Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)

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Empresários tentam se adaptar ao abre e fecha do comércio durante a pandemia

Vai e vem complica a situação de quem já está quase sem fôlego. Para evitar mais prejuízos, consultor recomenda fazer um planejamento no curtíssimo prazo e investir aos poucos. Empresários tentam se adaptar ao abre e fecha do comércio durante a pandemia Em muitas cidades brasileiras, os empresários precisam lidar com o abre a fecha do comércio por causa da quarentena, como a Rosana Cambra, que depois de quase três meses com a loja de roupas fechada, reabriu no começo de junho. Porém, 15 dias depois, o comércio não essencial de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, teve que baixar novamente as portas. ?Hoje é de uma forma, amanhã muda tudo, semana que vem eu não sei como vai ser, então nós estamos trabalhando sem planejamento nenhum?, conta Rosana. A loja tem um custo fixo mensal de R$ 30 mil com funcionários, aluguel e impostos. Para atrair clientes na volta, Rosana investiu esse mesmo valor em novos modelos de roupas, que encalharam. ?Nós fizemos compras para a loja. Se eu soubesse que o comércio voltaria a ser fechado tão rápido, eu teria evitado esse gasto e essas compras?, lamenta a empresária. Um vai e vem que complica a situação de quem já está quase sem fôlego. ?Se a paralisação é o remédio para o problema, então vamos fazer da forma certa. Mas quando abrir, que abra num período mais longo, não por quatro horas. Não é suficiente, atrapalha mais, porque essas quatro horas, você não consegue fazer nada e atrai um número de pessoas que gera aglomeração?, sugere Rosana. A empresária se adaptou e daqui pra frente só vai ter estoque pra uma semana. É o que recomenda o consultor de negócios, Adir Ribeiro. ?Eu posso viver meses e anos sem lucro, mas eu não vivo semanas sem fluxo de caixa. Isso talvez seja um grande aprendizado junto com essa resiliência que estamos desenvolvendo?. O empresário Lucas Camargo é sócio de uma franquia de academia de lutas com oito unidades em quatro estados e fora do país. Em Curitiba, o negócio passou mais de dois meses fechado ? só manteve as aulas online. ?Existe um vínculo. Geralmente na unidade, academia, esse vínculo de pessoas, de amizade, de pertencer. Estar naquele time. Então isso é muito difícil, você não consegue levar isso para o ambiente virtual?, fala Lucas Camargo. Quando reabriu, no começo de junho, Lucas fez pacotes, promoções para conseguir recuperar só metade dos alunos. Mas as academias fecharam de novo, por causa da alta no número de casos de Covid-19 na cidade. ?Pessoal começa a ficar assim, está sem dinheiro, e fecha de novo, aí tudo aquilo que a gente estava construindo tentando argumentar para poder manter, aí vem com mais uma foice, realmente prejudica muito.? Lucas investiu R$ 5 mil em divulgação e equipamentos especiais para proteção contra o novo coronavírus. Com o caixa curto, pode ter que demitir. ?É um ciclo, todo mundo depende de todo mundo, a gente podia estar resguardando alguém que vai ter que encerrar agora.? Enquanto a situação não se normaliza, é preciso se preparar para quarentena a ioiô. O consultor Adir recomenda: Planejar no curtíssimo prazo; Investir aos poucos; Negociar com fornecedores a venda em consignação; Se informar o tempo todo. ?Para mim o momento agora é apertar a tecla SAP: Sobrevivência, Agilidade e Protagonismo. Os cenários são de muita incerteza, há um pensamento focado nas startups, que é mais rápido do que perfeito. A gente não vai ter todas as informações para essa decisão, aí vai ter que ir acertando e corrigindo com rapidez.? ROSANA BOUTIQUE Endereço: Av. Sen. César Vergueiro, 957 - Jardim Sao Luiz Ribeirão Preto / SP ? CEP: 14020-500 Instagram: www.instagram.com/rosanaboutique Facebook: www.facebook.com/RosanaBoutique CONSULTOR DE NEGÓCIOS ADIR RIBEIRO Praxi Business Telefone: (11) 99366-1912 E-mail: adir.ribeiro@praxisbusiness.com.br Linkedin: www.linkedin.com/in/adir-ribeiro-997936 Facebook: www.facebook.com/profile.php?id=1047957758 Instagram: _adir.ribeiro SHOGUN TEAM Av. Paraná, 2737 ? Bacacheri Curitiba / PR ? CEP: 80035-130 Telefone: (41) 3503-0100 Site: www.shogunteam.com

