TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

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Veja quais são os 20 frigoríficos que foram proibidos de exportar frango para a UE


Paraná foi o estado mais afetado, com 8 unidades embargadas; entre as empresas, a BRF foi a mais prejudicada, com 12 unidades afetadas. A União Europeia anunciou nesta quinta-feira (19) a proibição de 20 frigoríficos brasileiros de exportar frango para o bloco econômico. O embargo entrará em vigor 15 dias após a decisão ser oficialmente publicada. A lista não foi divulgada pela UE. A relação dos frigoríficos afetados, ao qual o G1 teve acesso, mostra que o Estado mais prejudicado pelo embargo foi o Paraná, com 8 unidades proibidas de exportar. A unidade da BRF em Toledo deu férias coletivas a 2 mil funcionários logo após sair a decisão da UE. Em seguida está Santa Catarina, com 3 unidades. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Goiás tiveram cada um 2 unidades afetadas. E São Paulo também teve um frigorífico vetado pela UE. Planta da BRF em Chapecó é uma das unidades que foi proibida de exportar para a União Europeia NELSON ALMEIDA / AFP Veja abaixo a lista das unidades proibidas de exportar para a UE: BRF S.A. A empresa teve 12 frigoríficos afetados. São eles: Ponta Grossa (Paraná) Concórdia (Santa Catarina) Dourados (Mato Grosso do Sul) Serafina Correa (Rio Grande do Sul) Chapecó (Santa Catarina) Capinzal (Santa Catarina) Rio Verde (Goiás) Marau (Rio Grande do Sul) Toledo (Paraná) Várzea Grande (Mato Grosso) Francisco Beltrão (Paraná) - unidade da SHB, subsidiária da BRF. Nova Matum (Mato Grosso) - unidade da SHB. Copacol - Cooperativa Agroindustrial Consolata Unidade de Cafelândia (Paraná) Copagril - Cooperativa Agroindustrial Marechal Cándido Rondon (Paraná) Zanchetta Alimentos Ltda Boituva (São Paulo) Sao Salvador Alimentos S/A Itaberai (Goiás) Bello Alimentos Ltda Itaquirai (Mato Grosso do Sul) Coopavel - Cooperativa Agroindustrial Cascavel (Paraná) Avenorte Avicola Cianorte Ltda Cianorte (Paraná) LAR Cooperativa Agroindustrial Matelândia (Paraná)

Maior credor do Hopi Hari, BNDES vai à Justiça para contestar exclusão em plano de recuperação judicial do parque


Empresa pública federal tem a receber R$ 229,4 milhões do estabelecimento em Vinhedo (SP). Proposta foi aprovada há dez dias e advogado vê naturalidade em discussões. Plano de recuperação do Hopi Hari foi aprovado há dez dias Patrícia Teixeira/G1 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou um recurso para 3ª Vara Federal de São Paulo para contestar o plano de recuperação judicial do Hopi Hari, aprovado há dez dias pela 1ª Vara de Vinhedo (SP). A empresa pública federal foi excluída do acordo, embora tenha a receber R$ 229,4 milhões, total equivalente a 57,3% da dívida de R$ 400 milhões do parque. Os embargos de declaração foram oficializados na quinta-feira (18). No processo, o BNDES reivindica explicações sobre o fato de ter sido retirado do plano, ao defender previsão legal para que todos os créditos existentes na data do pedido de recuperação judicial estão sujeitos à recuperação, e que não houve acerto de nenhuma parte do montante nos últimos dois anos. Além disso, a empresa menciona "aparente omissão" no acordo e solicita uma declaração de que serão preservados os direitos e garantias dos credores não afetados pelo plano aprovado. "Tal declaração expressa é de suma importância, posto que as recuperandas agem com falta de lealdade processual explícita e no momento da excussão dos bens no processo de execução certamente se valerão da presente recuperação, sob a alegação de imprescindibilidade dos bens hipotecados e penhorados [que são justamente os imóveis onde se encontra o parque e todas as suas atrações] para tentar impedir a cobrança do dinheiro público devido", diz trecho. O que diz o parque? O advogado do Hopi Hari no processo de recuperação judicial, Sérgio Emerenciano, informou que vê com naturalidade discussões. "As discussões autônomas serão realizadas com cada credor no momento oportuno. Se tiverem um viés processual serão discutidas no processo", diz nota. O pedido de recuperação foi feito em 2016 e a reabertura do parque ocorreu ano passado. Impasse O plano foi aprovado com aval da maioria dos credores das classes I (trabalhistas), II (quirografários) e IV (EPP e Microempresas), mas deixa de fora os que têm "garantia real", incluindo o BNDES. Juntos, os quatro reúnem 90% dos valores e têm autonomia para decidir a forma de cobrança das dívidas. O juiz à frente do processo em Vinhedo, Fábio Marcelo Holanda, frisou que os artigos 45 e 49, ambos da Lei nº 11.101/2005 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), "permitem que as devedoras não incluam determinados credores entre os afetados pelo plano, desde que preservados os direitos daqueles credores nas condições originalmente contratadas." Na ocasião, Emerenciano destacou possibilidade dos quatro maiores credores aderirem ao plano e serem contemplados na regra para credores acima de R$ 1 milhão, "desde que haja uma ratificação por parte da Justiça". Além disso, citou hipótese de discutir um plano de quitação paralelamente. Ainda de acordo com o defensor, ele estava em conversa com os quatro maiores credores e previa uma conclusão sobre os pagamentos até junho. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

