Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

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Calendário PIS-Pasep 2018-2019: começa nesta quinta o pagamento de abono para nascidos em dezembro

A estimativa do Ministério do Trabalho é que, ao todo, serão pagos R$ 18,1 bilhões para 23,5 milhões de trabalhadores. Começa a ser pago nesta quinta-feira (13) o abono salarial PIS do calendário 2018-2019, ano-base 2017, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em dezembro. No caso do Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, o pagamento começa para quem tem final da inscrição 4. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. De acordo com o calendário, os nascidos nos meses de julho a dezembro receberão o PIS ainda no ano de 2018. Já quem nasceu entre janeiro e junho receberá o PIS no 1º trimestre de 2019. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento. A estimativa do Ministério do Trabalho é que, ao todo, serão pagos R$ 18,1 bilhões para 23,5 milhões de trabalhadores. PIS Pasep Quem tem direito Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2017. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2017. Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. No caso do PIS, para quem é correntista da Caixa, o pagamento é feito 2 dias antes do restante dos outros trabalhadores. Já no caso do Pasep, o crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do 3º dia útil anterior ao início de cada período de pagamento. Valor depende dos meses trabalhados O valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2017 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2017 completo. Por exemplo, se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 954). Se trabalhou por apenas um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 80), e assim sucessivamente. Rendimentos do PIS De acordo com a Caixa, quando o saque do PIS não é efetuado, o valor é incorporado ao saldo de quotas. Ao final do exercício financeiro (28 de junho), após a atualização do saldo, os rendimentos são disponibilizados para saque no novo calendário. Os rendimentos variam conforme o saldo existente na conta do PIS vinculada ao trabalhador. Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil. Abono salarial 2017-2018 Está aberto ainda o prazo de saque do abono salarial do calendário 2017-2018, ano-base 2016. Os trabalhadores poderão retirar o dinheiro até 30 de dezembro. Quase 2 milhões de trabalhadores não sacaram o benefício, o que corresponde a 7,97% do total de pessoas com direito ao recurso, segundo o Ministério do Trabalho. O valor ainda disponível chega a R$ 1,44 bilhão. Tem direito ao abono salarial ano-base 2016 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2016 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos; e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Congresso aprova 17 projetos que liberam mais de R$ 2 bilhões para ministérios e órgãos públicos


Montante é referente a créditos especiais e suplementares, portanto, não são recursos extras, mas, sim, dinheiro oriundo do remanejamento do orçamento. Deputados e senadores reunidos no plenário durante a sessão do Congresso desta quarta-feira (12) Jonas Pereira/Agência Senado O Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira (12) 17 projetos que liberam R$ 2,2 bilhões de crédito para vários ministérios e órgãos públicos. Os três projetos que mais liberam recursos são: R$ 1,2 bilhão para a Presidência da República, ministérios das Relações Exteriores, da Integração Nacional, estados, Distrito Federal e municípios; R$ 520 milhões para os ministérios das Relações Exteriores, do Trabalho, do Desenvolvimento Social, da Saúde e da Ciência e Tecnologia; R$ 240 milhões para as empresas estatais. Os valores são referentes a créditos especiais e suplementares. Portanto, foram remanejamentos de algumas áreas do governo para outras. Sessão do Congresso A sessão do Congresso Nacional desta quarta-feira foi convocada para "limpar" a pauta de votações e analisar o Orçamento da União de 2019. A previsão é que a votação aconteça na próxima quarta-feira (19). Nenhum veto presidencial foi votado nesta quarta, o que poderá atrasar a votação do Orçamento. A sessão foi marcada pelo quórum baixo e pela falta de acordo para a votação de vetos presidenciais.

