TERÇA 02/08 - 19:30

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

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Gol anuncia compra de mais 15 jatos da Boeing


Companhia ainda converteu 30 pedidos atuais de aeronaves do modelo MAX 8 para o modelo MAX 10, que tem capacidade maior e custo por assento menor.  Pedido de novos aviões vai aumentar a capacidade de passageiros e diminuir custo por assento, diz Gol Igor Santorsula / Plane Spotters A companhia aérea Gol informou nesta segunda-feira (16) que assinou um novo contrato com a americana Boeing para a compra de 15 jatos modelo 737-MAX 8, o que leva o total de pedidos para 135 jatos. Além disso, a Gol converteu 30 pedidos atuais de aeronaves do modelo MAX 8 para o modelo MAX 10. ?Este novo pedido reforça a estratégia de reduzir custos operacionais, operando uma frota padronizada e uma malha integrada, permitindo que a Gol continue a reduzir as tarifas nas rotas atendidas pela companhia e também adicionar novos destinos?, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol, em comunicado ao mercado. Segundo a companhia, a troca do 737 MAX 8 pelo 737 MAX 10 irá possibilitar o aumento da capacidade de assentos, com 30 passageiros adicionais em cada voo, e uma vantagem competitiva em custos. De acordo com a Gol, o MAX 10 tem o menor custo por assento ?quando comparado com qualquer avião de corredor único disponível no mercado?. ?O aumento da capacidade de assentos por aeronave não apenas reduz os custos do transporte de passageiros, mas também melhora nossa capacidade de distribuir passageiros dentro de nossa grande malha doméstica e crescente malha internacional?, disse Kakinoff. A Gol recebeu o primeiro 737 MAX 8 no mês passado, dando início a um projeto de renovação de frota que irá continuar até 2028. Com o anúncio desta segunda-feira, as ações da empresa chegaram a subir 12%.

Boeing e Embraer defendem acordo para venda de divisão de jatos comerciais


Na semana passada, sindicatos de trabalhadores da Embraer no Brasil mantiveram postura contrária ao negócio; nova empresa é avaliada em US$ 4,75 bilhões. Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5) a criação de nova empresa avaliada em US$ 4,75 bilhões Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters Executivos da Boeing e da Embraer defenderam nesta segunda-feira (16) o acordo para a venda da principal divisão da fabricante brasileira de aeronaves para o grupo norte-americano e afirmaram que estão confiantes de que conseguirão aprovação de autoridades para o acordo. Boeing e Embraer anunciam acordo avaliado em US$ 4,75 bilhões Entenda por que as gigantes da aviação estão unindo forças "Eu não posso acreditar que qualquer pessoa seja contra este projeto dados os benefícios que ele trará para o Brasil", afirmou o presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, a jornalistas durante a feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra. "Que pode ser contra mais empregos, mais exportações, mais tecnologia e mais acesso a capital?", acrescentou. As duas companhias anunciaram este mês um acordo prévio sob o qual a Boeing vai assumir o controle da divisão de aviação comercial da Embraer por meio da criação de uma joint-venture de US$ 4,75 bilhões que enfrentará a parceria da Airbus com a Bombardier. Parceria entre Embraer e Boeing cria empresa de aviação comercial de US$ 4,75 bilhões Juliane Almeida/G1 Na semana passada, sindicatos de trabalhadores da Embraer no Brasil mantiveram postura contrária ao negócio, afirmando que a empresa já demitiu apenas neste ano cerca de 300 funcionários em sua principal fábrica, em São José dos Campos (SP), algo que a companhia brasileira afirma se tratar de "rotatividade natural da empresa" e que "vem mantendo estável o volume de empregos no Brasil". O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, afirmou durante o evento que o acordo com a Embraer marcará um momento definidor na história da companhia norte-americana e que há um "grande alinhamento" entre as empresas. Muilenburg afirmou que o acordo vai permitir à Boeing buscar clientes com combinações de frotas envolvendo os modelos de aviões 737 MAX e a família E2, da Embraer, e oferecer a eles mais serviços. Detalhes sobre o acordo A Boeing e a Embraer assinaram um acordo de intenções para formar uma joint venture (nova empresa) na área de aviação comercial, avaliada em US$ 4,75 bilhões. A fabricante norte-americana deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes. As operações e serviços de aviação comercial da Embraer foram avaliados em US$ 4,75 bilhões. A Boeing, maior fabricante de aeronaves do mundo, deve pagar US$ 3,8 bilhões pelos 80% da joint venture. Em 2017, a área de aviação comercial da Embraer respondeu por 57,6% da receita líquida da companhia, com US$ 10,7 bilhões de um total de US$ 18,7 bilhões. O acordo entre Boeing e Embraer precisa de aprovação de autoridades que incluem o governo brasileiro, que tem se mostrado favorável à operação. A compra da divisão de jatos comerciais da Embraer vai adicionar ao portfólio da Boeing aviões com capacidade para 70 a 130 passageiros e deve impulsionar o lucro por ação da companhia norte-americana a partir de 2020. Além da operação na área de jatos comerciais, Boeing e Embraer vão aprofundar laços nas vendas e serviços envolvendo o cargueiro brasileiro KC-390. As companhias afirmaram a jornalistas que vão colaborar com novas gerações ou modificações da plataforma do KC-390, bem como vão estabelecer acordos mútuos para gestão de fornecedores nas operações com aviões de passageiros e militares.

