“Viste o homem eficiente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior.” (Provérbios 22:29)

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Trump prevê 'rápido' acordo comercial com China


Trump deve se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping, no próximo mês. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, previu nesta quinta-feira (23) um rápido final para a guerra tarifária com a China, mesmo sem conversas marcadas entre o alto escalão dos dois países desde que a última rodada de negociações acabou em Washington há duas semanas. "Está acontecendo, está acontecendo rápido e eu acho que as coisas provavelmente irão acontecer rápido com a China porque eu não posso imaginar que eles estejam satisfeitos com milhares de companhias deixando seu país para outros lugares", disse Trump durante discurso na Casa Branca, sem dar evidências desse êxodo. Trump prevê acordo comercial com a China Reuters Trump também afirmou que se encontrará com o presidente chinês, Xi Jinping, quando ambos forem à reunião do G20 no próximo mês, no Japão. Os dois países têm culpado um ao outro pela interrupção das conversas, que tinham o objetivo de encerrar as tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo. EUA e China travam nova rodada da guerra comercial; entenda O presidente norte-americano discursou em uma coletiva de imprensa convocada por ele mesmo após costurar um plano desenvolvido por seu governo para promover ajuda a produtores agrícolas afetados pela guerra comercial, que os tem golpeado em particular. Depois de Trump impor tarifas sobre produtos chineses no ano passado, a China cortou as compras de soja dos EUA, deixando os produtores com os estoques lotados da commodity. Os chineses também retaliaram com tarifas sobre milho, carne de porco e outro produtos. "Os 16 bilhões de dólares em fundos ajudarão a manter nossas queridas fazendas prosperando e deixarão claro que nenhum país tem poder de veto na economia e na segurança nacionais dos EUA", afirmou Trump em declaração na Casa Branca.

Sem consenso, ANTT faz última audiência para discutir a nova tabela do frete

Setor produtivo voltou a criticar adoção do frete mínimo; caminhoneiros defenderam piso para o frete e cobraram mais A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou nesta quinta-feira (23) a última audiência pública para discutir o novo modelo da tabela do frete mínimo para o transporte de cargas. Na reunião, caminhoneiros defenderam um piso para frete, mas criticaram a atuação da agência reguladora e alguns critérios usados na elaboração da nova tabela. Representantes do setor produtivo voltaram a criticar a adoção do frete mínimo e a atuação dos chamados atravessadores. O aumento da fiscalização para garantir o cumprimento da tabela foi um dos pontos cobrados pelos autônomos que participaram da audiência. Os caminhoneiros voltaram a defender a necessidade da fixação de um frete mínimo, mas criticaram alguns critérios usados na elaboração da nova tabela, como o custo de troca de pneu, considerado baixo, e também a velocidade média usada no cálculo (75 km/h), considerada alta. ?O correto seria uma velocidade de 50 km/h ou 55 km/h?, afirmou Walace Landin, representante dos caminhoneiros autônomos. ?O piso mínimo para nós, autônomos, é, na verdade, o piso máximo. Ninguém vai pagar mais do que o mínimo?, disse o caminhoneiro Jaime Pereira da Cunha ao defender a tabela. Um dos caminhoneiros também cobrou fiscalização da agência sobre a frota de transporte de cargas. Segundo parte dos caminhoneiros, apesar de a frota de caminhões ser maior que a necessidade do país, parte é de caminhões velhos e sucateados, que não teriam condições de transitar mas continuam nas estradas por falhas na fiscalização da agência. Indústria Alberto Nobre, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), criticou o frete mínimo e disse que desde que a tabela foi criada o setor produtivo vem pagando mais pelo frete e os caminhoneiros recebendo menos. ?Nós estamos pagando mais pelo frete e os autônomos estão pagando menos. Alguém nesse meio está ganhando e nós sabemos quem é. Precisamos juntar essas pontes e trabalhar juntos?, disse. A crítica é aos chamados atravessadores, empresas que intermedeiam a contratação dos caminhoneiros autônomos. Isso ocorre porque a maioria dos caminhoneiros autônomos não tem CNPJ (cadastro de pessoa jurídica) o que não permite a contratação direta por uma indústria, por exemplo. ?Precisamos simplificar o processo e desburocratizar o transporte de carga para aproximar o caminhoneiro da indústria. Pode ser transformando os caminhoneiros em MEI [microempreendedor individual], para todo mundo ter CNPJ, e criar um aplicativo para simplificar as documentações?, afirmou o diretor da CNI, Pablo Cesario. A nova tabela de frete precisa ser publicada até 20 de julho, mas antes precisa ser aprovada pela diretoria da ANTT. A tabela de frete mínimo foi criada no ano passado, após a greve dos caminhoneiros que bloqueou estradas brasileiras e comprometeu o abastecimento de combustível, medicamentos e alimentos em todo o Brasil.