Vendas antecipadas de soja no Brasil vão a 30,3% do total, diz Datagro

De acordo com previsões da consultoria, Maior exportador mundial de soja em grão, o Brasil deve produzir um recorde de 124,66 milhões de toneladas da commodity no atual ciclo. As vendas antecipadas de soja da safra 2018/19 no Brasil, cuja colheita pode começar ainda este mês em algumas áreas, avançaram para 30,3% da produção estimada até a última semana, informou a Datagro nesta quarta-feira (12). Embora a comercialização esteja à frente dos 26% reportados em dezembro de 2017, ficam levemente atrás dos 31,6 por cento da média para o período e bem atrás dos 45,5 por cento de recorde em 2015, destacou a consultoria. "A esperada queda nos preços aconteceu de forma geral, mantendo frouxo o interesse de venda pelos produtores e escasseando os negócios", afirmou em nota o analista de grãos da Datagro, Flávio França Jr. Em relação à temporada 2017/18, já encerrada, as vendas chegam a 95%, ante 90% há um ano. Maior exportador mundial de soja em grão, o Brasil deve produzir um recorde de 124,66 milhões de toneladas da commodity no atual ciclo, conforme previsão da consultoria. A estimativa da Datagro, por sinal, foi a mais otimista em uma pesquisa da Reuters divulgada no fim do mês passado. Com as lavouras se desenvolvendo bem, a tendência é de que alguma colheita ocorra já nos próximos dias, em especial em Mato Grosso, maior produtor nacional, graças a um plantio antecipado em muitas regiões do país. Por lá, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) destacou que os sojicultores já comercializaram antecipadamente 41,33% da produção local, um avanço mensal de 5,59 pontos. "Este progresso é reflexo da aproximação da colheita da nova safra, seja para liberar espaço nos armazéns, quanto para a garantia de preços. Dessa forma, este último mês foi marcado por movimentações nos principais 'drives' de formação de preços, principalmente da queda nos prêmios de exportação nos portos brasileiros", destacou o Imea em boletim. Milho A Datagro destacou também nesta quarta-feira que as vendas da primeira safra de milho 2018, colhida no último verão, alcançaram 94 por cento da produção obtida, ante 90% em dezembro do ano passado. "A lentidão nas negociações da temporada está ligada diretamente à expectativa de melhora ainda maior no padrão de preços por parte dos produtores", comentou França Jr. Já em relação à segunda safra de milho, colhida no inverno deste ano, as negociações chegam a 82% da produção esperada, bem acima do percentual de 78% observado no ano passado, mas ainda abaixo dos 84% da média para os últimos cinco anos.

Em migração para a nuvem, empresas cometem erros que podem expor informações, diz estudo