É freelancer? Planeje seus investimentos mesmo sem emprego fixo


Falta de um salário fixo não é motivo para deixar de investir ou de pensar no futuro. Aplicações recomendadas a freelancers são as mesmas indicadas a quem tem emprego Divulgação Escolher a carreira de freelancer pode surgir de uma convicção - um profissional que prefira a liberdade de trabalhar por conta própria em vez de ter um chefe e ir todo dia ao escritório - ou de uma contingência, como a perda do emprego. Seja qual for o caso, a falta de um salário fixo ou de uma renda constante não deve gerar insegurança para aplicar o dinheiro: basta ter um pouco mais de cautela. As aplicações recomendadas aos freelancers não são diferentes das indicadas às pessoas com emprego fixo. "O perfil dos investimentos consolidados de quem não tem salário vai depender dos objetivos e características de cada um", diz Sandra Blanco, consultora da Órama, plataforma de investimentos 100% online. Ou seja, o fato de não ser assalariada não impede a pessoa de investir de maneira mais arrojada ou de ter uma carteira diversificada. Segundo especialistas em finanças, a diferença é a necessidade de ter uma reserva bem estruturada, de onde seja possível resgatar dinheiro em épocas de "vacas magras" para complementar a renda. "A reserva para emergências deve ter a maior atenção do freelancer, pois é o seu colchão de segurança", diz Sandra. Analistas indicam que, para os investidores em geral, é necessário ter uma reserva entre seis e 12 vezes os gastos mensais em aplicações seguras e com alta liquidez, para evitar surpresas em caso de imprevistos. Nesse caso, o recomendado são investimentos conservadores, como fundos DI ou títulos do Tesouro atrelados à taxa básica de juros (Selic). Sandra aconselha que, para os freelancers, uma reserva equivalente a 12 vezes o valor dos gastos mensais seria o ideal para trazer tranquilidade. No entanto, ela destaca que é importante fazer uma revisão anual das aplicações para manter o nível das economias. A reserva de emergência é fundamental para o profissional independente, mas também é recomendado que ele se preocupe com o futuro e pense na aposentadoria. Entre as opções de previdência complementar, o líder de Novos Negócios da Órama, Luiz Garcia, recomenda, no caso de profissionais sem salário fixo, o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), que tem, no momento do resgate, a incidência do Imposto de Renda somente sobre os rendimentos da aplicação, e não sobre todo o seu montante. Finanças bem controladas Outra regra de ouro para esse profissional é ter controle das finanças pessoais. "Sabendo que cada centavo faz diferença na sua subsistência, alcançar seus objetivos é desafiador e vai requerer dele muito controle e disciplina", alerta Sandra Blanco. Esse gerenciamento pode começar com a definição de um objetivo, por exemplo, uma quantia a ser economizada depois de um determinado período. Definida a meta, várias práticas podem ser adotadas para atingi-la: uma delas é o controle detalhado da entrada e saída de recursos. Separar suas fontes de receitas e de despesas em categorias, discriminando quais gastos ou rendas são recorrentes e quais são pontuais, é uma maneira de facilitar esse trabalho. Esse planejamento também deve identificar despesas fixas e essenciais, como aluguel e condomínio, por exemplo, e as variáveis, como alimentação, transporte e lazer. Fazendo esse controle, é bem mais fácil saber se está gastando dentro dos seus limites. Cortar gastos supérfluos é mais uma forma de equilibrar as finanças pessoais. Se você notar um descontrole nas despesas, identifique as categorias de onde mais sai o dinheiro. Avalie se suas assinaturas de revistas, serviços de streaming e TV a cabo são realmente necessárias, ou se os cinemas, jantares e barzinhos com amigos podem dar lugar a eventos em casa, onde se gasta menos. Evitar o pagamento parcelado do cartão de crédito também ajuda a controlar as finanças, evitando os juros das administradoras. Em termos de entrada de grana, o freelancer deve, sempre que possível, diversificar as suas fontes de renda. Buscar novos negócios e fazer contatos evita que, caso seus clientes mais frequentes parem de contratar seus serviços, por qualquer motivo, você ?fique na mão? de uma hora para a outra. Órama Você é freelancer é quer investir? Na Órama você encontra opções de investimentos para montar sua reserva de emergência, conquistar seus objetivos e se preparar para a aposentadoria. O cadastro na plataforma é gratuito, e tudo pode ser feito online, pelo computador ou smartphone.