Balança comercial registra superávit de US$ 2,45 bilhões nas duas primeiras semanas de julho


Informação foi divulgada nesta segunda-feira (16) pelo Ministério da Indústria e Comércio Exterior. No acumulado deste ano, saldo positivo é de quase US$ 32,4 bilhões. Vista do porto de Santos, um dos principais pontos de escoamento de exportações do Brasil José Claudio Pimentel/G1 O Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou nesta segunda-feira (16) que a balança comercial nos 15 primeiros dias de julho registrou superávit ? exportações maiores que as importações - de US$ 2,457 bilhões. Somente na segunda semana do mês, a balança registrou superávit de US$ 1,435 bilhão. Segundo o MDIC, as exportações até 15 de julho somaram US$ 9,356 bilhões. As importações foram de US$ 6,899 bilhões. Média diária A média diária das exportações das duas primeiras semanas de julho aumentou 4,7% na comparação com a média diária das duas primeiras semanas de julho de 2017. Nas importações, a média diária das duas primeiras semanas no mês foi 16,2% maior que a registrada no mesmo período de julho de 2017. A alta foi puxada pelo aumento de gastos com produtos farmacêuticos (37,4%), veículos automóveis e partes (34,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (18,9%), equipamentos mecânicos (14,7%) e combustíveis e lubrificantes (14,2%). Acumulado do ano Na parcial deste ano, até o dia 15 de julho, a balança comercial registrou superávit de US$ 32,389 bilhões. O resultado registrado até a segunda semana de julho foi 16% menor do que o registrado no mesmo período de 2017 (US$ 38,568 bilhões). No acumulado do ano, as exportações somaram US$ 123,068 bilhões e as importações US$ 90,678 bilhões.

China apresenta nova queixa à OMC por tarifas dos Estados Unidos

Ministério de Comércio chinês informou sobre a decisão horas depois da realização de cúpula com a União Europeia. 5 fatos sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China A China apresentou à Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta segunda-feira (16) uma nova queixa formal contra os Estados Unidos devido ao anúncio de tarifas adicionais no valor de US$ 200 bilhões. O Ministério de Comércio chinês informou sobre a decisão em comunicado divulgado horas depois da realização da cúpula China-UE (União Europeia) em Pequim, na qual ambas as partes se comprometeram a defender o sistema multilateral de comércio e rejeitaram as medidas protecionistas americanas. No dia 10 de julho, os EUA anunciaram novas tarifas com as quais arrecadarão US$ 200 bilhões ao ano, e Pequim avisou que medidas seriam adotadas como resposta. Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências Essas novas taxas terão um alcance muito superior aos encargos que já entraram em vigor, no valor de US$ 34 bilhões, e que levaram a China a apresentar uma queixa à OMC em 6 de julho. Em abril, Pequim também apresentou outra queixa depois que o governo de Donald Trump anunciou tarifas de 25% e 10%, respectivamente, a determinados produtos de aço e de alumínio procedentes do gigante asiático. Durante a cúpula desta segunda-feira, China e UE apostaram por uma reforma pactuada da OMC com o objetivo de evitar guerras comerciais que gerem caos no sistema econômico internacional. A China é o principal parceiro comercial da UE, com a qual os europeus mantêm uma balança deficitária (de 176,6 bilhões de euro em 2017). A UE é o segundo maior parceiro comercial da China, atrás dos EUA. O balanço também é deficitário para os americanos, com US$ 375 bilhões em 2017, um número recorde que Trump pretende reduzir em US$ 200 bilhões até 2020.

Santander lidera ranking de reclamações do BC no 2º trimestre de 2018

Ranking leva em consideração bancos com mais de 4 milhões de clientes. Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil são, respectivamente, o segundo e o terceiro com mais queixas. O Santander foi a instituição financeira que mais recebeu reclamações de clientes consideradas procedentes pelo Banco Central no segundo trimestre deste ano, informou a instituição nesta segunda-feira (16). A lista leva em consideração as queixas contra instituições financeiras com mais de quatro milhões de clientes. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil foram o segundo e o terceiro banco com mais reclamações no segundo trimestre. No primeiro trimestre deste ano a Caixa foi o banco mais reclamado, com o Santander ocupando a segunda posição. Levantamento O Banco Central considerou procedentes 1.576 queixas contra o Santander, a maior parte delas relacionada a "irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e ATM (caixa eletrônico)". O Santander tem mais de 41 milhões de clientes e alcançou índice de reclamação de 38,14. Para obter o índice, o BC divide o número de reclamações pelo de clientes do banco e multiplica o valor por 1 milhão. O órgão criou a fórmula para equilibrar as queixas em relação ao tamanho da instituição financeira. O índice de reclamação da Caixa ficou em 27,68 e o do Banco do Brasil ficou em 20,85. A Caixa tem mais de 89 milhões de clientes e, o BB, mais de 62 milhões. O que dizem os bancos? Em nota, o Santander disse que "trabalha continuamente na melhoria dos seus processos, ofertas e atendimento, tornando-os mais simples e ágeis para garantir a satisfação dos consumidores com o banco". A Caixa Econômica Federal informa que valoriza a opinião dos clientes e a utiliza como subsídio para melhoria e modernização de todos os seus processos de atendimento. Esclarece ainda que revisa permanentemente seus serviços e produtos, priorizando a redução das reclamações e o aumento da solução em todos os canais, internos e externos. O Banco do Brasil informou que está trabalhando para ficar fora das quatro primeiras posições do ranking do BC e que "adota constantemente ações de aprimoramento para que a melhora no atendimento e a adequação de nossos produtos e serviços repercutam na satisfação dos nossos clientes".

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