Em 60, 90 dias, reforma da Previdência 'estará no passado', diz Paulo Guedes


No início do ano, o governo esperava aprovar a reforma no primeiro semestre, mas a proposta ainda tramita na comissão especial da Câmara dos Deputados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a reforma da Previdência em comissão na Câmara Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (23) que a reforma da Previdência deve ser aprovada num período de 60 a 90 dias. A alteração da legislação previdenciária é considerada a principal medida de ajuste fiscal do governo Jair Bolsonaro. A proposta apresentada pela equipe econômica prevê uma economia de R$ 1,2 trilhão em 10 anos. ?Em 60, 90 dias, (a reforma) estará no passado?, afirmou Guedes durante a participação em evento em São Paulo. ?Vamos ter uma surpresa favorável e aprovação deve ser relativamente rápida. Ao contrário do pessimismo geral, vamos ter uma reforma interessante.? No início do ano, o governo esperava aprovar a reforma no primeiro semestre, mas a proposta ainda tramita na comissão especial da Câmara dos Deputados. Os analistas já alertaram que a reforma da Previdência tem andado de forma mais lenta do que o esperado no Congresso e que a economia fiscal obtida com proposta deve ser menor do que o esperado. Nas últimas semanas, o mercado financeiro começou a dar sinais de preocupação com a agenda fiscal do governo. O dólar subiu para R$ 4, e bolsa de valores se afastou dos 100 mil pontos. Na avaliação de Guedes, esses sinais são ?secundários?. ?Todo dia tem um barulho, não se deixem levar por esses sinais?, disse. ?Não vamos nos perder por briguinhas.? Outras medidas Depois de aprovada a reforma da Previdência, o ministro da Economia disse que vai lançar várias medidas de estímulos para a economia. Entre as medidas estudadas, o governo promete reduzir o preço do gás, promover uma reforma tributária e descentralizar recursos com Estados e municípios. ?Se tem uma potência fiscal com a reforma, nós começamos depois a soltar as amarras fiscais da economia.? Com a economia apresentando sinais de fraqueza, o governo tem sido cobrado para adotar uma série de estímulos com o objetivo de buscar um crescimento maior. Hoje, os analistas estimam que o país deve crescer perto de 1% neste ano.

Secretário dos EUA diz que presidente da Huawei mente sobre laços com governo da China


Mike Pompeo acusa a empresa chinesa de colocar em risco informações norte-americanas que circulam pelas redes. Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo Patrick Semansky/AP O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse nesta quinta-feira (23) que o presidente executivo da chinesa Huawei Technologies mente sobre os laços da companhia com o governo da China. Ele também afirmou acreditar que mais empresas dos Estados Unidos vão romper laços com gigante de tecnologia. Os Estados Unidos colocaram a Huawei Technologies em uma lista de restrições comerciais na semana passada, proibindo efetivamente que empresas dos EUA façam negócios com a maior fabricante de rede de telecomunicações do mundo. A medida ampliou uma guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais. "A companhia está profundamente ligada não só à China, mas ao Partido Comunista chinês. E essa conexão, a existência dessas ligações, coloca informações americanas que passam por essas redes em risco", disse Pompeo em entrevista à CNBC. Pompeo rebate gigante chinesa Huawei Reuters/Yves Herman A Huawei tem negado repetidamente ser controlada pelo governo, pelas forças militares ou por serviços de inteligência da China. Pompeo rejeitou as afirmações do CEO da Huawei, Ren Zhengfei, de que sua empresa nunca compartilharia segredos de usuários. "Isso é falso. Dizer que eles não trabalham com o governo chinês é uma declaração falsa. É uma exigência das leis chinesas que ele faça isso", disse Pompeo. "O CEO da Huawei, pelo menos, não está dizendo a verdade ao povo americano, nem ao mundo", acrescentou. Questionado sobre a crença de que mais empresas deixariam de trabalhar com a Huawei, Pompeo afirmou: "Acreditamos. Estamos trabalhando no Departamento de Estado para garantir que todos compreendam os riscos." Pompeo disse ainda acreditar em uma reportagem publicada pelo jornal "New York Times", que afirma que a China utiliza tecnologia avançada de vigilância para subjugar minorias, o que inclui os muçulmanos uigures.

Programação IEQ

09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto de Libertação
Local:
Obs:
19:30 ESCOLA DE SABEDORIA
Local: AUD.MARIO DE OLIVEIRA
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
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15:00 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:30 Culto da Noite
Local: Templo
Obs:
17:00 Culto da Tarde
Local: Templo
Obs:
19:30 Culto da Noite
Local: Templo
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09:00 Culto da Manha
Local: Templo
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16:45 Culto da Tarde
Local: Templo
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19:00 Culto da Noite
Local: Templo
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