TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

Notícias

CCR anuncia Leonardo Vianna como novo presidente


Vianna assume o comando da empresa em meio a investigações sobre suposta participação da CCR em esquema de corrupção. A empresa de concessões de infraestrutura CCR anunciou nesta sexta-feira (20) a nomeação de Leonardo Vianna como novo presidente-executivo, em substituição a Renato Vale, que deixa a companhia que presidiu desde a fundação há duas décadas. Segundo a CCR, a mudança faz parte do processo de sucessão iniciado em 2014. Vianna, que presidia a divisão CCR Mobilidade, assume a partir de 31 de julho. A CCR Mobilidade será dirigida por Italo Roppa, que presidia a unidade CCR Rodovias SP e será substituído no cargo por Paulo César de Souza Rangel, deixando a presidência da CCR ViaOeste e CCR Rodoanel. A empresa, que nasceu com foco na concessão de rodovias pedagiadas, nos últimos anos tem procurado diversificar seu leque geográfico e de negócios, entrando em mobilidade urbana e no segmento aeroportuário. Em junho, a CCR pagou US$ 60 milhões para ampliar para 100% sua fatia na concessão do aeroporto de San José, na Costa Rica. Vianna assume o comando da empresa em meio a investigações sobre suposta participação da CCR em esquema de corrupção. O empresário Adir Assad teria afirmado em delação premiada, dentro da operação Lava Jato, que pagou comissão ao ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, em esquema de corrupção que teria envolvimento da CCR, negado pela empresa. A ação da CCR fechou esta sessão em alta de 4,66%, um dos maiores avanços do Ibovespa, que subiu 1,4%. Movimento na RJ-124 Divulgação/CCR Lagos

Apple Watch e Fitbit podem ser afetados pelas novas tarifas dos EUA


Aparelhos estão em lista para se enquadrarem na classificação de máquinas de transmissão de dados. A última rodada de tarifas dos Estados Unidos sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses podem atingir o Apple Watch, rastreadores de saúde, caixas de som e outros acessórios montados na China, segundo regras governamentais de tarifas. Em foto de arquivo, Kevin Lynch, vice-presidente da tecnologia, apresenta sistema operacional do Apple Watch Stephen Lam/Reuters As regras citam o relógio da Apple, vários rastreadores de atividade física da Fitbit e auto-falantes da Sonos. Enquanto os produtos tecnológicos mais vendidos, como celulares e notebooks, enfrentam pouco perigo de serem atingidos por taxas de importação, os regimentos das tarifas mostram que os fabricantes de acessórios não devem ser poupados e talvez tenham que considerar aumentar os preços de produtos usados por milhões de consumidores todos os dias. Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências Os aparelhos estão na lista da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA para se enquadrarem na classificação obscura de máquinas de transmissão de dados na extensa lista de códigos tarifários dos EUA. Essa classificação está inclusa nos mais de 6 mil códigos na mais recente rodada de tarifas propostas pelo presidente Donald Trump. Produto da Fitbit Divulgação Essa lista de tarifas de US$ 200 bilhões está em uma fase de comentários públicos. Porém, se entrar em efeito na primavera, os produtos da Apple, Fitbit e Sonos podem sofrer tarifas de 10%. Os produtos listados nas regras da alfândega são o Apple Watch original, os modelos Charge, Cherge HS e Surge da Fitbit e os auto-falantes Play:3, Play:5 e SUB da Sonos. As três empresas se recusaram comentar sobre a lista de tarifas. Mas, em seu documento no começo do mês para se tornar uma empresa de capital aberto, a Sonos disse que "a imposição de tarifas e outras barreiras comerciais, assim como medidas comerciais de retaliação, podem tornar necessário o aumento dos preços dos nossos produtos e prejudicar nossas vendas." Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1

Preço da gasolina sobe após seis semanas seguidas de queda, diz ANP


Já o valor do diesel terminou a semana em queda, para a média de R$ 3,38 por litro; desde o começo da greve dos caminhoneiros, valor nas bombas caiu R$ 0,21. O preço da gasolina nas bombas subiu após seis semanas consecutivas de queda. É o que apontam dados divulgados nesta sexta-feira (20) Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Já o valor médio do diesel para o consumidor final caiu. Segundo a ANP, o preço da gasolina subiu 0,13% na semana, para R$ 4,50 por litro, em média. Já o custo do diesel nas bombas teve queda de 0,23% na semana, para R$ 3,38. No mesmo período, a Petrobras baixou o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,04, ou cerca de 1,8%, seguindo sua política de reajuste de preços com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. De acordo com a empresa, as decisões de subir ou baixar os preços nas refinarias dependem de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. Entenda a composição do preço da gasolina e o que diz a Petrobras Já o valor do diesel permanece congelado nas refinarias, conforme acordo feito para encerrar a greve dos caminhoneiros. Desde o dia anterior ao início dos protestos, o preço médio do diesel calculado pela ANP recuou R$ 0,21 até agora ? ainda abaixo dos R$ 0,46 previstos pelo governo no acordo feito com os caminhoneiros para encerrar a greve. No ano, o preço médio da gasolina calculado pela ANP já acumula alta de 9,7% - uma variação bem maior que a inflação esperada para o ano, de 4,15%. Já o diesel tem alta acumulada de 1,6%. A ANP divulga semanalmente o preço médio por litro do diesel nos postos, com dados coletados em 459 municípios pesquisados. Os valores representam uma média calculada pela ANP. Os preços, portanto, variam de acordo com a região pesquisada. Etanol e gás de cozinha Bombas de gasolina em posto na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 Na passada, o preço do etanol caiu 1,17%, para R$ 2,775, em média. Foi a sexta semana seguida de queda. Em 2018, o preço médio do etanol já caiu 4,7%. Da mesma maneira como ocorre com a gasolina e o diesel, o valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Já o preço do botijão de gás de cozinha ficou quase estável, com recuo de 0,01% na semana, para a média de R$ 68,68. No ano, há alta acumulada de 1,9%.

Ministro do Planejamento diz que irá propor que reajuste de servidores seja adiado de 2019 para 2020


Segundo Esteves Colnago, adiamento permitiria uma economia de R$ 11 bilhões no ano que vem. Na última semana, Congresso derrubou restrição que proibia novos reajustes em 2019. O ministro do Planejamento, Esteves Colnago Divulgação/Ministério do Planejamento O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou nesta sexta-feira (20), que vai propor ao presidente Michel Temer um projeto de lei ou medida provisória para postergar para 2020 a parcela dos reajustes dos servidores do Executivo que seria concedida em 2019. A parcela do reajuste de 2019 seria a última de uma negociação que concedeu aumentos para diversas categorias ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Essas carreiras tiveram o reajuste dividido em parcela ? de 2016 a 2019 -, sendo que a última está prevista para ser paga no próximo ano. ?O Ministério do Planejamento deve encaminhar ao presidente da República um projeto de lei, medida provisória, postergando a última parcela dos aumentos que seriam em 2019 para 2020?, disse. De acordo com o ministro, com o adiamento, o governo evitaria um gasto de R$ 11 bilhões em 2019. A decisão do Ministério do Planejamento ocorreu depois do Congresso Nacional retirar do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a restrição para novos reajustes em 2019. Colnago explicou que a restrição proposta na LDO era para novos reajustes, mas garantia os reajustes acordados. No entanto, a proposta do Ministério do Planejamento é para adiar os reajustes que já estavam negociados.

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