Comerciante viraliza nas redes sociais e evita falência de loja de plantas

À beira da falência, em meio a pandemia, Nelson Dameão, de 83 anos, contou com a ajuda de voluntários e viu sua história fazer sucesso na internet. Comerciante viraliza nas redes sociais e evita falência de loja de plantas A pandemia obriga a geração mais velha de empreendedores a se adaptar. Para fisgar o consumidor, não dá mais pra abrir mão das ferramentas online. Graças à ajuda de voluntários, um empresário com mais de 50 anos de experiência na venda de plantas salvou o negócio com a tal da ?transformação digital?. E essa história tem mais supresas! A foto que viralizou nas redes sociais dizia: ?Ajude-me a sair da falência. Firma com 50 anos de vida?. O comerciante que aparecia na imagem é Nelson Dameão, de 83 anos, que herdou do pai o carinho pelas plantas. Depois de 80 dias fechada, Nelson viu o faturamento do negócio chegar a zero. Sem site, nem presença nas redes sociais, era quase impossível recuperar o prejuízo. Até que uma cliente foi à loja, depois da reabertura, viu a placa e resolveu fazer a foto. Nelson escreveu a plaquinha a mão e colocou do lado do caixa. A ideia era só evitar que os clientes pedissem desconto ou fiado. Mal sabia ele a repercussão que isso ia dar. ?Ela colocou na rede social. Foi fantástico. Ela fez na segunda a noite, na terça e na quarta já estourou. Nós não tínhamos estrutura para atender tanta gente. Mas veio a família toda ajudar e conseguimos atender a todos?, conta o empresário. Quando o post viralizou, Luciana Medeiros, especialista em marketing de conexão, também resolveu ajudar. Chamou um fotógrafo amigo, foi até a loja e criou um instagram para aumentar as vendas do Nelson. ?Ele tinha uma média de 25 atendimentos por dia. No primeiro dia de viralização foram 75, e a partir do segundo dia uma média de 500 pessoas passando pela loja. As pessoas até ficam bravas porque elas querem entrar e a gente tem que cumprir as quatro horas de funcionamento que o governo estabeleceu?, conta Luciana. Agora forma até fila na porta. Tem marcação pra respeitar a distância entre os clientes, tapete pra desinfetar os pés na entrada e higienização de hora em hora. Thaize viu a história no Instagram e esperou meia hora até a vez dela: ?Eu fiquei curiosa pra conhecer o serviço do Sr. Nelson?. ?Neu neto, meu filho e minha neta também começaram a ver na rede social. E muita gente chegando, as pessoas chegando para me favorecer comprando as minhas plantas?, comemora Nelson. Ainda tentando entender o poder das redes sociais, Nelson continua com o antigo atendimento. Tudo manual e é ele mesmo quem faz as contas no papelzinho. Essa história fica ainda mais legal porque no mesmo bairro, no Brooklin, em São Paulo, existem outros dois Nelsons que também são comerciantes ? o seu Nelson da banca de jornal e o seu Nelson chaveiro. E eles também estão sendo ajudados por essa campanha. ?Eu tenho um projeto chamado Conecta Vidas. A gente resolveu juntar os três Nelsons e fizemos uma vaquinha que chama os Nelsons do Brooklin. Nenhum dos três querem doação em dinheiro. Então, todas as ações recebidas, a gente vai comprar os serviços dos três Nelsons e entregar os serviços em oito instituições que a gente mapeou?, conta Luciana. Este é o poder da rede social ajudando os negócios dos três Nelsons do Brooklin. JARDINS MODELO Telefone: (11) 5041-9572 Endereço: Avenida Portugal, 40 - Brooklin São Paulo -SP - CEP: 04559-000 Instagram: @jardinsmodelo E-mail: jardinsmodelobrooklin@gmail.com CHAVEIRO NELSON Av. Padre Antônio José dos Santos, 1547 - Brooklin São Paulo/SP - CEP: 04563-013 Atendimento 24 horas Telefone: (11) 99116-7015 / 3453-1779 Instagram: @chaveiro.nelson BANCA DE JORNAL DO NELSON Rua Indiana 204 com Av Portugal. Telefone: (11) 5042-0303 Instagram: @banca_damascenobrooklin