Faz sentido investir de acordo com a idade?


Prioridades do investidor mudam com o tempo; veja como aplicar de maneira adequada Jovens têm objetivos diferentes de pessoas mais velhas Divulgação As prioridades mudam ao longo da vida: quem está na casa dos 20 anos tem preocupações e anseios diferentes de quem já chegou aos 40, assim como daqueles que já estão na chamada terceira idade. Isso quer dizer que os investimentos também devem mudar com o passar dos anos? Existe uma carteira de investimentos ideal para cada faixa etária? De acordo com analistas financeiros, a principal diferença entre os investidores jovens e os mais velhos está no tempo necessário para absorver (e compensar) possíveis perdas em aplicações mais arrojadas. Quem ainda está na juventude não só demonstra, em termos gerais, uma disposição maior ao risco, como também tem uma vida inteira pela frente para se recuperar de eventuais tombos financeiros. "Os mais velhos, mesmo com perfil arrojado, não devem arriscar tanto, pois podem não ter tempo suficiente para recuperar eventuais perdas e, assim, comprometer a segurança financeira", afirma Sandra Blanco, consultora financeira da Órama, plataforma de investimentos 100% online. Segundo ela, é possível, sim, traçar uma carteira de investimentos adequada para cada idade. No cenário atual, em que a taxa básica de juros do Brasil (Selic) está mais baixa, um jovem adulto pode ter 30% dos seus recursos aplicados em renda fixa, como CDB, LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). O restante pode ser reservado para ativos de maior risco, como fundos multimercado, fundos de ações e planos de previdência complementar. À medida que esse investidor vai ficando mais velho, mais próximo dos 40 anos, o ideal é que sua carteira dê mais espaço para a renda fixa, algo em torno de 40% ou 50%. "Pessoas nessa faixa etária precisam de uma reserva maior para emergências", explica Sandra. Ter uma reserva para casos emergenciais, por sinal, é uma recomendação que vale para todas as faixas etárias, de acordo com a consultora da Órama. Esse capital deve ser o equivalente a de seis a 12 vezes a despesa mensal do indivíduo, aplicado em fundos de alta liquidez, como fundos DI com baixa taxa de administração, para ter um resgate mais rápido. Rumando à aposentadoria Quando o investidor passar da faixa dos 40 anos, entrando na meia idade e já chegando perto da época de se aposentar, a proporção da renda fixa pode chegar a 60%, deixando os recursos restantes diversificados em fundos multimercado, indicados para investidores de perfil moderado. Aí surge a pergunta: em que momento as pessoas devem começar a pensar em investimentos para uma aposentadoria privada? Para Sandra Blanco, o ideal é na juventude, logo que se começa a trabalhar, aplicando valores pequenos mensalmente e aumentando aos poucos com o passar do tempo. Para quem já está com uma idade mais avançada, já não vale tanto a pena esse tipo específico de aplicação. No entanto, Sandra alerta que isso não é uma regra imutável. O ideal, em qualquer idade, é avaliar individualmente o perfil de investidor e saber das suas necessidades para melhor aplicar os recursos disponíveis. E, muito importante, uma vez ao ano é necessário programar revisões periódicas para reavaliar se os investimentos estão alinhados aos objetivos. Com essa avaliação contínua, é possível identificar que fatores fazem um investidor ser diferente de outros, na mesma faixa etária. Uma pessoa de 30 anos, solteira, por exemplo, pode ser mais arrojada que outra da mesma idade casada e com filhos. Já alguém com 60 anos e uma renda estável têm mais segurança para fazer investimentos arriscados que um indivíduo na mesma fase da vida, mas sem emprego ou fonte de renda. Órama Na Órama você encontra opções de investimentos de acordo com sua faixa etária e com seus objetivos. O cadastro na plataforma é gratuito, e tudo pode ser feito online, pelo computador ou smartphone.

