QUARTA 10/10 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

Notícias

Moody's reduz rating da Itália e mostra preocupação com déficit público

Com piora da classificação de risco, país se encontra no último nível antes da categoria especulativa. A agência de classificação Moody's rebaixou a nota da dívida da Itália nesta sexta-feira (19), preocupada com os planos do governo de manter e não reduzir o déficit público. A nota foi reduzida de Baa2 para Baa3, o que significa que o país se encontra no último nível antes da categoria especulativa. A perspectiva é estável, apontou a Moody's em seu comunicado. A decisão citou "um enfraquecimento da força fiscal da Itália, com o governo apontando para déficits orçamentários maiores nos próximos anos", assim como uma dívida próxima de 130% do PIB "em vez de iniciar a tendência à redução, como se esperava". Comissão Europeia denuncia desvio 'sem precedentes' no orçamento italiano para 2019 A Moody's disse que a "estagnação dos planos para reformas estruturais econômicas e fiscais" também teve implicações negativas para a perspectiva de crescimento do país e para a dívida. O governo populista da Itália apresentou na segunda-feira seu projeto de orçamento para 2019 para a Comissão Europeia, no qual expôs planos para ampliar gastos e dar fim às políticas de austeridade dos últimos anos, apesar das advertências sobre o déficit. O déficit da Itália agora é projetado em 2,4% do PIB, muito mais alto que o 0,8% estimado pelo governo anterior, de centro-direita. "Após um aumento temporário do crescimento devido à política fiscal expansiva, a agência espera que o crescimento recue a sua taxa de tendência de cerca de 1%", disse a Moody's.

Google cobrará de fabricantes até US$40 por dispositivo para uso de apps no Android


Depois de receber multa de US$ 5 bilhões da União Europeia por Android, Google irá cobrar fabricantes em novo modelo de licenciamento do sistema operacional. Depois de receber multa de US$ 5 bilhões da UE por Android, Google deve iniciar cobrança de fabricantes em novo modelo de licenciamento. Charles Platiau/Reuters O Google cobrará das fabricantes de smartphones até US$ 40 por dispositivo para que os aparelhos tenham aplicativos da companhia, segundo fontes contatadas pela Reuters. A cobrança seria parte de um novo sistema de licenciamento, já que o antigo foi considerado anticompetitivo pela Comissão Europeia, que multou o Goole em US$5 bilhões, em julho. A Comissão considerou que o Google abusou de sua dominância de mercado para forçar fabricantes a adotarem seus produtos. As companhias podem se livrar da cobrança ao concordarem em incluir a pesquisa do Google e o buscador Chrome nos aparelhos diretamente de fábrica. Pelo acordo, o Google daria à fabricante do dispositivo uma parcela da receita de publicidade gerada por meio de busca e do Chrome. A nova tarifa deve entrar em vigor em 29 de outubro para qualquer novo smartphone ou tablet lançado na Área Econômica Europeia que use o sistema operacional Android, disse o Google nesta semana. O presidente do Google, Sundar Pichai, havia insinuado em julho que esse tipo de medida poderia ser tomada. Em um texto publicado em um blog oficial do Google, ele afirmou que a gratuidade do Android estava relacionada com o conjunto de aplicativos e serviços que são entregues aos consumidores, como a loja Google Play, o Gmail e o Google Maps, quando compram um novo smartphone. "Se os fabricantes de smartphones e operadoras de redes móveis não puderem incluir nossos aplicativos em seu portfólio de dispositivos, isso vai prejudicar a balança do ecossistema Android?, disse. A cobrança pode ser de pelo menos US$ 2,50 e subir dependendo do país e do tamanho do dispositivo, contou a fonte. É padrão para fabricantes, com a maioria devendo pagar cerca de US$ 20, acrescentou. O novo sistema deve dar a rivais do Google, incluindo a Microsoft, mais espaço para se associarem com fabricantes de hardware para tornarem-se aplicativos padrão em busca e navegação, segundo analistas.