Startup de Salvador cria serviço de entrega para comunidades

As entregas atendem bairros da periferia da cidade, que estão fora da rota dos grandes aplicativos. Startup de Salvador cria serviço de entrega para comunidades Em Salvador, uma startup criou um serviço de entrega para bairros da perifeira não atendidos por aplicativos já tradicionais. É o Traz Favela. A ideia de Iago Silva dos Santos, empreendedor e também morador da periferia da capital baiana. ?A ideia surgiu em 2018, quando participei de um evento sobre criação de negócios. Vendo a realidade da região periférica, tinha muito delivery em Salvador, mas não atendia a região periférica?, conta. Assim como em Salvador, as periferias de outras grandes cidades como são Paulo, não são atendidas por aplicativos tradicionais de entrega. Muitos bairros têm áreas considerados de risco. Os apps não acham seguro e o morador fica sem opção de delivery. A startup do Iago chegou para acabar com esse problema. ?Mapas da secretaria falam que são áreas perigosas, mas eu moro em São Caetano, entendo que tem áreas perigosas, mas não é na totalidade e aqui tem comercio forte. Acaba criminalizando região toda?, explica Iago. No começo da operação, a startup fazia 45 entregas por mês. Agora faz 350, um crescimento de 300%. O pedido é feito por WhatsApp. A startup atende 26 bairros da periferia de Salvador. Quando um comerciante cadastrado recebe um pedido de delivery, ele encaminha para a startup que aciona um motoboy. A startup cobra R$ 5 de taxa de entrega mais o frete, que depende da quilometragem rodada. Hoje já são 51 empresas cadastradas e 25 motoboys cadastrados também. ?Mais de 90% de nossos entregadores são de áreas periféricas. A gente tenta valorizar isso porque gera renda e trabalho pras essas áreas?, comenta Iago, Zeca, um dos motoboys do Traz Favela, já trabalhou em app tradicional. Rodava muito para sair da periferia até fazer entregas em áreas nobres de Salvador. ?Atendendo meu próprio bairro, é mais confortável pra mim, tenho mais tempo pra atender mais clientes, sem ter custo alto com isso?, comemora. Iago e os sócios Marcos Antonio Silva, Ana Luiza de Jesus e Carlos de Souza investiram R$ 2 mil de recursos próprios para lançar o serviço e agora entrou um dinheirinho a mais. ?Criamos uma campanha e vamos remanejar dinheiro pra ajudar comerciantes e entregadores. Arrecadamos R$ 21 mil. A meta era 30 mil?, conta o empresário. A startup busca investidor para expandir o negócio. Está desenvolvendo um aplicativo e quer levar o serviço de entrega para muita periferia desse Brasil afora. TrazFavela Delivery Av. da França, 393 - 2º andar - Comércio Salvador - BA, 40010-000 https://www.trazfavela.com.br/ Email : contato@trazfavela.com.br Whatsapp: (71) 9 9407-4309 Instagram: www.instagram.com/trazfavela/ Facebook: https://www.facebook.com/trazfavela

