanheira, sócio da startup que oferece soluções completas de e-commerce para supermercados, conta que a ideia surgiu quando o sócio dele precisava migrar o próprio supermercado para o mundo digital. Daí começaram a oferecer o serviço para outros varejistas. A empresa oferece a plataforma de e-commerce e um aplicativo. A taxa de adesão é de R$ 10 mil e mais uma mensalidade que varia de R$ 2 mil a R$ 5 mil. A startup dá suporte, treinamento e acompanhamento da operação, além de assistência ao longo do contrato. Empresa ajuda supermercados a vender online Reprodução TV Globo "Nossa grande missão é auxiliar varejistas que querem começar no mundo digital. Não é simplesmente colocar uma tecnologia. É a tecnologia, mas também o processo todo embarcado", explica. Com a pandemia, o faturamento subiu 400%. Hoje, a startup tem 200 clientes e atua em 13 estados brasileiros. Um dos clientes é Nilton Federzoni, dono de uma rede com cinco lojas na Região Metropolitana de São Paulo. A operação digital começou durante o primeiro mês da pandemia do coronavírus e foi uma aposta certeira. "Tem gente que está isolado em casa há mais de 100 dias. Esse pessoal tem dependência grande do e-commerce", diz Nilton. Confira a reportagem completa: Startups ajudam pequenos mercados a criar a própria loja virtual

Por que o dólar continua acima de R$ 5 mesmo quando se enfraquece no mundo?