Organizações deixam de adotar práticas que aumentariam barreiras para invasores. Bancos de dados não são criptografados e serviços de armazenamento ficam expostos. Migração para a nuvem permite diminuir custos e simplificar infraestrutura de tecnologia, mas projetos inseguros podem custar caro brcwcs/Freeimages.com A empresa de segurança Palo Alto Networks divulgou um estudo mostrando tendências e analisando o comportamento das empresas que estão migrando sua infraestrutura para a nuvem ? ou seja, terceirizando parte da sua infraestrutura para provedores como Amazon e Google. Segundo o levantamento, as empresas cometem diversos erros nesse processo, o que pode expor dados ou encarecer ou tornar a adoção do serviço menos vantajosa. A computação em nuvem é muito associada aos serviços de armazenamento on-line, mas é muito mais do que isso para as empresas. Entre outros benefícios, ela reduz custos com escala, já que tende a ser "elástica": ela se expande quando há picos de acesso, sem exigir que a empresa sustente um centro de processamento ocioso em horas de baixa utilização. Porém, ao colocar sua infraestrutura em um sistema totalmente on-line, a empresa deve adotar medidas apropriadas. Como as empresas guardam informações de funcionários e clientes, a negligência pode acabar prejudicando o consumidor em vazamentos de dados. O estudo da Palo Alto não menciona nenhuma empresa por nome e a companhia não comenta casos específicos. Mas há registros públicos de vazamentos envolvendo infraestrutura em nuvem. O site Reddit, que abriga diversas comunidades on-line, anunciou um vazamento em agosto. Também em agosto, o Banco Inter confirmou que dados de correntistas foram vazados. De acordo com uma nota da instituição, o vazamento teria ocorrido quando uma pessoa autorizada a acessar o sistema "quebrou seu dever de sigilo". O Banco Inter é considerado uma fintech ? startup do setor financeiro ? e utiliza a nuvem em sua infraestrutura. Em linha com esses ocorridos, os dados do estudo apontam problemas em diversas esferas. A pesquisa revela que 28% dos bancos de dados recebem conexões a partir da internet ? normalmente, os bancos de dados são de uso exclusivo da aplicação da empresa e não precisam dessa conexão externa. Além disso, 49% dos bancos de dados não estão criptografados e 32% das empresas têm algum serviço de armazenamento em nuvem exposto. Esses descuidos, embora não sejam em si sinônimo de vazamentos de dados, diminuem as barreiras que poderiam estar presentes para algum invasor. Os controles de acesso também às vezes são inadequados. O estudo afirma que 29% das empresas sofrem com possíveis comprometimento de contas, ou seja, quando alguém sem autorização obtém credenciais de acesso ao sistema. Apesar do risco de perder uma conta, 27% das empresas adotam acesso root ? contas com controle total, sem restrições e que, portanto, devem ser evitadas, especialmente quando há risco de acesso indevido. Esses e outros deslizes podem contribuir para uma migração desnecessariamente dolorosa para a nuvem. Para Daniel Bortolazo, diretor de engenharia de sistemas da Palo Alto Networks, é mais fácil e barato desenhar os projetos com segurança desde o início do que pagar a conta quando os problemas acontecerem, já que a empresa pode sofrer com perdas de vendas, problemas de imagem e até multas por conta da legislação. "Esse momento é bem interessante para a empresa repensar a estratégia de cloud e avaliar se está considerando segurança, governança e compliance [obediência a normas e padrões de segurança] dentro dessa jornada para a cloud que ela está fazendo. Em alguns meses mais, será obrigatório com a LGPD [Lei Geração de Proteção de Dados] e a GDPR [lei de proteção de dados da Europa] já está valendo", afirmou Bortolazo em entrevista ao blog Segurança Digital. O executivo destacou que a cloud é uma tendência para as empresas e que ela é até mais segura que uma infraestrutura tradicional, mas que às vezes ainda falta informação, especialmente no uso de tecnologias mais recentes, como os contêineres. Ele destaca que a nuvem funciona em um modelo compartilhado de responsabilidade: o provedor se encarrega de questões básicas, mas o cliente é responsável por todo o restante. "O provedor fornece a segurança da estrutura base, do roteador, do datacenter, enfim. O restante é responsabilidade do cliente. O pessoal acha que está mudando para a cloud pública e que a segurança está totalmente garantida. Ela é mais segura se você usar ela corretamente, se tiver governança, compliance, como na cloud privada. Se você jogar a aplicação lá sem conhecimento disso, sem planejamento, fatalmente você terá mais problemas de segurança lá do que na cloud privada", alerta ele. Na prática, essa divisão de responsabilidades significa que a empresa paga a conta quando um invasor conseguir acesso e executar códigos não autorizados, seja um serviço de controle de redes-zumbi ou um programa de mineração. Como a conta é cobrada de acordo o uso, semelhante a uma conta de energia elétrica, serviços "piratas" executados em nome da empresa acabam tendo que ser pagos pela empresa. De acordo com o estudo, 11% das organizações sofreram algum incidente de "cryptojacking", que é quando um atacante utiliza recursos de forma não autorizada para minerar criptomoedas. Por que criminosos roubam e mineram criptomoedas? Bortolazo avalia que a migração para a cloud é "inevitável", considerando-se todos os benefícios que ela pode trazer para a empresa em termos de negócios e simplificação da tecnologia. Adotá-la sem o devido planejamento e observação de boas práticas, porém, pode ser uma experiência ruim, que vai aumentar a desconfiança e retardar a idealização novos projetos. "O momento mais barato de você envolver segurança é no começo", sentencia. O estudo da Palo Alto Networks, com orientações para as empresas que que estão estruturando projetos para a nuvem, pode ser baixado aqui (em inglês). Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1