Embargo à exportação de frango brasileiro pela União Europeia atinge oito frigoríficos do Paraná


BRF anunciou férias coletivas para 2 mil funcionários da unidade de Toledo; para o ministro da Agricultura, Blairo Maggi restrição pode impactar até 35% das exportações. O Paraná é o maior produtor de frango do país, responsável por um terço da produção nacional Agência Estadual de Notícias/Divulgação O embargo à exportação de frango brasileiro pela União Europeia atinge diretamente oito frigoríficos do Paraná. A lista anunciada nesta quinta-feira (19) relaciona 20 unidades produtoras no país que estão proibidas de vender produtos de origem animal, especialmente frango, ao bloco econômico. Confira os frigoríficos paranaenses proibidos de exportar frango para a União Europeia: BRF, em Ponta Grossa BRF, em Toledo SHB Comércio e Indústria de Alimentos S.A./ unidade da BRF, em Francisco Beltrão Copagril, em Marechal Cândido Rondon Copacol, em Cafelândia Coopavel, em Cascavel Avenorte, em Cianorte Lar Cooperativa Agroindustrial, em Matelândia Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Paraná é o maior produtor de frango do país, responsável por um terço da produção nacional. É também o que mais exporta este tipo de carne: de cada 3 quilos de frango que saem do Brasil, um é produzido em frigoríficos paranaenses. Controle de qualidade A decisão aprovada por um comitê da comissão europeia, em Bruxelas, na Bélgica, é final e começa a valer 15 dias depois da publicação. O motivo do embargo, segundo o comitê, é a deficiência no sistema de controle de qualidade de carne destes frigoríficos. A pressão europeia sobre o setor vem desde março de 2017, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Carne Fraca e aumentou em março de 2018, quando foi descoberto um suposto esquema entre laboratórios e frigoríficos para fraudar laudos de testes de qualidade. Prejuízos De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal, o prejuízo com o embargo pode passar de R$ 1 bilhão de reais por ano. Em conversa com produtores de aves em Campo Mourão, no centro-oeste do Paraná, nesta quinta, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse que a restrição imposta pela União Europeia pode impactar até 35% das exportações. "Todos os frigoríficos que estão exportando não exportam só para a Europa, tem mercado interno, tem mercado na Ásia, tem mercado no México, tem mercado em vários lugares do mundo. Então, nós temos um problema, mas que não é o fim do mundo?, declarou o ministro. Reflexos Devido à proibição da exportação de frango pela UE, a BRF anunciou que dará férias coletivas de 30 dias a cerca de 2 mil funcionários da linha de abate de aves do frigorífico de Toledo, no oeste do Paraná, a partir do dia 2 de julho. Em nota, A Lar, de Matelândia, destacou que ainda é cedo para falar de possíveis reflexos provocados pelo anúncio da restrição, por isso prefere não se manifestar. O G1 entrou em contato com os outro seis frigoríficos que estão proibidos de exportar para a União Européia. Nenhum quis comentar o embargo. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.

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