QUARTA 26/09 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

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Uber aceitará crédito pré-pago em corridas e muda o Uber Pool


Usuário poderá adicionar crédito no aplicativo e usá-lo para pagar por viagens ou entrega de refeição. Cliente de viagem compartilhada terá de andar distância curta para pegar o veículo. Aplicativo da Uber Reprodução/EPTV O Uber passará a aceitar que viagens sejam feitas com crédito pré-pago no Brasil a partir do próximo dia 1º. Uma carteira digital permitirá a usuários adicionarem créditos a suas contas no aplicativo e utilizá-los para viagens ou entrega de refeições. Segundo a empresa, o Uber Cash visa a facilitar a utilização dos serviços para aqueles que não têm conta bancária ou não utilizam cartões de crédito ou débito. Cartões pré-pagos do Uber estarão à venda em grandes lojas e pela internet. A recarga poderá ser feitas em lojas pelo Brasil. Quem preferir continuar pagando viagens ou entregas de refeição com cartão de crédito ou débito terá desconto. "Usuários têm a possibilidade de comprar créditos pré-pagos em mais de 285 mil lojas físicas, assim como fazem com recarga de celular, ou então ter desconto de até 5% no pagamento com cartões de crédito ou débito", disse o diretor de produtos financeiros da startup, Rob Daniel. Uber Lite e Uber Pool O Uber disse ainda nesta terça-feira (25) que lançou uma versão mais leve do aplicativo, o Uber Lite, que requer menos espaço. Uma versão beta já está disponível para download. Outra novidade anunciada é relacionada ao Uber Pool, tipo de corrida em que o carro é compartilhado com outros clientes. Quem optar por essa modalidade poderá ter de andar uma curta distância para encontrar o carro ou para chegar ao destino. A mudança começa a partir do mês que vem, em São Paulo, e deverá ser estendida a outras cidades posteriormente. Na nova versão do Uber Pool, os usuários aguardam alguns minutos antes de suas viagens começarem e, em seguida, "percorrem uma curta distância a pé até um local próximo para entrar no carro", descreve a startup. "Quando os detalhes da sua viagem forem finalizados, forneceremos sugestões de rotas a pé até o ponto de encontro e também a informação de quanto tempo levará para você chegar ao seu destino", diz a empresa. "Ao fim da viagem, o app fornecerá novas opções de rotas para que você chegue ao seu destino a pé." Segundo a Uber, isso permite fazer "combinações mais perfeitas de viagens e a fornecer rotas melhores, mais retas e rápidas, com menos desvios". "Em um trânsito como o de São Paulo, uma volta no quarteirão pode aumentar consideravelmente o tempo de chegada", afirma a startup. 'Kit gás' A startup também lançou novos serviços para motoristas nesta terça. Um deles é um projeto piloto para ajudar a financiar a instalação de kits de gás natural nos carros dos motoristas do aplicativo, que começará a ser testada na Região Sul do país. A empresa também firmou parceria com uma rede de postos de combustível para dar descontos aos condutores de todo o país, algo inédito para a Uber no mundo. O Brasil é o 2º maior mercado do Uber, atrás apenas dos Estados Unidos, e conta com mais de 22 milhões de usuários e 500 mil motoristas nas 100 cidades brasileiras em que o aplicativo está presente.

Regras para contratação de terceirizados no Executivo serão estendidas a empresas públicas

Informação foi divulgada nesta terça (25) pelo Planejamento; regras entrarão em vigor em 120 dias. Cargos estratégicos ou que tenham poder de decisão não poderão ser terceirizados. O Ministério do Planejamento informou nesta terça-feira (25) que as regras para contratação de serviços terceirizados no Poder Executivo serão estendidas às empresas públicas e às sociedades de economia mista controladas pela União. De acordo com o governo, as regras entrarão em vigor 120 dias após o decreto sobre o assunto ser publicado no "Diário Oficial da União". "Dessa maneira, os procedimentos serão unificados em todo o serviço público federal", ressaltou o Ministério do Planejamento. Segundo o governo federal, a nova norma substitui o decreto 2.271/97 e inclui "regras mais rigorosas na fiscalização do contrato pelo gestor para o cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte da empresa, como o pagamento de férias, 13º salário e verbas rescisórias". Vedações A nova regulamentação determina que não poderão ser terceirizadas as atividades que: envolvam a tomada de decisão ou posicionamento institucional nas áreas de planejamento, coordenação, supervisão e controle; sejam considerados estratégicos para o órgão ou a entidade, cuja terceirização possa colocar em risco o controle de processos e de conhecimentos e tecnologias; estejam relacionados ao poder de polícia, de regulação, de outorga de serviços públicos e de aplicação de sanção; sejam inerentes às categorias funcionais abrangidas pelo plano de cargos do órgão ou da entidade, exceto disposição legal em contrário ou quando se tratar de cargo extinto, total ou parcialmente, no âmbito do quadro geral de pessoal. De acordo com o Ministério do Planejamento, a norma impede o nepotismo (contratações de parentes) nas atividades públicas e estabelece "padrões de qualidade esperada na prestação dos serviços, de modo que o pagamento da fatura mensal somente seja autorizado após comprovação do cumprimento das obrigações contratuais". "Da mesma maneira, férias, 13º e verbas rescisórias dos trabalhadores somente serão quitados quando de fato ocorrerem", acrescentou o governo federal. Outra novidade diz respeito à repactuação dos contratos sob o regime de mão de obra exclusiva. "Agora o contratante terá direito a ajustes financeiros no contrato, desde que comprove a variação dos novos preços de mercado. Já no caso de serviços continuados, sem dedicação exclusiva de mão de obra, admite-se adoção de índices específicos ou setoriais", informou o governo. O Ministério do Planejamento informou ainda que uma das diretrizes mantidas é a premissa de que a administração pública federal "contrata serviços e não mão de obra, afastando qualquer possibilidade de vínculo empregatício, inclusive com vedações de reembolso de salários, pessoalidade e subordinação direta".