Produtores de atemoia não conseguem exportar a fruta


Na região sudoeste de SP, a saída está sendo comercializar no mercado interno. Produtores de atemoia não conseguem exportar a fruta Reprodução/TV TEM Ela é verdinha por fora, branca por dentro e bem docinha. A atemoia tem conquistado o paladar de muitos brasileiros ao longo dos anos. Nesta época, os pés ficam carregados. Grande parte do que é produzido na região sudoeste de São Paulo vai para fora do Brasil. Há uma boa aceitação por consumidores franceses e holandeses, por exemplo. O problema nesta safra é a dificuldade para exportar, que surgiu com a pandemia do coronavírus. Visitamos um sítio no município de Angatuba (SP) com cinco mil pés de atemoia. O destino de cerca de 90% da produção era a exportação. Só que este ano nada foi vendido para outros países. A engenheira agrônoma Cristiane Sakashita explica que, embora haja demanda lá fora, os produtores não conseguem mandar a fruta por via aérea. A colheita termina em julho e tudo vai ficar no Brasil mesmo. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 05/07/2020) Produtores de atemoia não conseguem exportar a fruta Vários produtores estão na mesma situação. O resultado disso é que o mercado interno está bem abastecido. Com o excesso de fruta, o preço caiu. Cristiane diz que a redução chega a 50%. No sítio de Valdir Tanabe, em Itapetininga (SP), todas as frutas também vão ser vendidas por aqui. Ele tem apostado na comercialização para mercados para tentar ganhar um pouco mais. Além da Covid-19, os produtores enfrentam problema com o clima. O frio chegou mais cedo do que o previsto. Com o vento gelado, alguns frutos acabaram rachando no pé e tiveram que ser descartados. Os que resistiram ficaram com uma coloração diferente. Apesar do sabor inalterado, atemoia assim acaba sendo rejeitada pelo consumidor. Normalmente, a safra vai até outubro, mas este ano a colheita deve terminar no fim do mês. A produção no sítio de Valdir gira normalmente em torno de 20 toneladas, mas deve cair aproximadamente 20%. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo

Cafés rurais improvisam para sobreviver durante pandemia


Entrega de produtos a domicílio tem sido uma saída para não parar de vez. Cafés rurais improvisam para sobreviver durante pandemia Reprodução/TV TEM A paisagem bucólica às margens da Rodovia Assis Chateaubriand, no noroeste paulista, é um convite ao descanso. Há quatro anos, Leidiane Caetano Cardoso montou no local um café com tudo o que o campo oferece de mais saboroso. Mas, de uma hora para outra, tudo ficou vazio por causa da pandemia. A queda no faturamento atingiu em cheio esse tipo de estabelecimento. E, para não ter ainda mais prejuízo, a saída foi se reinventar. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 05/07/2020) Cafés rurais improvisam para sobreviver durante pandemia Leidiane passou a levar para a casa dos clientes o que antes o público consumia no local, aos fins de semana. Ela diz que montou um cardápio de delivery, aumentando as opções aos poucos. Os itens da caixa sempre ficam à escolha do cliente. Há toalha para fazer piquenique, bolos, tortas, frutas...delícias variadas. No município de Uchôa (SP), outra situação parecida. A falta de clientes contrasta com os domingos pré-pandemia, que eram agitados com tantas pessoas. Tinha bastante comida, passeio, contação de histórias e animais para ver de pertinho. A dona do café, Cláudia Baffi Pellicciotta, deu um jeito de matar a saudade dos clientes. Ela também vem montando caixas com os produtos da roça. Por enquanto, a torcida é grande para que toda essa crise termine e, assim, as manhãs de domingo voltem a ser em torno de uma mesa farta, na companhia de amigos, bem pertinho da natureza. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
08:00 Culto da Manhã
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
Obs:
10:00 Culto da Manhã
Local: Templo
Obs:
16:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
18:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
19:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
20:00 Culto da Noite
Local: Templo
Obs: Somente no Domingo de Santa Ceia