China abate 200 mil porcos devido a surtos de peste suína africana


Quantidade é pequena perto dos 700 milhões de porcos abatidos anualmente no país, mas restrições de transporte de animais para evitar disseminação da doença apertam estoques. China registrou 41 casos de peste suína africana, em 27 cidades pelo país José Medeiros / Gcom-MT A China, o maior produtor de carne suína do mundo, abateu 200 mil porcos até o momento após surtos de peste suína africana, altamente contagiosa, disse autoridade de saúde animal chinesa nesta sexta-feira (19). Ao mesmo tempo em que isso representa um pequena porção dos quase 700 milhões de porcos abatidos anualmente na China para a venda de carne suína, as restrições de transporte de animais para limitar a disseminação da doença apertaram os estoques em algumas regiões do país. A China registrou 41 casos da doença, afetando 27 cidades pelo país, disse Wang Zongli, vice-diretor do Centro de Saúde Animal e Epidemiologia da China, em uma conferência em Zhengzhou. China tem terceiro surto de peste suína africana China proíbe importação de porcos da Bulgária por peste suína africana Ele alertou que tanto a detecção quanto a prevenção da doença, que pode ser fatal para porcos, mas não afeta seres humanos, são muito difíceis. Os comentários vieram depois que o Ministério da Agricultura disse que os preços da carne suína poderiam aumentar em meio à continuidade dos surtos de peste suína africana. A China abateu animais nas fazendas atingidas pela doença e em fazendas dentro de um raio de três quilômetros dos locais afetados, disse Wang à Reuters. No Brasil, foi encontrado no Ceará um foco da peste suína clássica, outra doença contagiosa menos agressiva que também afeta os porcos, mas não é transmitida para humanos.

Empresa de segurança cibernética CrowdStrike deve se juntar aos IPOs de companhias de tecnologia em 2019

Companhia é cotada entre os grandes nome a abrir o capital no ano que vem, ao lado de empresas de transporte Uber e Lyft. A fabricante de software de segurança cibernética CrowdStrike contratou o Goldman Sachs para liderar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) que pode ocorrer no primeiro semestre de 2019, disseram fontes à Reuters nesta sexta-feira.     A CrowdStrike é a mais recente de uma onda de startups do Vale do Silício, incluindo Uber e Lyft, que estão de olho em uma listagem do mercado de ações em 2019, após recorrerem a investidores para obter financiamento. Analistas estimam que, se essa onda de IPOs se concretizar, 2019 pode ser o ano que quebrará o recorde anterior de investimento arrecadado em bolsa por empresas de tecnologia. Em 2000, as empresas desse segmento angariaram 44,5 bilhões de dólares nas bolsas americanas. Só o Uber, que foi apontado recentemente com uma avaliação de 120 bilhões de dólares em um eventual IPO no ano que vem, poderia arrecadar 25 bilhões de dólares na bolsa ? montante típico arrecadado por empresas nessa faixa de valor de mercado. O mercado de ações em expansão impulsionou as avaliações corporativas, tornando a opção de abertura de capital mais atraente. A CrowdStrike pretende ser mais bem avaliada do que os 3 bilhões de dólares da última rodada de investimento recebida no início deste ano, acrescentaram as fontes.     Os planos de IPO da CrowdStrike ainda podem mudar, alertaram as fontes, pedindo para não serem identificadas porque o assunto é confidencial.     CrowdStrike e Goldman Sachs se recusaram a comentar.     Sediada na Califórnia, a CrowdStrike captou 200 milhões de dólares em junho, em rodada liderada pelos investidores General Atlantic, Accel e IVP. Outros grandes apoiadores incluem o CapitalG, braço de investimento da Alphabet, dona do Google, e a Warburg Pincus.     O CrowdStrike usa inteligência artificial para impedir ataques a computadores dentro ou fora da rede.     O CrowdStrike tenta se destacar das centenas de startups de segurança que brotaram nos últimos anos prometendo tecnologias de última geração para combater criminosos cibernéticos, espiões do governo e ativistas hackers, que atormentaram algumasdas maiores corporações do mundo.     A CrowdStrike foi fundada em 2012 por dois executivos que deixaram a produtora de software de segurança McAfee, incluindo George Kurtz, o presidente-executivo da startup.

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