Criação de gado torna-se ofício perigoso na Venezuela


Por lá, roubos de gado, invasões, expropriações e controles oficiais colocam os pecuaristas em xeque. Consumo per capita de carne na Venezuela caiu de 20kg anuais em 1999 para 7kg anuais em 2018. Reprodução/RBS TV O couro curtindo ao sol foi a única coisa que sobrou de três vacas desmembradas ? uma cena comum em Los Llanos, região tradicionalmente pecuarista da Venezuela, onde roubos de gado, invasões, expropriações e controles oficiais colocam os produtores em xeque. Ao ver as peles caídas na estrada, no caminho para sua fazenda de ordenha em San Silvestre, no estado de Barinas, José Labrador, de 46 anos, para sua caminhonete e dispara: "É como se nos dissessem: estamos matando gado, e daí?". Os ataques levaram a produção de carne a cobrir apenas 40% do consumo interno do país, a duras penas, frente aos 97% de duas décadas atrás, segundo a Federação Nacional de Pecuaristas (Fedenaga). "Já não posso dormir na fazenda (...), dá medo", declarou à AFP José Antonio Espinoza, dono de terras e de 600 cabeças de gabo em San Silvestre. Ele tem exemplares de Brahman e de Carora ? tradicionais na Venezuela ? e búfalos, arrebanhados por homens a cavalo. Até 74 touros foram roubados em um ano da família Espinoza, que há seis gerações se dedica à criação de bovinos. O voo dos "zamuros", os abutres, deixa o aviso: houve uma nova matança. Sobram apenas ossos e pele, enquanto a carne supre o mercado negro, que sofre com o desabastecimento. Rebanho reduzido Símbolo das planícies venezuelanas, os grandes rebanhos pastando ou atravessando barrancos parecem cenas do passado, pois o volume de animais minguou. Atualmente, com 30 milhões de habitantes, a Venezuela tem menos de 10 milhões de cabeças de gato. Em 1999, com 20 milhões de pessoas, eram 14 milhões de bovinos. A escassez encarece a carne em cidades como Caracas, a 560 km de Barinas, onde o salário mínimo paga pouco mais de 2 kg. As matanças indiscriminadas acabam com os touros reprodutores e as vacas leiteiras, animais produtivos por até uma década. Uma vaca pode dar 4.000 litros de leite ao ano. "Mataram um touro meu com uma carga genética incrível, que ia ser um tremendo macho", comentou Labrador à AFP. As invasões também assustam. Após anos de ameaças, cerca de 20 pistoleiros invadiram uma conhecida fazenda de milho em San Silvestre em fevereiro de 2016 e passaram três dias saqueando-a. "Roubaram nove tratores e três colheitadeiras, destruíram a casa. Nós cansamos de denunciar, e nem a Guarda Nacional nem a polícia intervieram", relatou Marisela Febres, proprietária da fazenda. Ela nunca recuperou os terrenos. Considerando-os ociosos, o estatal Instituto Nacional de Terras adjudicou-os neste ano aos ocupantes. Mas as calamidades não param aí. Pecuaristas da fronteira com a Colômbia denunciam extorsões de grupos armados. 'Franco retrocesso' Desde a chegada de Hugo Chávez ao poder, em 1999, o governo socialista expropriou 5 milhões de hectares com capacidade agropecuária, estima a Fedenaga. Além disso, o Estado fixa preços de alimentos básicos, frequentemente abaixo dos custos de produção, levando muitos à falência. "Estamos em um franco retrocesso", garante à AFP Armando Chacín, presidente da Fedenaga, a quem o presidente Nicolás Maduro ameaçou publicamente de prisão, acusando-o de boicote. Na porta do matadouro, o quilo de carne custa o equivalente a 50 centavos de dólar. Um bom animal, cujo processo de gestação, criação e engorda leva quatro anos, custa cerca de 250 dólares, que cobrem apenas o custo de um pneu de caminhonete, em meio a uma inflação projetada pelo FMI em 10.000.000% em 2019. Além do alto custo, a criação não é fácil. Há escassez desde sementes e fertilizantes para cultivar o alimento do gato, até as vacinas. "Se não há medicamentos para as pessoas, imagine para os animais", disse Labrador enquanto observa um de seus trabalhadores guiar o bezerro Miguelito. Todos seus exemplares têm nomes pronunciados com cadência para amansá-los, uma antiga tradição "llanera". Para tratar de infecções mamárias, ele recorre a métodos tradicionais, como uma mistura de óleo e alho. Fórmula de fracasso O consumo de carne per capita caiu de 20 kg anuais em 1999 par a apenas 7 kg atualmente, segundo a Fedenaga. Mesmo assim, não há oferta suficiente. Chacín alerta que as políticas públicas, em vez de solucionar o problema, acabam agravando. Em 30 de novembro, o governo ocupou cerca de 20 matadouros, acusando seus donos de especulação, e reduziu os preços da carne a um terço do que era praticado. Ofensivas similares já fracassaram. Um matadouro gigantesco de Barinas sacrificava 3.000 cabeças de gado ao dia, quando foi expropriado em 2007. Hoje, não chega a 200. Houve inclusive casos de governadores exigindo que os pecuaristas vendam parte da produção a preços estabelecidos por eles, para distribuir a carne com baixo custo. Apesar dos problemas, Labrador se regozija no trabalho com Miguelito e Malandrín e a portentosa vaca Carne Moída. No estilo "llano", ele pede sensatez para aumentar o rebanho. Assim, "vai aumentar a oferta, vai custar menos para eu produzir e as pessoas vão pagar menos. O que eu quero é produzir".

Programação IEQ

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