Projeto oferece 500 vagas de emprego para pessoas com deficiência na região de Campinas


'Oportunidades Especiais' oferece espaço exclusivo e adaptado no Parque D. Pedro Shopping para cadastro de currículos até dia 9 de outubro. 'Blitz do Emprego': Projeto oferece cerca de 500 vagas de emprego PCD, em Campinas O projeto 'Oportunidades Especiais' oferece 500 vagas de emprego para pessoas com deficiência (PCD) na região de Campinas (SP). A partir desta terça-feira (25) até dia 9 de outubro, há um espaço exclusivo e adaptado no Parque D. Pedro Shopping para cadastro de currículos. O espaço também conta com atendimento realizado por intérprete de libras. As vagas são para candidatos que possuam ensino fundamental, médio, técnico ou superior completos, de 16 a 50 anos. Entre as empresas que possuem vagas estão Unilever, Tim, Oi e Mc Donald's. A faixa salarial varia de acordo com o cargo pleiteado. Estande para cadastrar currículos no projeto 'Oportunidades Especiais' fica no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas (SP), até dia 9 de outubro. Reprodução/EPTV Banco de dados Todos os currículos cadastrados no estande ficarão armazenados em um banco de dados. A partir dele, os candidatos podem ser contatados pelas empresas para participar de entrevistas durante o ano todo. Para se cadastrar, é preciso ter um e-mail para manter contato com a equipe do projeto e levar os documentos pessoais. Mais informações podem ser encontradas no site do projeto. Serviço O que: Estande do projeto "Oportunidades Especiais" Quando: De terça-feira (25) ao dia 9 de outubro Onde: Corredor de Pedras, no Parque D. Pedro Shopping, que funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; e de domingos e feriados, das 12h às 20h Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas

Uso de cartões cresce 13,6% no 1º semestre, aponta associação


Brasileiros movimentaram R$ 720 bilhões em compras com cartões de crédito e débito no período, segundo balanço da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. Compras pagas com cartões no Brasil cresceram quase 14% no primeiro semestre Reprodução/JN As compras pagas com cartões no Brasil cresceram quase 14% no primeiro semestre, refletindo sinais de retomada do consumo no país e na esteira da entrada de mais competidores no setor, o que tem reduzido as taxas cobradas de lojistas. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Segundo a entidade que representa a indústria de meios de pagamentos, os pagamentos com cartões de débito e de crédito entre janeiro e junho somaram R$ 720 bilhões, um aumento de 13,6% ante mesma etapa do ano passado. Por categorias, as compras com cartões de crédito cresceram 14% no primeiro semestre, para R$ 450 bilhões, enquanto com cartões de débito o avanço foi de 12,3%, para 265,4 bilhões de reais. Os cartões de crédito foram usados 4,4 bilhões de vezes pelos brasileiros, os de débito, 4,3 bilhões, e os pré-pagos, 69,6 milhões. Um dos vetores do crescimento foi o maior uso dos meios eletrônicos, como cartões, em detrimento de cheque e dinheiro. A participação dos cartões no pagamento de consumo das famílias subiu 2,3 pontos percentuais, ano a ano, para 34% do total. "É a maior taxa anualizada de crescimento em quatro anos", disse o presidente da Abecs, Fernando Chacon. Em 2014, a taxa de crescimento do setor tinha sido de 14,8%. O movimento aconteceu também na esteira da multiplicação das empresas de cartões, o que tem provocado uma queda gradual das taxas cobradas dos lojistas. Segundo o executivo, a tendência é de que as taxas cobradas continuem caindo nos próximos meses. A expectativa da entidade é de que o volume de contas pagas com cartões no Brasil em 2018 cresça entre 14,5% e 16,5% ante 2017. "Ainda há uma imensa oportunidade de ampliar o uso dos cartões", disse Chacon, prevendo que a participação do setor no consumo privado suba para 60% do total nos próximos quatro anos. Cai número de brasileiros que preferem usar o dinheiro para pagamentos, diz BC

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