Considerada o porto seguro dos investidores, a moda americana perdeu força em julho. Entre as razões, estão as taxas de infecção de coronavírus, resultados econômicos ruins e incertezas com relação às eleições dos EUA. Por que o dólar continua acima de R$ 5 mesmo enquanto se enfraquece no mundo? GETTY IMAGES via BBC A perspectiva de efeitos devastadores da pandemia do coronavírus sobre a economia levou os investidores, em meados de março, a tomarem o caminho que se faz em momentos de crise: buscar segurança. No campo dos investimentos, isso significa ir atrás do que é o porto seguro: o dólar. Já em julho, no entanto, a moeda americana enfraqueceu ? mesmo em um contexto de incertezas, em que ninguém consegue prever o tamanho da crise que o vírus vai deixar. O índice DXY, que mede a variação do dólar americano em relação a várias outras moedas ? como euro, iene e libra ? caiu para menos de 95 mil pontos e atingiu em julho o menor patamar desde 2018. No Brasil, o dólar chegou a R$ 5,40 em julho, mas teve uma queda de 4% no mês. No início de agosto, a cotação do dólar comercial já está acima de R$ 5,30. A BBC News Brasil ouviu economistas no Brasil e no exterior sobre os motivos para a perda de força no dólar no mundo e por que esse tombo da moeda americana não foi sentido com mais força no país. O que aconteceu com o dólar? As taxas de infecção de coronavírus, resultados econômicos ruins e incertezas com relação às eleições presidenciais dos Estados Unidos estão entre as razões do fraco desempenho do dólar nas últimas semanas. O economista Andrés Abadia, da consultoria Pantheon Macroeconomics, no Reino Unido, cita a propagação da covid-19 nos Estados Unidos, que têm 4,7 milhões de casos confirmados e mais de 155 mil mortes. "As taxas de infecção nos EUA, em comparação com outras economias desenvolvidas, permanecem relativamente altas, diminuindo as expectativas em relação à reabertura da economia no curto prazo", diz o economista. A economista Zeina Latif, que é consultora econômica e foi economista-chefe da XP Investimentos, diz que "os números recentes da economia americana acenderam um alerta", citando tanto dados da covid-19 quanto da atividade econômica. Os Estados Unidos divulgaram no fim de julho que o PIB do país despencou: houve uma queda de 9,5% no segundo trimestre em relação ao primeiro. Na comparação anual, a retração foi de 32,9%. "Os dados de atividade, que surpreenderam em um primeiro momento, tiveram leve ressaca, mostrando que a vida é mais dura ? vai ter recuperação, mas a última safra de indicadores gerou dúvidas em relação a essa velocidade", diz a consultora. Latif lembra que, para entender a flutuação do dólar, é fundamental ver a situação dos Estados Unidos em comparação com o resto do mundo. E cita a China. "É fato que há um descompasso. Nos Estados Unidos, houve certa decepção ? nada exagerado, mas houve ? e, do outro lado do mundo (China), temos uma dinâmica mais positiva (nos dados de saúde e da economia)." Para a economista Monica de Bolle, pesquisadora do Peterson Institute, em Washington, "o mercado está se dando conta de que a situação é mais grave do que imaginava". "O cenário é de convivência com a epidemia por muito tempo e essa economia daqui (EUA) será severamente abalada por isso. O quadro de retomada que o mercado tinha em mente não vai acontecer. E isso está começando a ficar mais evidente e tem um movimento de reprecificação do dólar atrelado a isso." Outro fator de instabilidade, segundo os economistas, é a eleição americana. "O presidente Donald Trump pediu o adiamento das eleições de novembro, o que afetou a moeda nos últimos dias", diz Abadia. O tuíte sobre adiamento das eleições, aliás, foi publicado minutos depois de os Estados Unidos anunciarem o que foi o pior resultado de seu PIB na história. "Com a votação universal por correio, 2020 será a eleição mais imprecisa e fraudulenta da história. Será um grande constrangimento para os Estados Unidos. Adiar a eleição até que as pessoas possam votar de maneira adequada, segura e protegida???", postou o presidente, sem acrescentar qualquer prova do que estava dizendo. De Bolle diz que o próprio presidente Trump é um fator de instabilidade que se reflete na força da moeda americana. "Tendo em vista essas circunstâncias absolutamente temerárias para a reeleição dele, ele já está criando o fantasma de uma crise constitucional neste país", disse. "Quanto mais estreita a margem do resultado da eleição, maior a chance de crise constitucional neste país, porque Trump claramente vai questionar o resultado das eleições e jogar este país numa crise constitucional", diz ela, considerando um cenário de vitória do democrata Joe Biden. Abadia citou, ainda, o nível dos juros nos Estados Unidos como fator que explica a perda de força do dólar. Na última semana de julho, o Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) decidiu manter as taxas de juros do país na faixa entre 0% e 0,25% e disse que vai manter os juros próximos a zero pelo tempo necessário para a economia se recuperar das consequências do surto de coronavírus. Quanto mais baixa a taxa de juros, menos atrativo é o investimento naquela moeda. Por outro lado, a redução de taxas de juros tem sido feita em diversos países como tentativa de estimular a economia internamente. Quanto tempo vai durar? A desvalorização do dólar em relação a outras moedas deve ter vida curta, segundo Latif. "Mesmo com a piora de número de casos, acredito que tendência da economia americana é surpreender de novo positivamente." E as economistas também não veem chances de o dólar perder o posto que tem mundialmente. "Quando a gente pensa em uma moeda perdendo relevância, tem que pensar: quem vai substituir? E hoje não tem. Não vejo como substituir", diz Latif. De Bolle diz: "O dólar acaba revertendo porque no fim do dia é o porto seguro por excelência. As notícias do PIB ainda estão muito frescas, as pessoas ainda estão fazendo revisão de cenário, então esse movimento de reprecificação que vemos hoje ainda tá sendo processado. Uma vez que tenha sido processado, as coisas voltam a se ajustar". E por que a taxa de câmbio não caiu muito no Brasil? Foi-se o tempo em que pensar no dólar acima de R$ 5 era algo distante. No início de março, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi questionado sobre a possibilidade de a cotação do dólar chegar a R$ 5 e respondeu que, "se fizer muita besteira, pode ir para esse nível" e que "se fizer muita coisa certa, pode descer". Poucos dias depois, no meio de março e com o avanço do coronavírus, o dólar ultrapassou os R$ 5. E a expectativa do mercado financeiro é que a taxa de câmbio termine o ano acima desse patamar: em R$ 5,20, segundo o Boletim Focus, do Banco Central, divulgado na segunda-feira (03/08). A projeção é a mesma há sete semanas. Embora a economia brasileira já estivesse aquém do esperado antes da chegada da pandemia, o coronavírus agravou a situação. Se os Estados Unidos lideram o ranking de mortes e casos confirmados de covid-19, o Brasil é o segundo da lista ? e sem as condições financeiras da maior economia do mundo para lidar com essa crise. Ao comparar a situação da pandemia nos dois países, de Bolle diz que, de um lado, o Brasil tem um sistema público de saúde, que os EUA não têm. De outro lado, afirma que "evidentemente o Brasil tem economia muito mais frágil, com muito mais gente vulnerável e sendo afetada diretamente pela epidemia e pela crise econômica". "O Brasil tem um governo que absolutamente não respondeu à altura da crise e que até agora está batendo cabeça a respeito da gravidade da crise", diz ela. A economista diz que a medida mais eficaz até agora foi o auxílio emergencial, aprovado pelo Congresso Nacional. "De resto, o governo não fez nada. A situação que estamos vendo no quadro econômico brasileiro tem a ver com a ineficácia e a incompetência do governo Bolsonaro e a falta de experiência do Paulo Guedes para enfrentar uma crise dessa magnitude", critica a economista. Já Latif diz que o mercado reconhece riscos maiores no Brasil e isso, na avaliação dela, tem a ver, em primeiro lugar, com a situação fiscal do Brasil. Além disso, ela destaca que há muita incerteza e que o Brasil está "fazendo relaxamento do isolamento sem número confortável ? baixo ? de novos casos". "Eu não vejo o governo com capacidade de propor uma agenda econômica estruturada, sólida, de ajuste fiscal. A gente está discutindo no país flexibilizar regra do teto (de gastos). A agenda está muito desestruturada. O debate público está pouco técnico, emocional demais. Então acho que os fatores de risco vão ficar aí por muito tempo", diz Latif. De Bolle discorda que o problema esteja na política fiscal. Para ela, "todo mundo já sabe" que será necessário mexer no teto de gastos. "A piora fiscal futura está na conta de todo mundo", diz. Especialista em América Latina, Abadia diz que outras moedas da região tiveram desempenho "relativamente bom em julho" devido principalmente ao aumento dos preços das commodities e à melhoria das expectativas econômicas da economia chinesa. Ele pondera, no entanto, que é muito cedo para apostar em uma recuperação econômica prolongada. Sobre a moeda brasileira, o economista destaca a fraqueza. "O real permanece excepcionalmente fraco, em um contexto histórico, e as perspectivas de novos cortes na taxa de juros, ou mesmo taxas nos níveis atuais por mais tempo do que o esperado, manterão a moeda sob pressão. Além disso, o risco fiscal permanece relativamente alto, o que continua pressionando o real."

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
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19:30 Culto da Noite
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08:00 Culto da Manhã
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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10:00 Culto da Manhã
Local: Templo
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16:00 Culto da Tarde
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17:00 Culto da Tarde
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18:00 Culto da Noite
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20:00 Culto da Noite
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Obs: Somente no Domingo de Santa Ceia